Retomando o conceito, fica entendido que boa prática consiste em uma(s) técnica(s) identificada(s) e experimentada(s) como eficiente(s) e eficaz(es) em seu contexto de implantação, para a realização de determinada tarefa, atividade ou procedimento ou, ainda, em uma perspectiva mais ampla, para a realização de um conjunto destes, visando o alcance de um objetivo comum.

 

A publicação de uma boa prática na Plataforma poderá acontecer a qualquer tempo, desde que aprovada pelo Comitê de Avaliação de Boas Práticas e validada pelo Comitê Estratégico da Plataforma.

  

É importante lembrar que as práticas deverão ser executadas na região Sul do Brasil (área e abrangência do projeto), identificadas e encaminhadas à Plataforma por meio de uma entidade – seja pública, privada ou não governamental.

 

A boa prática deverá ser apresentada mediante o preenchimento do Formulário de Identificação de Boas Práticas.

Informamos que:

  • anexos referentes às inscrições recebidas não serão devolvidos;
  • ao inscreverem-se as entidades acatam os termos do Regimento Interno da Plataforma e reconhecem a soberania do Comitê de Avaliação de Boas Práticas e do Comitê Estratégico, cujas deliberações terão caráter final e irrecorrível;
  • não há limite ao número de práticas apresentadas por entidade;
  • a publicação da prática só se efetivará mediante:

a. o aceite eletrônico do Termo de Submissão de Boa Prática – quando implementado no ambiente virtual;

b. a entrega das vias originais dos Termos de Autorização de Uso de Imagem e Divulgação de Informações, tanto Pessoa Jurídica, quanto Pessoa Física;

 

Os direitos autorais e intelectuais serão preservados e os créditos constarão das eventuais peças de divulgação.

 

Ao encaminhar o Formulário de Identificação de Boas Práticas as entidades participantes:

 

I - afirmam-se titulares de Direitos de Autor, assumindo total responsabilidade por eventuais questões decorrentes;

II - autorizam a Plataforma de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável a utilizar os dados ou informações de natureza técnica referentes à prática na sua divulgação e no alcance de seus objetivos;

IV - conferem à Plataforma o direito de cadastrar a prática em seu banco de informações, disseminando-a e fomentando sua reaplicação, sem fins comerciais;

IV – aceitam que a eventual articulação da Plataforma para disseminar a prática não necessitará de sua prévia autorização, tampouco lhe dará direito a qualquer remuneração ou gratificação.

    • Informamos que esta Plataforma não se responsabiliza por quaisquer informações errôneas, sejam de ordem técnica ou de autoria de imagens e/ou ideias/projetos, visto que todas as informações divulgadas em relação às práticas são de responsabilidade dos proponentes.

 

Sobre o Comitê de Avaliação de Boas Práticas

 

O Comitê de Avaliação de Boas Práticas é a instância responsável pela avaliação técnica da prática apresentada, podendo entrar em contato com a entidade proponente para dirimir dúvidas ou sugerir melhorias no preenchimento do Formulário de Identificação de Boas Práticas ou ainda nos anexos enviados.

I - os integrantes do Comitê de Avaliação de Boas Práticas serão indicados pelo Comitê Estratégico;

II - a coordenação e secretaria do Comitê de Avaliação de Boas Práticas cabe ao representante da Secretaria Executiva da Plataforma;

III - o cronograma de reuniões do Comitê de Avaliação de Boas Práticas será proposto pelo Comitê Estratégico;

IV - À Secretaria Executiva da Plataforma cabe realizar uma síntese de casa prática a ser avaliada e enviar aos integrantes do Comitê de Avaliação.

V - Os integrantes do Comitê de Avaliação serão identificados, preferencialmente, entre docentes e pesquisadores de instituições de ensino e pesquisa; membros de Conselhos e; Ministérios.

VI - Cada prática será submetida a 3 (três) avaliadores, dentre um banco de avaliadores, mantido e atualizado pela Secretaria Executiva da Plataforma.

VII - Como metodologia de trabalho do Comitê de Avaliação de Boas Práticas, serão avaliados conjuntos mínimos de 05 (cinco) práticas. Caso haja o cadastro isolado de uma prática, será necessário aguardar novos cadastros, até o mínimo de 05 (cinco). Preferencialmente, os membros do Comitê de Avaliação de Boas Práticas se reunirão para avaliação final das práticas, seja de forma presencial ou a distância.

 

As práticas apresentadas serão avaliadas levando-se em conta os seguintes critérios:

 I – Nível de Sistematização das Informações;

II – Resultados Quantitativos;

III – Nível de Impacto;

IV – Potencial de transferência;

V – Eficiência, eficácia, efetividade e êxito;

VI – Nível de entendimento;

VII – Sustentabilidade;

 

As informações completas sobre o processo de avaliação das boas práticas constam no Regimento Interno da Plataforma e quaisquer eventuais dúvidas serão dirimidas com base no referido Regimento.