A prática apresenta as ações desenvolvidas pelo Laboratório de Mecanização Agrícola da Universidade Estadual de Ponta Grossa (Lama/UEPG) com o objetivo de fortalecer a cadeia sustentável de produtos orgânicos da região Centro-Oriental do Paraná com base na abordagem do comércio justo. Para integrar agricultores, grupos de consumidores e introduzir os conceitos/práticas do comércio justo, o Lama/UEPG realizou uma série de atividades de assistência técnica e extensão rural (ATER), em especial sobre: adequação ambiental, processos agroecológicos e conscientização dos consumidores.  

Dentre os resultados alcançados pelo projeto, destacam-se: a formação de 7 grupos de comércio justo que totalizam 25 produtores e mais de 200 consumidores; certificação orgânica de produtores rurais; introdução de novas e saudáveis práticas alimentícias por meio da diversidade do consumo de frutas e verduras contidas nas sacolas (9 a 12 variedades); redução no uso de sacolas plásticas pelos consumidores;  e capacitação e conscientização de pessoas sobre o sistema agroecológico e orgânico de produção, assim como a comercialização justa dos alimentos. 

 

A - Informações gerais

 

INÍCIO: 2014 (em andamento)

ENTIDADE EXECUTORA: Laboratório de Mecanização Agrícola da Universidade Estadual de Ponta Grossa (Lama/UEPG)

PARCEIROS: Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental e Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado do Paraná – Seti/Paraná.

APRESENTADO POR: Pedro Henrique Weirich Neto, Carlos Hugo Rocha, Manuel Hugo Frank Delafoulhouze, Alice Karine Vriesman,  Nátali Maidl de Souza, Ivan Cesar Furmann Moura , Guilherme Pedrollo Mazer

RECURSOS: Terceiros.

FAIXA DE VALOREntre US$ 5 e 10 mil.

CATEGORIA: Projeto.

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Inclusão Sócio-Produtiva.

PALAVRAS-CHAVE: Agroecologia, Desenvolvimento Rural Sustentável, Produção Orgânica, Certificação, Produtores Familiares, Agricultura Familiar, Comercialização, Produtos Orgânicos.

PÚBLICO-ALVO: Agricultores de base familiar e consumidores urbanos de produtos orgânicos.

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Regional. 

MUNICÍPIOS DA MICRORREGIÃO: São Mateus do Sul, Ortigueira, Reserva, Imbaú e Ponta Grossa. 

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: Existem 07 grupos de comércio justo em andamento no estado do Paraná, sendo 01 no município de São Mateus do Sul, 01 no município de Ortigueira, 01 no município de Reserva, 01 no município de Imbaú e 03 no município de Ponta Grossa.

  

B - Descrição da prática

 

1- ANTECEDENTES

A partir da década de 60 chega ao Brasil o processo de “modernização” nas atividades agrícolas, denominada de Revolução Verde e que tratava-se basicamente de um pacote tecnológico (culturas melhoradas geneticamente, potencial produtivo atrelado ao uso de fertilizantes sintéticos, agrotóxicos e moto-mecanização, etc.), com a promessa de altos rendimentos, porém com alto custo de investimento. Os impactos desse sistema de produção nos países em desenvolvimento foram à marginalização da agricultura familiar e o agravamento da desigualdade social via êxodo rural.

Na região Centro-Oriental do Paraná não foi diferente. Produtores com áreas pequenas, com baixo poder de investimento sendo maciçamente submetidos a tecnologias economicamente insustentáveis. A base destes sistemas é a produção de commodities ou integração (venda pura e simples de mão de obra). Neste sentido, tabaco, leite, frangos e suínos são exemplos clássicos de integração, todos baseados na utilização de grande pacote de insumos externos à propriedade, uma das premissas da insustentabilidade.

Os agricultores que buscam outros modelos produtivos, como é o caso do orgânico ou agroecológico, enfrentam diversas dificuldades, entre elas: alto custo da certificação orgânica; acesso às tecnologias adequadas ao sistema; logística para disponibilizar o alimento ao mercado consumido e; dependência e baixos valores pagos pelo atravessador. A produção em menor escala aliada a inexistência de uma organização coletiva tende a desestimular a promoção de um sistema agrícola sustentável. Através da identificação desses gargalos da cadeia produtiva o Lama/UEPG desenvolveu ações de ATER, com enfoque na certificação de orgânicos, manejo ecológico de pastagens, resgaste e uso de sementes crioulas e agroindústrias familiares.

   

2- OBJETIVO GERAL

Fortalecer a cadeia sustentável de produtos orgânicos da região Centro-Oriental do Paraná através da abordagem do comércio justo.

Objetivos específicos:

  • Organizar produtores de base familiar para comercialização direta de produtos orgânicos;

  • Organizar grupos de consumidores para participarem do sistema de comercialização direta de produtos orgânicos;

  • Capacitar os produtores sobre certificação orgânica e técnicas de produção na agricultura orgânica e agroecológica;

  • Conscientizar os consumidores sobre sazonalidade e utilização de hortaliças que integram a cesta de produtos. 

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

A agricultura familiar é responsável pela produção de 70% dos alimentos consumidos no Brasil. Atualmente, vem se consolidando também como a principal produtora de alimentos saudáveis, livres de agrotóxicos e amigáveis ao meio ambiente, agricultor e consumidor. A presente iniciativa desenvolve ações de Assistência Técnica e Extensão Rural, visando a produção, certificação orgânica e a comercialização dos produtos orgânicos junto a agricultores familiares e grupos de consumidores urbanos. A metodologia de implantação das ações busca a formação de grupos de produtores e de consumidores interessados no comércio regular de produtos orgânicos, cujo caminho transcorra diretamente dos canteiros para a mesa.

O primeiro passo para o desenvolvimento da rede de comercio justo entre agricultores e consumidores é garantir a procedência do alimento produzido. Nessa etapa, a equipe de técnicos do Lama orienta produtores na certificação de suas propriedades. O processo de certificação ocorre através da adequação da produção e propriedade a um conjunto de normas estaduais e nacionais. No Paraná, o governo do estado editou em 2009 um programa que criou núcleos nas universidades estaduais visando a certificação de orgânicos sem ônus financeiro para agricultores de base familiar. Atendendo a essa normativa, o núcleo Laboratório de Mecanização Agrícola da Universidade Estadual de Ponta Grossa (Lama/UEPG) desenvolve estudos e novos programas para acompanhamento e certificação de produtores de orgânicos. Todos os produtores que participam do projeto são certificados ou estão em processo final de conversão.

Com a disponibilidade de uma produção diferenciada, contando com produtos de qualidade, surge um novo desafio: a comercialização. Em encontros/reuniões com os agricultores discutiu-se e optou-se por venda direta dos produtos aos consumidores finais. A identificação e organização do grupo de consumidores é uma etapa importante do processo. No primeiro grupo de comércio justo, procurou-se otimizar a feira de produtores assistidos pelo Lama/UEPG que estavam em conversão para produção orgânica e que era realizada dentro de uma empresa, tendo sido mantido contato com nutricionista da empresa para convocação de reunião com possíveis interessados em receber produtos direto de agricultores regionais.

Por meio da aferição do interesse de consumidores em demandar a produção, realizam-se encontros entre a equipe de “atravessadores sociais” (técnicos do Lama/UEPG) e os consumidores. No primeiro encontro, elucidam-se alguns conceitos e significados perdidos no tempo. O que são os alimentos de qualidade? O que são alimentos orgânicos? Agricultura familiar? Trabalho rural? Sazonalidade agrícola? Tempo de produção? Possibilidade de disponibilidade de produtos in natura nas gondolas durante todo ano? As adaptações necessárias ao ambiente para esta produção? E as questões de logísticas.

A série de encontros com os distintos grupos tiveram a função de conscientizá-los sobre a situação da agricultura familiar brasileira e criar condições de diálogo entre o agricultor e o consumidor.

A etapa seguinte tratou de aproximar os dois grupos a fim discutir termos de compromisso de aquisição da produção, com ajustes de seleção de produtos, dia de entrega, quantidades, preços, formas de pagamento, entre outros detalhes considerados no processo de compra e venda. Nesse processo destaca-se a aceitação dos consumidores em realizar o pagamento de forma antecipada. Tal ação permite ao agricultor realizar o planejamento da propriedade a fim de evitar desperdícios e utilizar de forma eficiente os recursos disponíveis. Durante os encontros também ficou estipulado que a entrega seria realizada semanalmente. Já o valor da cesta varia de R$ 15,00 a R$ 25,00 por sacola, com 9 a 12 produtos e peso aproximado entre 7 e 9 kg. O qualitativo e o quantitativo de produtos é muito semelhante, sendo assim o diferencial de preço não tem lógica mercadológica, basicamente é a “valorização” dada pelas percepções do consumidor e do produtor e não um preço que oscila conforme “humor do mercado”.

Para evitar surpresas dos consumidores a respeito da composição e variedades de alimentos nas sacolas é realizado um trabalho de conscientização, relacionado as questões de sazonalidade de produção e fenômenos climáticos adversos que influenciam na organização da produção. A diversidade de preferencias alimentares e a disposição de produtos não combinados ou desconhecidos foram trabalhadas por meio de trocas de receitas a fim de encontrar formas de consumo e utilização do alimento. É comum nas sacolas produtos não combinados na primeira reunião e/ou até desconhecidos, tais como temperos, ervas medicinais, flores, frutas nativas, pequenas mudas, entre outros. Estes variam conforme criatividade dos produtores ou como resultado das conversas informais, entre produtores e consumidores, na hora da entrega dos produtos.

  

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

Dentre os resultados alcançados pelo desenvolvimento da cadeia produtiva de alimentos orgânicos na região Centro-Oriental do Estado do Paraná, destacam-se:

  • Constituição de 7 grupos de comércio justo que totalizam 25 produtores rurais e mais de 200 consumidores envolvidos;
  • Certificação orgânica de produtores rurais. Atualmente são 392 produtores certificados, esse número varia conforme entrada ou saída dos produtores;
  • Melhorias no planejamento da produção e organização da propriedade, resultado obtido através da assistência técnica do Lama e da instituição do pagamento antecipado nos grupos consumidores;
  • Capacitação e conscientização de pessoas sobre o sistema agroecológico e orgânico de produção, assim como a comercialização justa dos alimentos;
  • Introdução de novas e saudáveis práticas alimentícias. A diversidade do consumo de frutas e verduras contidas nas sacolas (9 a 12 variedades) proporciona uma dieta mais equilibrada e rica em nutrientes e minerais. A socialização de receitas entre os integrantes do grupo facilitou a incorporação de novos alimentos na dieta dos consumidores;
  • Redução dos gastos com logística. Cada grupo organiza o processo de entrega dos alimentos;
  • Redução do uso de sacolas plásticas. Em um dos grupos, que funciona a 18 meses, considerando uma economia de quatro sacolas plásticas por sacola do projeto, média de 35 consumidores por semana, deixaram de serem utilizadas, no período, mais de 10.000 sacolas plásticas (padrão de supermercado);
  • Realização de palestras, mini-cursos, oficinas e acompanhamento para certificação orgânica, tendo atingido mais de 1000 produtores;

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

Recursos humanos: Técnicos “atravessadores sociais”, agricultores certificados para produção orgânica e grupos de consumidores.

Recursos Materiais: Sacolas resistentes para a entrega dos produtos. As sacolas utilizadas pelos grupos são de lona (plástico utilizado p/ banners muito utilizados em campanhas de marketing) recicladas, confeccionadas por associações de costureiras ao custo de R$ 7,00. Normalmente são programadas duas sacolas por consumidor.
Veículo para a entrega dos alimentos. O número de veículos varia conforme organização dos produtores/consumidores;
Disponibilidade de insumos pelos agricultores

 

6 - TRANSFERÊNCIA

O fator essencial para a replicação do projeto é ter conhecimento de grupo de produtores com produção regular, bem como de qualidade. Geralmente, agências de ATER, organizações que trabalham com chamadas de ATER, prefeituras, associações e sindicatos de trabalhadores rurais podem iniciar o planejamento com produtores para tal tipo de ação. Tendo o entendimento por parte dos produtores, o segundo passo seria a discussão com algum grupo de consumidores interessado, geralmente facilitado pelo vínculo empregatício. Os grupos devem ser pequenos, (em torno de 30 consumidores) nada impede de mais de um grupo no mesmo local. Acredita-se que com grupos pequenos fica facilitada a construção da dialética e consequente processo de comercialização.

O Lama possui vários projetos de ATER, sendo frequentemente solicitado para palestras, minicursos a respeito de suas ações. Nos anos de 2015 e 2016 foram realizados mais de 15 Encontros de Jovens Rurais com discussão sobre a sucessão na agricultura de base familiar. Nestes eventos foram discutidas ações de ATER desenvolvidas pelo laboratório, entre elas foram realizadas oficinas sobre comércio justo. Em cada encontro estiveram presentes em torno de 100 jovens delegados, representantes de 40 escolas rurais, totalizando aproximadamente 2000 jovens rurais atingidos.

 

7 - LIÇÕES APRENDIDAS

Durante a implantação dos grupos pode-se observar que normalmente os consumidores assumem o processo, culturalmente o produtor é mais retraído. Essa situação pode ocasionar problemas futuros, uma vez que, atualmente a maioria dos consumidores fazem parte do processo por possuírem conhecimento sobre os produtos orgânicos, isto é, são consumidores “conscientes”. A entrada de novos consumidores deve ser administrada a fim de evitar desgastes ou insistências em discussões já revisadas pelo grupo.

O projeto é reconhecido como uma boa prática por relacionar as duas classes mais afetadas e envolvidas no processo de produção de alimentos e consumo. Produtores rurais e consumidores devem discutir interesses comuns com a função de proporcionar um equilíbrio real da lógica de mercado. Receber um preço justo pelo seu produto e pagar um preço justo pelo seu alimento motiva tanto o produtor, quanto o consumidor a manterem relações de cooperação e respeito.

O principal entrave encontrado no desenvolvimento do projeto é a ação técnica. O atravessador social deve ter conhecimento e comprometimento, talvez mais ideológico com a agricultura de base familiar do que com a técnica em si. Durante a realização do projeto também ficou claro a necessidade do produtor ser capacitado e orientado sobre organização e planejamento da produção de alimentos de qualidade (incluindo pós-colheita). A falta de conhecimento técnico e organizacional sobre o sistema de produção orgânico é outro entrave a ser levado em consideração. Faz-se necessário aproximar a pesquisa realizada nas instituições técnicas ao produtor familiar.

 

8 - ORIGINALIDADE DA PRÁTICA

Os princípios gerais deste sistema são conhecidos, muitas universidades e institutos internacionais estudam e realizam sistemas semelhantes, embora na maioria dos casos em grande escala, entre cooperativas, grandes varejistas, países, etc. A originalidade da prática está em ter como elemento basilar a parcela social e ambiental das relações de produção como motivação para o desenvolvimento econômico. 

 

 

 

 

As visitas podem ser realizadas em qualquer momento, porém com consulta prévia para dia e mês. Estas podem ter dois momentos: a discussão e acesso a documentos e relatos junto ao órgão executor, e no momento da relação de entrega dos produtos. O número de visitantes não deve passar de dez para o bom andamento da mesma.  

 

 

Assessoria Técnica e Editoração
Eng. Carlos Biasi - Oficial de Programas da FAO/ONU para a Região Sul do Brasil. 
Msc. Felipe Jhonatan Alessio - Assistente de Programas da Unidade de Coordenação de Projetos da FAO/ONU no Sul do Brasil.

 

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