A prática apresenta trabalhos desenvolvidos ao longo de 16 anos com a produção de oleráceas em manejo orgânico na região norte do Paraná, com obtenção de produtividade e qualidade comparada e/ou superior à da agricultura convencional. Para essa realização, foram desenvolvidas ações na cadeia produtiva dos orgânicos que visam desde a conversão da propriedade em manejo orgânico até a comercialização da produção. Entre as ações realizadas destacam-se: a aplicação de tecnologias acessíveis e replicáveis aos produtores; a ampliação da produção e da variedade de olerícolas e; a organização e planejamento dos produtores para a comercialização (coletivo/individual). Estas e outras atividades desenvolvidas pelo projeto buscaram garantir a sustentabilidade social, ambiental e econômica da propriedade rural. 

Dentre os resultados alcançados pelo projeto, destacam-se: certificação orgânica de 45 produtores de olerícolas; instalação de 24 unidades demonstrativas; renda mensal de R$3.500,00 a R$25.000,00, em áreas que variam de 1500 m² a 6 hectares; comercialização mensal de 40 toneladas de hortaliças orgânicas e; agregação de valor através da manipulação e embalagem dos alimentos. O estabelecimento de parcerias formais com empresas, a ampliação para outras regiões do Paraná e para o Estado de São Paulo e a busca pelo fornecimento de alimentos via políticas públicas são facilitadores desse processo.

 

A - Informações gerais

 

INÍCIO: Setembro de 1999 (em andamento).

ENTIDADE EXECUTORA: Instituto Paranaense Assistência Técnica e Extensão Rural – EMATER - PR.

ENTIDADES CO-EXECUTORAS: Rio de Una LTDA.

PARCEIROS: Banco do Brasil S.A., Sindicato Rural, SENAR/PR.

APRESENTADO POR: Ernestina Izumi Muraoka.

RECURSOS: Próprios.

FAIXA DE VALORAcima de US$ 25 mil.

CATEGORIA: Projeto.

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Inclusão Sócio-Produtiva.

PALAVRAS-CHAVE: Produção orgânica, organização, Emater PR, planejamento, sustentabilidade, oleráceas, hortaliças.

PÚBLICO-ALVO: Agricultores familiares e associações de produtores. 

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Microregional. 

Municípios da Microrregião:
Uraí, Rancho alegre, Jataizinho, São Sebastião da Amoreira, Congonhinhas, Cornélio Procópio, Santa Mariana, Ibiporã, Londrina. 

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: 

Comunidades rurais dos municípios descritos acima.   

  

B - Descrição da prática

 

1- ANTECEDENTES

No ano de 1999, nos municípios de Uraí, Assai, Jataizinho, Rancho Alegre, São Jeronimo da Serra, Londrina, Apucarana, São João do Ivaí, Bandeirantes e Carlopolis, as principais explorações agrícolas eram algodão e café. O plantio convencional dessas culturas era caracterizado pela aplicação inadequada de agrotóxicos, estimando-se que na época eram realizadas entre 45 a 67 aplicações por safra quando o recomendado era 14 e 15 aplicações. Casos de intoxicação pelos agricultores eram situações rotineiras e os prejuízos à qualidade vida se apresentavam na redução da expectativa de vida no campo e nas limitações impostas pelo uso inadequado dos agrotóxicos.

Na olericultura o cenário não era diferente, aproximadamente 35 agricultores familiares dedicavam-se ao cultivo de oleráceas com plantio convencional, utilizando agrotóxicos e adubos químicos. As áreas de plantio de oleráceas e frutíferas (principalmente viticultura de mesa) eram pequenas, em torno de 06 hectares. As principais explorações olerícolas comerciais eram abobrinha e quiabo, comercializadas no Ceasa de Londrina e as folhosas nas feiras livres. Não havia produção orgânica de oleráceas nos municípios mencionados. As áreas com plantio de soja também seguiam as propostas de cultivo convencional. As únicas práticas e técnicas que destoavam desse modelo de produção eram incentivadas através da agricultura natural pela Fundação Mokiti Okada.

   

2- OBJETIVO GERAL

Promover o desenvolvimento de sistemas de produção orgânica de olerícolas na região norte do Paraná.

Objetivos específicos:

  • Identificar e implantar tecnologia para produção orgânica regional;

  • Ampliar a produção e o mix de oleráceas orgânicas da região;

  • Organizar e planejar a produção e a comercialização;

  • Melhorar a renda e a qualidade de vida dos agricultores familiares;

  • Agregar valor ao produto.

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

Entre 1999 a 2004, os trabalhos de produção orgânica na região norte do Paraná concentravam-se na cultura da soja, e em menor intensidade no cultivo de oleráceas e frutíferas. A primeira medida realizada para viabilizar a produção de orgânicos e garantir a certificação foi à constituição de um grupo formal. A Associação Orgânicos Uraí se reunia mensalmente para discussões administravas (certificação/legislação) e práticas de manejo orgânico. Essas reuniões ocorriam nas propriedades de cada um dos agricultores do grupo, objetivando ampliar a integração ao grupo e demonstrar na prática os entraves enfrentados pelos produtores em âmbito individual e coletivo.

A constituição da associação e o interesse de seus integrantes pelas práticas de produção orgânica possibilitaram planejar ações de educação e capacitação na área. Durante os 5 anos seguintes foram realizados: (1) cursos sobre manejo agroecológicoo; (2) participação em cursos de formação em Agricultura Natural e Agricultura Biodinamica/Botucatu com os renomados pesquisadores Ana Maria Primavesi e Hajime Tokeshi; (3) visitas mensais em propriedades da região que iniciavam o cultivo orgânico; (4) três Encontros de Agricultura Orgânica voltado aos temas da agroecologia e associativismo e; (5) excursões para áreas certificadas em Manejo Orgânico no Estado de São Paulo (Ibiúna/São Roque) com o objetivo de permitir aos agricultores conhecerem “in loco” propriedades que se dedicavam a produção orgânica. Foi um período intenso de capacitação e embasamento teórico.

Para viabilizar a comercialização da produção de orgânicos da região, a partir de 2004, iniciou-se o trabalho com a empresa Rio de Una Alimentos Ltda. Os diálogos com a empresa foram motivados pelo interesse da mesma em adquirir a produção, especialmente no período do inverno, visando suprir a sua demanda comercial de hortaliças frutos. A parceria entre produtores rurais e empresa foi estabelecida através de reuniões com a participação da Emater. Durante os encontros foram realizados o planejamento do volume e do mix (baseado na produção de tomate) a ser entregue e as respectivas épocas. O acompanhamento deste processo ocorria através de visitas quinzenais (08 a 12 por ano) pela EMATER PR junto aos 45 produtores que participavam do processo de comercialização. Este procedimento persiste até a atualidade.

Em paralelo as ações de comercialização, ocorria um processo de capacitação tecnológica dos agricultores, por meio de cursos de boas práticas agrícolas, implantações de unidades de referência (manejo do solo, competição de variedades, tratos culturais diferenciados, adaptação e adequação dos insumos permitidos ao manejo orgânico). A aplicação de técnicas e práticas orgânicas adequadas a realidade da região norte e o acompanhamento frequente da equipe de extensionistas da Emater tornaram o grupo referência em produção orgânica no Estado do Paraná.

Além da capacitação técnica dos produtores e a implantação de novas práticas de manejo que possibilitaram produzir mais e com maior qualidade, o processo de certificação orgânica e a embalagem dos alimentos valorizou o produto final. A certificação, realizada pela IBD e TECPAR, permite que o consumidor tenha garantia que o alimento está de acordo com as técnicas e exigências da produção orgânica. Já a seleção do produto e sua embalagem agrega valor à unidade ou quilo comercializado.

Por último, o desenvolvimento da cadeia produtiva de oleráceas orgânicas foi potencializada através de uma política pública nacional de crédito rural, o Pronaf. O acesso facilitado às linhas de crédito e condições favoráveis de pagamento permitiram aos agricultores familiares viabilizar o custeio de sua produção e realizar investimentos em veículos utilitários, equipamentos, poços semi-artesianos e construção de ambientes para cultivo protegido (estufas). Durante esse processo a Emater prestou orientação e assessorou os agricultores na identificação dos equipamentos/tecnologias necessárias na propriedade e nos procedimentos legais para ter acesso as linhas de crédito.

  

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

Os resultados alcançados pelo desenvolvimento da cadeia produtiva de oleráceas orgânicas no norte do Paraná podem ser apresentados em:

a) Resultados estruturais e organizacionais:

  • Existência de 45 produtores certificados em produção de olerícolas orgânicas;
  • Instalação de 24 unidades demonstrativas;
  • Durante o ano de 2016 foram realizados 04 dias de campo com produtores e convidados para demonstração dos resultados da cadeia produtiva e de novas tecnologias de produção orgânico. Os eventos realizados contaram com a participação de 231 pessoas, oriundas dos Estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul;
  • Aluguel de um barracão para o recebimento dos produtos e sua embalagem para a comercialização;
  • Ampliação da comercialização para outros municípios do Paraná (Curitiba, Cornélio Procópio, Londrina, São Sebastião da Amoreira, entre outros) e para o Ceasa de São Paulo;
  • Permanência dos jovens nas propriedades rurais, viabilizado a sucessão familiar (13 famílias);
  • Maior participação de mulheres na condução das propriedades (8 famílias).

b) Resultados financeiros e produtivos:

  • Renda mensal de R$2.500,00 a R$3.500,00 em áreas que variam de 1500 m² a 6 hectares;
  • Produção média semanal de 6000 bandejas de tomate (400 gramas);
  • Comercialização mensal de 40 toneladas de hortaliças orgânicas;
  • Todos os produtores estão adimplentes;
  • Agregação de valor à produção quando comparado ao valor pago pelo mercado aos produtos convencionais;
  • Introdução da cultura da cenoura em região de Latossolo;
  • Introdução de diversos tipos de hortaliças (folhosas, frutos e tubérculos) e outras culturas ao sistema de produção orgânico, tais como: pepino japonês e caipira, pimentão amarelo e verde, cenoura, abobrinha menina e Itália, couve manteiga, berinjela, quiabo, tomate, mandioca, milho verde, etc.

c) Resultados Socioambientais:

  • Todas as propriedades possuem preservação permanente constituída e outorga da água.

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

Recursos humanos: 03 profissionais da área técnica e; 01 pessoa para ser responsável pelos aspectos administrativos do grupo (controle sobre recebimentos de embalagens, caixas, produtos e matéria-prima).

Recursos Materiais: Recursos financeiros para certificação (produtores), 01 barracão de carga e descarga, 01 caminhão refrigerado (empresa compradora), Agricultores com Nota Fiscal do produtor e disponibilidade de logística. 

 

6 - TRANSFERÊNCIA

Houve um crescimento da produção orgânica que expandiu-se de Uraí para outros municípios da região de Cornélio Procópio e Londrina, inclusive com a criação da Associação dos Produtores orgânicos de Londrina (APOL).

A prática também já foi alvo de reportagens de âmbito local e estadual. Em 2013 a Revista Campo realizou uma reportagem televisiva veiculada em âmbito estadual e nacional (youtube/redes sociais). Essas ações de divulgação, aliado a técnica e metodologia de trabalho, tornaram a olericultura orgânica de Uraí referência no Estado do Paraná.  

 

7 - LIÇÕES APRENDIDAS

Entre as lições apreendidas pode se destacar a importância dos agricultores familiares atuarem mediante um planejamento pré–estabelecido com a ATER e a empresa compradora. Esta situação exige disciplina e organização do grupo.

Outro aspecto importante para o sucesso foi o reconhecimento das atividades desenvolvidas, o que permitiu o crescimento do trabalho no município e sua ampliação para outras regiões. A conscientização dos pioneiros do processo oferece segurança para novas adesões.

Entre os entraves enfrentados pelos produtores e pela equipe técnica da Emater destacam-se: (1) o preconceito inicial por parte do produtor com a atividade orgânica; (2) equipamentos desenvolvidos ou adaptados às culturas orgânicas; (3) necessidade de mais insumos registrados para uso em cultivo orgânico; (4) controle e prevenção de doenças do solo; (5) dificuldades no processo de comercialização e introdução em novos mercados; e (6) tornar o preço dos alimentos orgânicos acessível à população em geral.

 

8 - ORIGINALIDADE DA PRÁTICA

Trata-se de uma iniciativa original na região onde está sendo aplicado o projeto. 

 

 

 

 

O período mais indicado para visitas são os meses de maio a agosto e preferencialmente nas terças-feiras e sextas-feiras, envolvendo no máximo 35 visitantes por vez.

 

 

Assessoria Técnica e Editoração
Eng. Carlos Biasi - Oficial de Programas da FAO/ONU para a Região Sul do Brasil. 
Msc. Felipe Jhonatan Alessio - Assistente de Programas da Unidade de Coordenação de Projetos da FAO/ONU no Sul do Brasil.

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