A laranja in natura é uma das alternativas de renda com viabilidade econômica na região de Nova América da Colina, possuindo expressivo mercado potencial, face à proximidade de grandes centros consumidores. No início dos anos 2000, técnicos da Emater identificaram que apesar da capacidade de absorção do mercado consumidor, os produtores enfrentavam dificuldades de armazenamento e logística na venda da laranja. A prática apresentada teve como objetivo estruturar o processo de comercialização na cadeia produtiva da laranja na região de Cornélio Procópio. Trata-se de instituir mecanismos formais de participação e organização dos produtores rurais.

Em um primeiro momento, a Emater assessorou a criação da Associação de Fruticultores de Nova América da Colina “Nova Citrus” e em seguida a Cooperativa dos Fruticultores de Nova América da Colina e Região – NOVACITRUS. A Cooperativa foi estruturada para o recebimento e comercialização da laranja in natura. A experiência caracteriza de maneira clara, a importância da organização de grupos de agricultores para a comercialização e agregação de valor ao produto além da verticalização da produção. Atualmente a Cooperativa Nova Citrus possui 67 associados e comercializou no ano de 2015 um total de 316.039 caixas de 23kg de laranja in natura. Em termos financeiros, o faturamento ampliou de R$ 2.452.000,00  em 2011 para R$ 5.698.000,00 no ano de 2015.

 

A - Informações gerais

 

INÍCIO: 2002 (em andamento)

ENTIDADE EXECUTORA: Cooperativa dos Fruticultores de Nova America da Colina e Região – NOVACITRUS 

ENTIDADES CO-EXECUTORAS: Instituto Paranaense Assistência Técnica e Extensão Rural – EMATER - PR

PARCEIROS: Banco do Brasil S.A. e Sicredi

APRESENTADO POR: Ciro Daniel Marques Marcolini

RECURSOS: Próprios e de terceiros.

FAIXA DE VALORAcima de US$ 25 mil

CATEGORIA: Projeto.

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Inclusão Sócio-Produtiva.

PALAVRAS-CHAVE: Cooperativismo, associativismo, mercado, laranja, assessoria técnica, Nova Citrus, Emater Paraná

PÚBLICO-ALVO: Agricultores familiares de frutas, Associações, Cooperativa

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Microregional 

Municípios da Microrregião:
Andirá, Cornélio Procópio, Congonhinhas, Nova América da Colina, São Sebastião da Amoreira, Assaí e São Jerônimo da Serra.

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: 

Cooperativa dos Fruticultores de Nova America da Colina e Região – NOVACITRUS 

  

B - Descrição da prática

 

1- ANTECEDENTES

O município de Nova América da Colina está inserido na região de Cornélio Procópio, composta por 23 municípios. No início dos anos 90, a região possuía como uma de suas principais fontes econômicas a cultura do algodão. Com o surgimento da praga denominada “bicudo do algodoeiro”, a produção foi afetada drasticamente, e a cultura entrou em decadência com a redução no número de agricultores na região. O potencial da região justificou a iniciativa da Emater em buscas novas oportunidades de explorações agrícolas que oferecessem maior retorno econômico. A partir de 1993 foram introduzidas novas culturas, sendo que, nos 10 anos seguintes, a produção de frutíferas, especialmente a laranja, cresceu no município e na região. Apesar da expansão no número de produtores e na quantidade produzida, o armazenamento era realizado nas propriedades e a comercialização individualmente pelos agricultores com empresas terceirizadas. Por ser uma atividade custosa, envolvendo muita mão de obra, os agricultores não realizavam a classificação e lavagem dos frutos, impactando diretamente na qualidade do produto oferecido nas feiras e comércio regional. Os produtores também encontravam dificuldades na comercialização da produção pela falta de escala individual, estrutura precária de logística (transporte e armazenamento) e equipamentos de classificação. 

   

2- OBJETIVO GERAL

Constituir uma cooperativa visando organizar a comercialização da laranja in natura e criar novas oportunidades de negócio.

Objetivos específicos:

  • Identificar os produtores de laranja e outras frutas da região de Cornélio Procópio;

  • Assessorar a viabilização comercial da cooperativa;

  • Aprimorar os processos de logística entre os produtores;

  • Estabelecer mecanismos e indicadores que identifiquem a situação da cadeia de produção de Laranja no estado do Paraná. 

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

A estratégia lançada pela Emater em 1993, cujo objetivo era introduzir novas culturas agrícolas com capacidade de adaptação às condições da região e viabilidade econômica para os agricultores, avançou de forma consistente. No ano de 1994, apenas 6 agricultores dedicavam-se a exploração da Laranja, com um total de área plantada de 9 ha. O crescimento no número de produtores, aliado à busca de melhor remuneração da produção, evidenciou a necessidade de organizar a comercialização através de infraestrutura mínima para o beneficiamento da laranja, permitindo também, o atendimento às normas sanitárias e exigências do mercado. Estes fatores conduziram ao surgimento, em caráter informal, do Grupo Nova Citrus.

Para conduzir as atividades do grupo, proporcionar reflexão sobre a sistemática de organização, os desafios que seriam enfrentados e as possibilidades de ação, a Emater incentivou visitas técnicas e excursões à Associação dos Produtores de Corumbataí do Sul e a Associação dos Orgânicos de UraÍ. O termo associativismo passou a integrar os conteúdos da sequência metodológica aplicada nos encontros mensais com o Grupo. Como resultado do envolvimento dos agricultores, em 2002, foi constituída a Associação de Fruticultores de Nova América da Colina “Nova Citrus”. 

A Associação buscou desenvolver os objetivos identificados pelo grupo. Sendo assim, para facilitar a centralização do recebimento da matéria prima, bem como a modernização do processo de beneficiamento e classificação, dois sócios fundadores da Associação e também sócios da Associação dos Amigos da Secção Cedro obtiveram a doação de parte do terreno pertencente a está última entidade. Nessa área foi construído um packing house com o apoio do Programa Paraná 12 Meses, tendo como contrapartida recursos próprios e mão de obra dos associados. 

A expansão contínua de agricultores na atividade (30) e de área plantada (40 ha) fez surgir nova demanda no Grupo Nova Citrus, relacionada à captação de recursos financeiros para investimentos na melhoria do produto a ser comercializado. Nessa época, os esforços coletivos foram direcionados ao aumento da capacidade armazenamento, processo de seleção e limpeza dos frutos. A construção do Packing House, aquisição de um equipamento de classificação, e a contratação de um profissional para realizar a inspeção de pragas e as primeiras inscrições de áreas para a emissão de CFO (certificado fitossanitário de origem) elevaram a qualidade do produto final. 

A obra consolidou a unidade do grupo, porém, a venda da produção continuava a ser realizada com nota fiscal de cada produtor. Em 2011, com a expressiva ampliação do volume de produção e de novas oportunidades de negócio, mostrou-se necessária a regularização e legalização da comercialização. Novamente, a Emater passou a realizar reuniões e treinamentos sobre o processo cooperativista visando à constituição de uma cooperativa local. Finalmente, no dia 01 de julho de 2011 foi instituída a Cooperativa dos Fruticultores de Nova América da Colina e Região. A Emater em conjunto com os dirigentes eleitos viabilizou o registro na Junta Comercial e Receita Federal para a emissão da nota eletrônica para as transações comerciais. Os impedimentos legais, relativamente à legislação tributária, sanitária, trabalhista e previdenciária, passaram a ser atendidos, e a cooperativa pôde criar sua própria marca e proceder ao estoque de alguns insumos importante para atender os cooperados.

A atuação da cooperativa ocorreu em várias esferas. Em um primeiro momento, a articulação da Cooperativa com entidades financeiras possibilitou o acesso ao crédito bancário, especialmente para capital de giro dos associados, bem como a pratica do ato cooperativo. Nos anos de 2013 e 2014, a cooperativa começou a participar dos programas governamentais PNAE e PAA, inserindo a laranja nas entregas feitas junto às escolas, creches, asilos, etc. Em 2015, fruto do apoio da Emater, passou a integrar um Consorcio entre Cooperativas da Agricultura Familiar e fornecer produtos alimentícios para as feiras e sacolões em Curitiba/PR. Neste mesmo ano, iniciou a ampliação do espaço físico para a classificação da laranja in natura contando com o apoio da Fundação Banco do Brasil e Sicredi.

  

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

Os resultados mais expressivos, demonstrados pela presente iniciativa, podem ser divididos nas seguintes categoriais:

a) Evolução dos Resultados Financeiros e Produtividade: 

  • Comercialização durante o ano de 2014, de 7.404 toneladas;
  • Ampliação do faturamento em 2011 de R$ 2.452.000,00 para 2015 de R$ 5.698.000,00;
  • A partir de 2014, vendas institucionais da ordem de 42.352 kg para o Programa Mesa Brasil (SESC - Londrina), através do Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA), permitindo atender a 20.000 pessoas;
  • Comercialização média de 300 caixas de laranja por semana através do Consórcio de Cooperativas de Curitiba;
  • 48.000 kg direcionados ao PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar), bem como o atendimento pela Prefeitura Municipal de Londrina a 87 escolas; 
  • Geração média anual de renda de R$ 47.000,00 para cada cooperado; 
  • Expansão do número de produtores de frutíferas nos municípios do entorno de Nova América da Colina de 6 em 1994 para 67 em 2014; 
  • Expansão da área plantada de 230 ha em 2004 para 447 ha no ano de 2014.

b) Evolução dos Resultados Associativos e Estruturais: 

  • Quadro associativo – evolução no período 2004 a 2014 – de 52 associados para 67 associados em 2014;
  • N° de municípios abrangidos – crescimento no período 1994 a 2014 – de 01 município para 09 municípios;
  • Construção de Packing House (Associação) possibilitando o beneficiamento de 250 cx/hora ou 2000 caixas por dia em média;
  • Ampliação do número de funcionários fixos em 2011 de 05 para em 2016 – 17 funcionários;
  • Geração de demanda de mão de obra regional, na época de colheitas, cerca de 5800 diárias ou 30 empregos diretos por mês, em 07 meses de trabalho;
  • Construção de um Packing House (615 m²), com máquina de lavagem, desinfecção e seleção, carga e descarga em área coberta;
  • Contém ainda um Escritório, sala reunião/refeitório com área de 180 m².

c) Evolução dos Resultados Socioambientais:

  • Fornecimento de frutos de laranja com Certificado Fitossanitário de Origem e licenciamento ambiental;
  • Constituição da cooperativa contribuiu para a inclusão social com consequência do aumento de renda, fortalecimento da estrutura produtiva local;
  • Maior credibilidade institucional perante o poder público, por meio da transparência financeira das operações cooperativas;
  • Representatividade junto à organização central das cooperativas (OCEPAR);
  • Inserção no mercado como entidade comercial;
  • Projeto de agregação de valor ao produto em andamento, direcionado à fabricação de suco pasteurizado e também, propostas de diversificação pelo cultivo de outros cultivares frutíferos;
  • Maior segurança aos cooperados nas transações comerciais, trabalhistas e previdenciárias;

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

Recursos humanos: a Cooperativa conta atualmente, com um quadro de 17 funcionários fixos, mais 04 funcionários contratados nas épocas de maior demanda da safra. A diretoria é composta por 09 membros, um conselho fiscal com 03 membros titulares e outros 03 suplentes.  A Cooperativa possui um engenheiro agrônomo, em período integral e outro em tempo parcial, mediante convênio com o Instituto EMATER, no assessoramento à diretoria e organização dos produtores associados desde o ano de 2010.  Conta também com o apoio de um escritório de contabilidade e uma advogada. 

Recursos Materiais: A estrutura física é composta de uma sede própria, um barracão cedido em forma de comodato pela associação, um terreno de 5.000 metros e as máquinas para beneficiamento da produção.

 

6 - TRANSFERÊNCIA

O conjunto de práticas adotada na Cooperativa tem servido de exemplo para outras entidades regionais (cooperativas e associações) viabilizando apoio técnico e logístico. Como exemplo podemos citar o intercambio da experiência com a COAFA Agricultura Familiar Integrada, Central das Cooperativas de Processamento Alimentar e Agricultura Familiar Solidária, Associação dos Agricultores de Bandeirantes e a Associação dos Produtores Rurais da Serra. O projeto foi reconhecido em 2014 no âmbito estadual como finalista do prêmio Extensionistas da Emater. 

 

7 - LIÇÕES APRENDIDAS

Diante do histórico de trabalho desenvolvido na Cooperativa Novacitrus, a principal lição apreendida pelos seus associados foi trabalhar em grupo e de forma organizada. O trabalho de organização é reconhecido, como sendo uma boa prática, ao padronizar e acelerar a adoção de uma diversidade de ações, que levam a sustentabilidade da atividade econômica, social e ambiental.

A experiência demonstrou que sem a organização da associação e posteriormente da Cooperativa os produtores continuariam a enfrentar problemas de logística e estariam impossibilitados de agregar maior valor a sua produção. Os associados da Cooperativa concluíram que, para alcançar uma rentabilidade que justificasse os investimentos, considerando as pequenas áreas dos pomares, deveriam ter suas ações direcionadas ao mercado.

Entre os entraves existentes, destaca-se: a pouca disponibilidade de recursos financeiros para realização de novos investimentos em máquinas de beneficiamento, capital de giro, recursos para implantação da indústria de transformação e um caminhão; implantação de variedades de laranja (Navelina e Shamout) que não obtiveram resultados econômicos satisfatórios; obtenção de mudas de laranja por alguns produtores que não atenderam o padrão de qualidade para alcançar a expectativa de produção; comercialização da produção fora da cooperativa por parte de alguns associados; e descuidos no manejo de doenças por parte do produtor.  

 

8 - ORIGINALIDADE DA PRÁTICA

Trata-se de uma iniciativa original na região onde está sendo aplicado o projeto. 

 

 

 

 

São aceitas visitas em qualquer época do ano, em qualquer dia da semana, avisar com no mínimo 3 meses de antecedência.
Número máximo de visitantes: 20. 

 

 

Assessoria Técnica e Editoração
Eng. Carlos Biasi - Oficial de Programas da FAO/ONU para a Região Sul do Brasil. 
Msc. Felipe Jhonatan Alessio - Assistente de Programas da Unidade de Coordenação de Projetos da FAO/ONU no Sul do Brasil.

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