O Consórcio Empresarial entre Cooperativas da Agricultura Familiar visa à integração das Cooperativas da Agricultura Familiar em rede, em nível de Estado, com a finalidade de criar uma inter-relação entre as mesmas e o mercado, de forma organizada e eficiente. Busca um arranjo entre elas, que possibilite, aumentar a escala e a regularidade de oferta dos seus produtos no mercado, além de viabilizar as pequenas organizações, reduzir custos e aumentar a renda dos produtores associados à estas Cooperativas.

A prática é desenvolvida no município de Curitiba, com a participação de 10 Cooperativas, e envolvendo agricultores e consumidores em 14 bairros do município. Com a realização de 15 feiras e 01 sacolão permanente, alocado a um terminal urbano de Curitiba, onde são comercializadas cerca de 10 toneladas diárias por feira, com a oferta à população de produtos de boa qualidade e a um preço acessível.

 

A - Informações gerais

 

INÍCIO: Março de 2013.

ENTIDADES EXECUTORAS: Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural - EMATER - PR e Prefeitura Municipal de Curitiba – Secretaria Municipal do Abastecimento.

ENTIDADES CO-EXECUTORAS: Cooperativa de Processamento Alimentar e Agricultura Familiar Solidaria de São José dos Pinhais (Copasol – Município de São José dos Pinhais-PR), Cooperativa  dos Produtores Rurais de Contenda (Cootenda – Município de Cotenda - PR), Cooperativa Agroindustrial da Lapa (Coopersui – Município da Lapa - PR), Cooperativa da Agricultura Familiar Integrada de Cerro Azul (Coopafi – Município de Cerro Azul – PR), Cooperativa Agroindustrial do Litoral Paranaense (Cooativa – Município de Morretes – PR), Cooperativa Agroindustrial de Produtores de Corumbataí do Sul – (Coaprocor – Município de Corumbataí do Sul – PR), Cooperativa dos Fruticultores de Nova América da Colina  (Nova Citrus – Município de Nova América da Colina – PR), Cooperativa dos Agricultores Familiares de Campo Largo (Cooperlargo – Município de Campo Largo- PR), Cooperativa Agroindustrial dos Agricultores Familiar da Colônia Castelhano (Coocastel – Município de São José dos Pinhais – PR), Cooperativa Agrícola Familiar de Colombo (Cooacol – Município de Colombo – PR).

PARCEIROS: Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento (SEAB), Centrais de Abastecimento do Paraná (CEASA-PR).

APRESENTADO POR: José Custodio Canto Guimarães Junior.

RECURSOS: Próprios e de terceiros.

FAIXA DE VALOREntre US$ 15 mil e US$ 25 mil.

CATEGORIA: Projeto.

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Inclusão Sócio-Produtiva.

PALAVRAS-CHAVE: Consórcio, Ater, Prefeitura, Consumidor e Mercado.

PÚBLICO-ALVO: Cooperativas da Agricultura Familiar, e Produtores Associados à Cooperativas, Prefeituras Municipais e os Consumidores Finais.

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Municipal.

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: 

Área Periurbana. Iniciativa desenvolvida no município de Curitiba, envolvendo espaços pré-estabelecidos, em ruas de 14 bairros. Incluindo-se uma praça no centro da cidade e um terminal rodoviário urbano. 

  

B - Descrição da prática

 

1- ANTECEDENTES

O modelo de integração e união utilizado pelo sistema cooperativo consiste nas chamadas cooperativas centrais, onde três ou mais cooperativas singulares se unem e constituem uma nova cooperativa (cooperativa central), a quem cabe complementar as atividades das demais, quanto à compra, venda e agro- industrialização de seus produtos.

As Cooperativas da Agricultura Familiar encontravam dificuldades em atender as demandas das chamadas públicas para aquisição de alimentos, dos programas governamentais (PAA – Programa de Aquisição de Alimentos e PNAE – Programa Nacional de Alimentação Escolar), principalmente em municípios de maior porte, em razão da necessidade de diversidade de produtos e do volume demandado.

Outro fato a ser considerado relaciona-se às dificuldades encontradas para a acessar o mercado de um modo geral, restringida pela ausência de uma estrutura de logística para a recepção, preparo e distribuição dos produtos.

Os produtos hortifrutigranjeiros oferecidos no comércio local dos bairros, devido aos fatores apontados, apresentavam custos mais elevados e de qualidade inferior.

  

2- OBJETIVO GERAL

Constituir um consórcio que integre Cooperativas da Agricultura Familiar em rede, com a finalidade de criar uma inter-relação entre Cooperativas e o mercado, de forma organizada e eficiente, oportunizando um arranjo que permita atender os mercados institucionais e convencionais.   

Objetivos específicos:

  • Aumentar a escala e a regularidade de oferta de produtos no mercado;

  • Melhorar a eficiência competitiva das Cooperativas;

  • Melhorar a logística de distribuição e reduzir custos;

  • Viabilizar as pequenas organizações;

  • Promover e articular o intercâmbio entre as organizações;

  • Criar condições para que as Cooperativas possam industrializar frutas e hortaliças;

  • Diminuir os altos índices de perdas nos produtos comercializados;

  • Reduzir o movimento (passeio) no transporte de frutas e hortaliças;

  • Melhorar a qualidade dos produtos produzidos;

  • Viabilizar as pequenas propriedades rurais com o cultivo de frutas e hortaliças;

  • Fornecer produtos com preços mais acessíveis.

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

A Prefeitura Municipal de Curitiba, através da Secretaria Municipal do Abastecimento (SMAB) estruturou o Projeto “Nossa Feira”, com o objetivo principal de promover a comercialização de frutas e hortaliças em quantidade, qualidade e preços acessíveis à população.

Considerando as dificuldades que os agricultores familiares ou cooperativas da agricultura familiar encontram quando atuam isoladamente, especialmente aquelas relacionadas à logística do produto, a SMAB buscou apoio junto à EMATER - PR para viabilizar procedimentos de comercialização, bem como permitir que as cooperativas da agricultura familiar pudessem futuramente atender também as demandas dos programas governamentais (PAA e PNAE).

Para a efetivação da proposta final foram realizadas inúmeras reuniões e discussões na busca de uma proposta consensual entre os atores (SMAB, EMATER - PR e Cooperativas da Agricultura Familiar). A alternativa encontrada foi à constituição de um consórcio formado por 10 cooperativas, sendo 08 delas de municípios próximos a Curitiba e 02 pertencentes a outras regiões do Estado.

A integração foi formalizada legalmente, através de um “Contrato de Parceria” em que foram definidos objetivos, direitos e deveres, além de responsabilidades, atribuições e outros elementos pertinentes. Com a incumbência de representar, administrar e operacionalizar o Consórcio, foi eleita uma Cooperativa denominada “Âncora”. 

Nesta alternativa, as Cooperativas não perdem sua relação comercial própria, pois continuam operando com os seus clientes, contudo, passam a ter outras opções comerciais na colocação de seus produtos, através da ação consorciada em feiras, sacolões e atendendo aos consumidores de forma mais direta.

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

Entre os resultados mais expressivos obtidos até agora, figuram os elementos disponibilizados a seguir:

  • A Integração de 10 Cooperativas para comercialização da produção no consórcio da região metropolitana de Curitiba;

  • A realização de 15 feiras em diversos bairros do município de Curitiba e 01 sacolão permanente, alocado a um terminal urbano;

  • A comercialização de 10 toneladas diárias de alimentos por feira;

  • Oferta à população de produtos de boa qualidade e a um preço acessível (R$ 1,99 /Kg);

  • Rentabilidade obtida pelos produtores, entre 30% a 40% de margem, em relação ao preço praticado no CEASA;

  • Economia ao consumidor de, em média, 40 % a 45% em relação ao preço dos produtos praticados nos supermercados;

  • Adesão de 60 novos associados nas cooperativas participantes;

  • Nas cooperativas Ancoras houve um crescimento de 07 para 48 funcionários;

  • Aumento de 20 % área plantada pelos produtores associados às cooperativas participantes;

  • Houve um crescimento de 30% a 40% na quantidade de produtos comercializados;

  • Participação média de 1.000 a 1.200 consumidores por feira promovida.

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

Para o desenvolvimento do projeto, a EMATER – PR disponibilizou uma equipe multidisciplinar, composta por especialistas em cooperativismo, em olericultura e fruticultura, bem como técnicos de campo para atendimento aos produtores.

A Prefeitura disponibilizou uma equipe de técnicos com conhecimento em mercados de rua (feiras livres) e equipamentos (barracas, balanças, caixarias e outros) para que as cooperativas pudessem realizar as feiras.

A cooperativa denominada “Ancora” recebeu apoio da CEASA - Curitiba através da cessão de espaços mediante pagamento da tarifa social (2 boxes), para viabilizar a logística de recepção, preparo e distribuição dos produtos, bem como de caminhões para o transporte aos locais de comercialização. Algumas cooperativas participantes responsabilizaram-se pelo transporte e pelas caixarias de acomodação dos produtos até a CEASA. 

Em síntese, os recursos necessários para atender a proposta foram:

Recursos humanos: 02 gestores, 03 especialistas nas áreas de olericultura, fruticultura e técnico de campo;

Recursos Materiais: Microcomputadores, materiais de uso pessoal, combustível e outros.

Infraestrutura: 02 Veículos leves, 05 Caminhões, espaço físico – Ceasa (02 boxes para a recepção, preparo e distribuição dos produtos) e a Prefeitura Municipal de Curitiba –disponibilização de locais (15 ruas e 01 Terminal de ônibus) para a realizações das feiras no perímetro urbano.

 

6 - TRANSFERÊNCIA

O presente projeto está sendo realizado em Curitiba, encontrando-se já consolidado e com uma expressiva aceitação, principalmente junto aos atores envolvidos. Em outras palavras, a extensão rural, a prefeitura municipal, as cooperativas participantes e, em especial, o público consumidor, interagem para a obtenção dos resultados de comercialização obtidos pelas feiras, em média movimentando 10 toneladas de produtos por feira, por meio da circulação de 1.000 a 1.200 consumidores.

Este modelo de projeto e organização pretende ser disseminado a diferentes regiões do estado do Paraná, principalmente em municípios de média e grande população (São Jose dos Pinhais, Colombo, Londrina) envolvendo prefeituras municipais interessadas e as cooperativas dos agricultores familiares. 

 

7 - LIÇÕES APRENDIDAS

 Varias foram às lições aprendidas nesta prática, dentre elas as que mais contribuíram para o sucesso do projeto foram: 

  • A parceria entre a EMATER – PR e a Prefeitura Municipal de Curitiba;
  • A integração e a união das cooperativas envolvidas, a participação da CEASA, na cessão de um espaço físico para recepção, preparo e distribuição da produção;
  • O apoio da SEAB e do MDA nos projetos e programas institucionais e a dedicação de todos os técnicos envolvidos.

Após quase três anos de implantação da proposta é possível identificar o nível de satisfação das cooperativas participantes e dos consumidores com a qualidade dos produtos ofertados e com o preço praticado.

Entre os principais entraves surgidos podem ser destacados:

  • Falta de confiança inicial entre as cooperativas participantes por desconhecimento do sistema de consórcio;
  • Dificuldades em conciliar interesses financeiros;
  • Inexistência de disponibilidade de produtos a serem fornecidos, especialmente frutas.

 

8 - ORIGINALIDADE DA PRÁTICA

Trata-se de uma iniciativa original na região onde está sendo aplicado o projeto. 

 

 

 

 

As feiras e a unidade Ceasa estão à disposição para visitas agendadas, não havendo limites de participantes e nem dias específicos.
O horário de realização das feiras é das 17:00 horas às 21:00 horas e nos terminais e sacolões das 8:00 às 19:00 horas, diariamente.

 

 

 

 Assessoria Técnica e Editoração
Eng. Carlos Biasi - Oficial de Programas da FAO/ONU para a Região Sul do Brasil. 
Msc. Felipe Jhonatan Alessio - Assistente de Programas da Unidade de Coordenação de Projetos da FAO/ONU no Sul do Brasil.

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