O projeto “De Olho na Terra” teve como objetivo a criação de um telecentro com internet banda larga, anexo ao centro comunitário do Assentamento da Reforma Agrária “Butiá”, localizado no distrito de Volta Grande, município de Rio Negrinho/SC. Atualmente existem 12 telecentros, pois a proposta está sendo desenvolvida em 05 municípios do estado de Santa Catarina, 03 do Paraná e 03 do Rio Grande do Sul.

 

Contemplando 874 beneficiários ou 6.053 famílias, cujas capacitações realizadas propiciam aos jovens da reforma agrária o entendimento quanto às novas possibilidades de mercado de trabalho, não os afastando da produção agrícola e sim, inserindo-os em novas metodologias de organização da produção e da comercialização, como a capacidade de criar e editar planilhas de cálculos, relatórios de reuniões, organização das diferentes produções e até mesmo o funcionamento administrativo. Consequentemente, por meio das capacitações, os jovens tornam-se multiplicadores para transferência de tecnologias de informação e comunicação.

 

A - Informações gerais

 

INÍCIO: Novembro de 2011 (em andamento)

ENTIDADE EXECUTORA: Laboratório de Educação do Campo e Estudos da Reforma Agrária – LECERA / Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC

CO-EXECUTOR: Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MST

APRESENTADO POR: Clarilton Ribas, Aline Korosue, Jiana Tomaz Moro e Revero Ribeiro

RECURSOS: Terceiros 

FAIXA DE VALOR: Acima de US$ 25 mil

CATEGORIA: Projeto

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Inclusão Sócio-Produtiva

PALAVRAS-CHAVE: Comunicação, Cultura, Juventude Rural, Tecnologia da Informação, Capacitação, Reforma Agrária, Assentamentos, Inclusão Digital, Agentes Comunitários, Agricultura

PÚBLICO-ALVO: Juventude da Reforma Agrária 

LOCALIZAÇÃO: Área rural

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Região Sul

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: Assentamentos da Reforma Agrária

 A iniciativa está presente nas seguintes abrangências;
• Paraná: Municípios de Arapongas, Rio Bonito do Iguaçu e Jardim Alegre;
• Santa Catarina: Municípios de Dionísio Cerqueira, Abelardo Luz, Catanduvas, Matos Costa, Rio Negrinho e Correia Pinto
• Rio Grande do Sul: Municípios de Viamão, Pontão e Candiota.

 

B - Descrição da prática

 

1- ANTECEDENTES

A população do campo, historicamente, migra em grandes massas para os centros urbanos à procura de qualidade de vida, garantia de emprego, salários dignos e sustento familiar. A juventude rural, em particular, busca instrumentos, inovações e confortos tecnológicos que usualmente não acessam no meio rural.

Neste contexto, o projeto teve como propósito criar alternativas para a manutenção do jovem no campo, as quais supram algumas, entre as suas demandas, a partir da capacitação em Tecnologias da Informação e Comunicação – TICs.

O uso de TICs apresenta-se tanto como uma ferramenta de inclusão dos jovens rurais no mercado de trabalho, quanto para o emponderamento da juventude com histórico de abandono na área de informação e comunicação. Entre todas as transformações e avanços das tecnologias na sociedade, uma das mais significativas está relacionada à comunicação, restrita anteriormente aos que detêm os meios materiais de produzir e circular a informação.

Através do desenvolvimento das TICs, pequenos grupos podem criar redes comunitárias de comunicação através das diversas possibilidades disponíveis, tornando-se agentes da comunicação e não mais meros espectadores.

 

 2- OBJETIVO 

Fortalecer as ações da juventude no campo em assentamentos da reforma agrária, capacitando-os em diferentes linguagens e técnicas na área da comunicação digital direcionadas às melhorias na produção de alimentos, gestão e comercialização.

Objetivos Específicos:

  • Desenvolver alternativas para a manutenção do jovem no campo que correspondam as suas demandas;
  • Manter espaços de convivência e socialização atrativos aos jovens, ampliando ações de cidadania nas áreas rurais;
  • Promover a inclusão digital dos jovens rurais contribuindo na organização e comercialização da produção;
  • Elaborar conteúdos para a divulgação de aspectos regionais e de produção da reforma agrária;
  • Contribuir na produção de conhecimento, colaboração e compartilhamento das informações, experiências e conhecimentos adquiridos;
  • Formar multiplicadores para transferência de tecnologias de informação e comunicação.

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

A presente iniciativa foi articulada na perspectiva de servir como ferramenta de inclusão digital dos jovens rurais, bem como de significar um espaço atrativo de convivência e socialização entre os jovens. Materializou-se por meio da implantação de um telecentro, no assentamento Butiá, município de Rio Negrinho, norte do estado de Santa Catarina.

Inicialmente pretendia-se capacitar a juventude do assentamento Butiá, além de outros do entorno, relativamente ao uso básico de programas de organização. Abordaram-se, portanto, ferramentas como editor de texto, planilhas de cálculo, bancos de dados e sistemas de informações, considerados fundamentais para a gestão, organização e administração da produção, com controle de fluxo financeiro e de produtos. Além disso, as capacitações também incluíram formações quanto ao uso da internet, como o acesso a chats e fóruns, além da criação de blogs.

As oficinas foram construídas com intuito de contribuir com a capacitação contínua dos jovens dos assentamentos para o mercado de trabalho, contudo, a iniciativa também comportou a capacitação no uso de câmeras para registrar a produção e a cultura local e, consequentemente, disponibilizar este conteúdo através do blog na internet.

Para a consolidação de uma política de inclusão digital, não é suficiente oferecer um computador e um manual básico de funcionamento. Precisa-se criar e realizar ações favoráveis à produção de conhecimento. O projeto “De Olho na Terra” , através de suas ações veio fortalecer uma política digital mais ampla, levando as tecnologias de informação e comunicação para o campo, principalmente para os jovens da reforma agrária dos assentamentos de Rio Negrinho dando origem a um processo de formação, que possibilitou aos jovens participantes do projeto, conhecerem e se capacitarem nas TICs.

Em outras palavras, o acesso a tecnologias da informação e comunicação estão fortemente associados a atividades de entretenimento, acesso a redes sociais, entre outros instrumentos para a interação e lazer proporcionados pelo meio digital. Vale ressaltar, que uma preocupação permanente que acompanhou todo o desenvolvimento do projeto foi não ter como produto final uma espécie de "lan house" rural, por isso buscou-se situar a tecnologia como ferramenta de inclusão e suas múltiplas possibilidades. Desta forma procurou-se imprimir a noção de que a tecnologia de comunicação contemporânea pode e deve ser mobilizada para suas possibilidades de entretenimento.

Igualmente prestar-se a propósitos mais nobres, quer no campo do trabalho, quer no campo mais amplo da política, como ferramenta indispensável alocada aos debates e tarefas que possam abrir caminho para a construção de uma democratização das informações. A referida tecnologia iniciada em 2011, com a implantação do Telecentro em Rio Negrinho, foi replicada em 2012 para mais 05 municípios do estado de Santa Catarina ( Catanduvas, Matos Costa, Correia Pinto, Dionísio Cerqueira e Abelardo Luz) por meio do Projeto "De Olho na Terra - Estadual/SC", que incluí oficinas no município de Rio Negrinho, também no estado de Santa Catarina. Este projeto está ainda em andamento, e já foram realizadas as inaugurações de 03 telecentros e a realização de 30 oficinas nos 06 pólos envolvidos. Em 2014, a tecnologia foi replicada para a Região Sul, envolvendo, a partir do Projeto "De Olho na Terra - Região Sul", os estados do Paraná e Rio Grande do Sul. Isto decorreu por meio da proposição de mais 03 telecentros no estado do Paraná, nos municípios de Jardim Alegre, Rio Bonito do Iguaçu e Arapongas, e outros 03, no estado do Rio Grande do Sul, nos municípios de Pontão, Viamão e Candiota, todos financiados pelo Ministério das Comunicações.

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

Os principais resultados traduzidos pela iniciativa Inclusão Digital para a Juventude Rural – “De Olho na Terra” podem ser observados a seguir:

• Produção técnica-científica com conteúdo audiovisual – 12 vídeos produzidos pelos jovens durante as Oficinas Ministradas ;
• Organização de eventos – 12 (seminários, encontros, etc);
• Beneficiários do projeto nos municípios envolvidos – 874 beneficiários diretos;
• Número de assentamentos atingidos pela iniciativa - 173 assentamentos com 6.053 famílias;
• Construção de 12 Telecentros contendo equipamentos tecnológicos como computadores, câmeras digitais, projetor, internet etc.

 

 5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

Recursos Humanos:

  • Contratação de 01 coordenador por Telecentro - 12 Coordenadores atualmente;
  • Recursos humanos envolvidos nos processos de capacitação – 04 alunos de doutorado envolvidos no projeto, 01 Aluno de mestrado envolvido no projeto, 01 alunos de graduação colaborador e 16 alunos de graduação bolsistas.

Despesas Correntes:

  • Combustível para seminários e capacitações, transporte para assessores dos seminários; alimentação para equipes de formação dos seminários e beneficiados, hospedagens, alimentos nos seminários e capacitações, transporte para participantes de seminários e das capacitações

Recursos Materiais por Telecentro:

  • Materiais de construção para manutenção e reforma de telecentros:
  • 01 Câmera de vídeo HD com kit microfone e tripé;
  • 01 Câmera fotográfica;
  • 01 Computador de edição de áudio e vídeo;
  • 10 Computadores;
  • Complementos e Móveis - 10 Caixas de som, 01 Nobreak, 10 Estabilizadores, 01 Switch,01 Roteador, 01 Projetor multimídia, 01 Impressora, 01 Tela para projeção, 01 Caixa de som amplificadora, 01 Armário de aço, 30 Cadeiras de computador, 12 Mesas para computadores e impressora, 1 HD externo, 1 kit para rádio, 30 Pen drives, 02 Cartões sdhc, além de serviços de instalação e manutenção em TI.

 

6 - TRANSFERÊNCIA

Já existe uma articulação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra com o LECERA, conjuntamente com o Ministério das Comunicações e outras Universidades, para replicar esta experiência em assentamentos da reforma agrária de todo o Território Nacional.

 

7 - LIÇÕES APRENDIDAS

O projeto possui um conceito mais amplo, do que somente trazer tecnologias de comunicação e informação para a juventude rural. Entende-se o acesso à tecnologia da informação como ferramenta a serviço de um propósito relacionado a capacitações adequadas à inserção social. Em relação às dificuldades enfrentadas, ressalta-se os trâmites burocráticos de operacionalização do recurso público, seus andamentos para a reforma dos espaços físicos dos telecentros e a compra dos materiais necessários para as atividades acontecerem.

Também se ressalta a morosidade na tramitação da instalação das redes de internet, nas áreas de assentamentos rurais, oferecidas pelo Programa Governo Eletrônico - Serviço de Atendimento ao Cidadão (GESAC), do Governo Federal, razão pela qual, muitas oficinas de formação tiveram que ser adiadas, pois os telecentros não contavam com o devido acesso a internet.

Outra dificuldade enfrentada diz respeito às precárias instalações das estruturas de acesso ao meio rural nos 03 estados abrangidos pela iniciativa, principalmente, na falta de manutenção das estradas de acesso às propriedades e centros comunitários dos assentamentos, ocasionando a dificuldade e/ou impossibilidade de realização de algumas atividades.

Em linhas gerais, o projeto propiciou como pontos positivos a capacitação dos jovens dos assentamentos de reforma agrária, que passaram a produzir áudios e vídeos nos seus espaços de vivência, estimulando a criação de grupos de jovens para debater a o papel importante que a Juventude deve desenvolver e as condições referentes à permanência no campo, principalmente, usando como ferramenta as tecnologias da informação e comunicação.

Além disso, as técnicas e conhecimentos adquiridos durante as formações, com a importante contribuição no que diz respeito aos equipamentos adquiridos pelo projeto, possibilitou a produção de materiais audiovisuais de qualidade considerável, que permitiu aos jovens conhecer e divulgar sua realidade a partir do ponto de vista dos homens, mulheres e jovens do campo, por meio da comunicação popular.

As capacitações realizadas no projeto também propiciaram aos jovens da reforma agrária o entendimento quanto às novas possibilidades de mercado de trabalho não os afastando da produção agrícola e, sim, inserindo-os em novas metodologias de organização da produção e da comercialização, possibilitando grandes avanços e inserções sociais para o desenvolvimento do jovem rural e do campo de modo geral e, consequentemente, agora estando capacitados, tornam-se multiplicadores para transferência dos conhecimentos de tecnologias de informação e comunicação.

Apesar de ter tido como foco a contribuição para a produção voltada ao mercado de trabalho, o principal resultado foi o avanço no debate sobre a comunicação popular no meio rural, com principal foco na formação técnica e política dos jovens no que se refere à utilização dos meios de comunicação para a divulgação das ações já desenvolvidas e em desenvolvimento ligadas à produção de alimentos saudáveis nos assentamentos da reforma agrária.

 

8 - ORIGINALIDADE DA PRÁTICA

Trata-se de uma iniciativa original na região onde está sendo aplicado o projeto. 

 

Os meses em que acontecem as oficinas são os melhores para visita à prática – entre março a junho e agosto a novembro. As atividades acontecem em finais de semana – das 08:00 ás 18:00 de sábado e das 08:00 às 12:00 de domingo. Sem limite de visitantes.

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