Trata-se de uma metodologia inovadora de assistência técnica e extensão rural - ATER - junto a mulheres na agricultura familiar, com a finalidade de promover sua capacitação e organização produtiva na cultura do café. Garantindo adicionalmente a qualidade do produto, e buscando interferir positivamente na geração e apropriação da renda por estas cafeicultoras, com vistas à redução das históricas desigualdades de gênero presentes no meio rural. 

 

Como resultados principais observados pela iniciativa constata-se o aumento significativo da presença feminina nos eventos promovidos pela EMATER e, expressiva participação das mulheres nos concursos de cafés de qualidade, obtendo neles, excelentes classificações.

 

A - Informações gerais

 

INÍCIO: Abril de 2013 (em andamento)

ENTIDADE EXECUTORA: Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural - EMATER

PARCEIROS: Aliança Internacional das Mulheres do Café (IWCA – InternationalWomensCoffee Alliance), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – SENAR/ PR, Prefeituras Municipais/ Secretarias dos municípios envolvidos e Instituto Agronômico do Paraná – IAPAR

APRESENTADO PORCintia Mara Lopes de Souza, Luciana Soares de Morais e Otávio Oliveira da Luz 

RECURSOS: Próprios e de Terceiros 

FAIXA DE VALOR: Até U$5 mil

CATEGORIA: Projeto

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Inclusão Sócio-Produtiva

PALAVRAS-CHAVE: Agricultura Familiar, Mulheres Agricultoras, Inclusão Sócio Produtiva, Igualdade de Gênero, Valorização do Trabalho Feminino, ATER para Mulheres, EMATER

PÚBLICO-ALVO: 180 mulheres agricultoras de famílias produtoras de café, organizadas em 12 grupos informais em seus bairros rurais, em 12 municípios envolvidos

LOCALIZAÇÃO: Área rural

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Microrregional

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: O Projeto é desenvolvido no estado do Paraná, majoritariamente, em municípios do Território Integração Norte Pioneiro –Ibaiti, Japira, Jaboti, Pinhalão, Joaquim Távora, Carlópolis, Tomazina, Ribeirão Claro, Siqueira Campos e Salto do Itararé, incluindo ainda, dois municípios do Território Caminhos do Tibagi  - Curiúva, Figueira

 

 

B - Descrição da prática

 

1- ANTECEDENTES

Até 2013, não havia um trabalho específico com agricultoras que explorassem a cultura do café na região do Norte Pioneiro, do estado do Paraná. Em consequência, as mulheres eram atendidas em ações isoladas pela EMATER, não apresentando resultados muito visíveis. 

Nos eventos grupais realizados sobre café, a participação era predominante masculina, e as agricultoras não se sentiam à vontade quando participavam. 

Por outro lado, os técnicos envolvidos com a cadeia produtiva do café, não priorizavam o atendimento às mulheres em suas visitas às propriedades, uma vez que o foco do trabalho sempre fora o “agricultor”, e como consequência, não percebiam a necessidade, ou mesmo não se sentiam à vontade em trabalhar com um público caracterizado pelo gênero feminino excluindo-se por isso, de forma não intencional, as mulheres da assistência técnica.

Os trabalhos desenvolvidos pelas equipes de ATER, tanto no âmbito social, quanto no produtivo, não apresentavam interação. Na maioria dos municípios, o trabalho não era estruturado em grupos, com o atendimento feito através de visitas individuais e algumas metodologias grupais,incapazes de gerar a supracitada integração entre as ações sociais e as produtivas. Não obstante se reconheça a importância destas questões, uma vez que a própria lei de ATER define como um dos seus princípios, a equidade de gênero.

 

2- OBJETIVO 

Capacitar as mulheres para uma produção de café de qualidade, através da inserção nas atividades desenvolvidas pela EMATER, promovendo a sua organização produtiva, com vistas à melhoria da renda e redução das históricas desigualdades de gênero.

Objetivos Específicos:

•Envolver as mulheres cafeicultoras em atividades de capacitação;

•Promover sua organização produtiva;

•Contribuir para a melhoria da renda gerada nas propriedades e incentivar a participação das mulheres nos processos de gestão;

•Reduzir as desigualdades de gênero nos núcleos familiares agrícolas e promover a inserção feminina em práticas extensionistas.

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

O trabalho com as mulheres do café iniciou-se em abril de 2013, quando foi lançado o Projeto Mulheres do Café, no Primeiro Encontro Regional, evento que propiciou a organização dos grupos nos municípios abrangidos pelo projeto, com a realização de reuniões em locais tradicionalmente devotados à produção do café. 

Nas reuniões, juntamente com as mulheres, elaborou-se um planejamento anual de trabalho para os grupos, contemplando, além dos encontros regionais, reuniões técnicas, cursos, excursões e visitas às propriedades. As reuniões tiveram duração de cerca de três horas, utilizando-se parte do tempo,em temas de ordem produtiva, e parte, para a discussão de temas relativos ao desenvolvimento humano, pessoal e de organização, segundo o interesse das participantes. Esta metodologia tem sido mantida até hoje. 

No mesmo ano, as mulheres envolvidas no projeto, estabeleceram contato com a Aliança Internacional das Mulheres do Café, resultando em grande reconhecimento da iniciativa por parte desta organização. 

Ao final de cada ano são realizadas reuniões de avaliação e replanejamento, ocasião em que se procede à avaliação dos pontos positivos e as correções que devem ser encaminhadas nos trabalhos do ano seguinte, fato que tem servido de estímulo para a continuidade do grupo.

Destaca-se ainda que, em cada um dos eventos realizados, as mulheres do café são incentivadas a colaborar na divulgação, organização do local, organização das refeições e levantamento de recursos para os eventos regionais, o que demonstra o compromisso e a confiança das cafeicultoras no trabalho executado. 

Os técnicos envolvidos no trabalho são multidisciplinares (economia doméstica, engenharia agronômica e técnicos agrícolas), e simultaneamente à capacitação dos grupos de mulheres, também eles, estão sendo capacitados. 

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

Para viabilizar os resultados nos anos de 2013, 2014 e 2015, realizaram-se a saber:

•48 cursos para mulheres; 

•106 reuniões técnicas; 

•03 encontros regionais; 

•03 excursões; e 

•748 visitas a propriedades.

 

Em 2015, as mulheres engajadas no projeto tiveram expressiva participação no “Concurso Estadual de Café Qualidade Paraná” sendo que, três delas, venceram em suas respectivas categorias. No concurso Nacional da Associação Brasileira da Indústria do Café – ABIC,  repetiu-se a boa classificação das cafeicultoras do Norte Pioneiro do Paraná, sendo que na categoria micro lote, cereja descascado e natural, obtiveram o primeiro, segundo e terceiro lugar respectivamente.

Em relação à organização, temos hoje 12 grupos, congregando ao todo em torno de 180 mulheres, que desde 2014, fazem parte oficialmente do Subcapítulo Norte Pioneiro da Aliança Internacional das Mulheres do Café - IWCA, organização que congrega mulheres de diversas partes da cadeia produtiva do café no mundo. A importância disso reside no fato de proporcionar-se visibilidade ao projeto, também no mercado externo, divulgando o potencial para a produção de café especial por meio da valorização do trabalho feminino.

A promoção da igualdade de gênero já pode ser constatada pela expressiva presença feminina nos eventos promovidos pela EMATER, como por exemplo, durante o 19º Encontro do Café de Ribeirão Claro, onde mais de 50% do público era de cafeicultoras, ao contrário das edições anteriores, cuja presença sempre foi predominantemente masculina. Para o EMATER, este projeto elevou a qualidade da assistência técnica e extensão rural,pelo reconhecimento constante ao trabalho desenvolvido, e ainda, pela evolução da importância experimentada pelas certificações e mercados específicos para cafés especiais. 

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

Para efeito da consecução da proposta descrita, usualmente são alocados valores, nas seguintes linhas:

Recursos Humanos:

  • 02 técnicos (agrônomos e técnicos agrícolas);
  • 01 técnica social (economista doméstica ou afim) atuando na área de abrangência do território do Norte Pioneiro.

Recursos Materiais:

  • Os técnicos necessitam de veículos para o deslocamento e materiais para efeito das reuniões práticas. 

Nota: O valor total estimado para a implantação de uma unidade da tecnologia social é como segue:

Valor estimado para um grupo (10 a 20 participantes) / ano: 

  • Horas técnicas - 20 hs /mês x 10 meses/ ano –R$ 5.600,00;
  • Manutenção escritório/ ano –R$ 5.000,00;
  • Combustível/ ano –R$ 1.000,00;
  • Transporte coletivo/ 4 eventos ano –R$ 1.000,00;
  • Alimentação 08 eventos/ano –R$ 3.000,00.

                       TOTAL - R$15.600,00

 

6 - TRANSFERÊNCIA

A prática tem sido executada em 12 unidades de referência (12 grupos, em 12 municípios). Não existe, por enquanto, a intenção de ampliar o número de municípios envolvidos, bem como, até o momento, não houve procura por parte de outras instituições com a intenção de replicar a prática.

 

7 - LIÇÕES APRENDIDAS

Esta prática trouxe, entre outros, dois aprendizados em especial. 

•O primeiro deles em demonstrar que o trabalho de formação técnica deve caminhar conjunto com as questões sociais, do contrário torna-se difícil manter o interesse dos grupos sociais e seu compromisso com o projeto;

•Por outro lado, o envolvimento dos beneficiários, em todas as fases, desde o planejamento até a avaliação de todas as ações realizadas é fundamental para alcançar este comprometimento e envolvimento dos grupos;

Quanto ao público participante, espera-se que tenham compreendido a importância da organização e mobilização social para alcançar melhorias, que vão desde a orientação técnica constante e efetiva, até a possibilidade já vislumbrada de melhorias na comercialização e renda obtida com o café.

Para isto contribuiu a metodologia adotada, participativa em todas as fases do projeto, e respeitando as especificidades da cultura do café, conforme já relatado.

No tocante aos entraves identificados, registram-se as dificuldades iniciais para a obtenção da integração e adesão do gênero feminino ao atendimento da ATER, bem como o relativo despreparo dos agentes de ATER para atendimento a um público composto predominantemente, ou exclusivamente, por mulheres.

 

8 - ORIGINALIDADE DA PRÁTICA

Trata-se de uma iniciativa original no Estado.

 

A experiência poderá ser visitada durante todo o ano, exceto nos meses de dezembro e janeiro. Visitação aberta em dias e horários comerciais (segunda a sexta feira, de 08 às 17 horas). Para melhor aproveitamento e conhecimento da prática sugere-se um número máximo 30 visitantes por vez.

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