A Acolhida na Colônia é uma associação de agricultores familiares destinada ao desenvolvimento do agroturismo. Através dela, pequenos agricultores passaram a oferecer, em suas propriedades, atividades de hospedagem, alimentação, venda de produtos, lazer. Esta atividade permitiu a geração de trabalho e renda no meio rural, sobretudo para as mulheres, contribuindo para sua autonomia.


Apenas no ano de 2014 a Acolhida na Colônia recebeu aproximadamente 5 mil visitantes, colaborando para o resgate da autoestima dos envolvidos e para melhoria das condições ambientais nas propriedades rurais, fomentando a adoção a agroecologia nas propriedades associadas.

 

 

A - Informações gerais

 

INÍCIO: junho de 1999 (em andamento)

ENTIDADE EXECUTORA: Associação de Agroturismo Acolhida na Colônia

ENTIDADES PARCEIRAS: Ministério do Desenvolvimento Agrário - MDA; Ministério do Turismo - MTur; Secretaria de Estado do Turismo, Cultura e Esporte de Santa Catarina; Santa Catarina Turismo S.A. -  Santur; Ashoka Brasil; Inter-American Foundation - IAF, Fundação Diacomina; TAM Linhas Aéreas; Bovespa Social & Ambiental; Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI; Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC; Associação de Agricultores Ecológicos das Encostas da Serra Geral - AGRECO; Centro de Formação em Agroecologia das Encostas da Serra Geral de Santa Catarina - CEFAE; Centro de Estudos e Promoção da Agricultura de Grupo - CEPAGRO

APRESENTADO PORThaise Costa Guzatti

RECURSOS: Próprios e de terceiros

FAIXA DE VALOR: Acima de US$ 25 mil 

CATEGORIA: Unidade de referência

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Inclusão sócio-produtiva

PALAVRAS-CHAVE: Desenvolvimento Rural; Agricultura Familiar; Agroturismo.

PÚBLICO-ALVO: Agricultores(as) familiares individuais ou organizados(as) em grupos associativos.

LOCALIZAÇÃO: Área rural

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Estadual

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: Municípios catarinenses de Rancho Queimado, Anitápolis, Santa Rosa de Lima, Rio Fortuna, Gravatal, Grão Pará, Urubici, São Joaquim, Leoberto Leal, Imbuia, Ituporanga, Aurora, Vidal Ramos, Presidente Nereu, Witmarsun, Apiúna, Rio do Sul, Agrolândia, Agronômica, Imbituba, Atalanta, Vitor Meireles, Ibirama e Presidente Getúlio.

 

B - Descrição da prática

 

1- ANTECEDENTES

A experiência surgiu no território das Encostas da Serra Geral de Santa Catarina que, na década de 90, sofria com a crise da agricultura familiar focada, até então, no cultivo de fumo e na queima da mata Atlântica para o carvão vegetal. O empobrecimento acentuou o êxodo rural. O cenário era mais grave para mulheres, devido ao trabalho árduo na roça e invisibilizado, visto como ajuda aos maridos. A mudança nos rumos do "desenvolvimento" do território inicia com um pacto para produção orgânica de alimentos e criação da  Associação dos Agricultores Ecológicos das Encostas da Serra Geral - AGRECO, estabelecido por um grupo de agricultores com um supermercadista de Florianópolis, natural de um dos municípios do território e engajado na busca de soluções para sua terra natal. Tendo canal de comercialização garantido e sendo uma produção mais sustentável, rapidamente outros agricultores se associaram e o processo foi se aprimorandoA iniciativa passou a atrair atenção de agricultores e técnicos de várias localidades do estado e do país. Como os municípios eram pequenos, essencialmente rurais, não apresentavam, em sua maioria, capacidade de atendimento desta demanda, não havendo estrutura hoteleira e restaurantes. Neste contexto, os agricultores começaram a receber os visitantes em suas propriedades, configurando-se uma nova oportunidade de renda.

Ao mesmo tempo, a acadêmica do curso de agronomia da Universidade Federal de Santa Catarina Thaise Guzzatti retornava da França após a realização de um estágio sobre a temática turismo rural. Buscava, como apoio do Centro de Estudos e Promoção da Agricultura de Grupo - CEPAGRO, uma localidade para desenvolver um projeto piloto tendo como inspiração as experiências que havia conhecido durante seu estágio. Assim, em 1997, CEPAGRO e AGRECO firmaram parceria para desenvolver o agroturismo nos municípios de atuação.

 

2- OBJETIVO GERAL

A Acolhida na Colônia tem como objetivo promover, por meio do agroturismo, a integração entre pessoas e organizações do meio rural e da cidade, estimulando a troca de experiências, valorizando a cultura e os modos de vida, estabelecendo relações comerciais justas e preservando o meio ambiente. A entidade estabeleceu com visão que deseja ser reconhecida pela sociedade como uma organização que promove o desenvolvimento rural sustentável através do agroturismo e que contribui, com seu trabalho, para permanência digna dos agricultores e agricultoras familiares no campo. 

Objetivos específicos:

- Contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos agricultores familiares, pela organização de atividades de agroturismo enquanto fonte complementar de renda;

- Valorizar as atividades dos agricultores familiares, oferecendo alternativas para que permaneçam no meio rural, resgatando sua história e sua cultura e fortalecendo uma prática produtiva dentro dos princípios da agroecologia, de proteção e de recuperação do ambiente natural;

- Organizar, em parcerias, o desenvolvimento de produtos agroturísticos baseados em circuitos locais e regionais;

- Resgatar a identidade cultural dos agricultores familiares, enquanto forte ingrediente de cidadania, propiciando-lhes um clima favorável para exposição de seus valores de cultura para a sociedade em geral.

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

Os agricultores da AGRECO foram convidados a sediar um projeto piloto aos moldes da experiência francesa, tendo em vista que já haviam expresso em seu planejamento estratégico de 1997 a necessidade do fomento ao agroturismo. O CEPAGRO enviou projeto ao Ministério da Agricultura, propondo uma metodologia para desenvolvimento do agroturismo em municípios rurais. A execução do projeto, segundo proposta do CEPAGRO, se constituiria num passo a passo, sendo o resultado final a implantação de um circuito regional de agroturismo nas Encostas da Serra Geral, envolvendo 5 municípios e trinta propriedades rurais.

Após algumas atualizações, foi desenvolvida e executada a metodologia constituída por 7 etapas, sendo elas:

1) mobilização: no município, deve-se reunir o maior número de agricultores familiares para palestras de esclarecimento e sensibilização sobre a atividade. Nestes eventos, técnicos locais ligados a área de agricultura são orientados a realizar convite dirigido para agricultores que considerem apresentar maior potencial para a atividade. Após as palestras, aqueles que apresentarem interesse são convidados para conhecer in loco, localidades com experiências semelhantes. Na sequência, decidem pela participação no projeto;

2) diagnóstico participativo/definição de projetos individuais: formado o grupo municipal de agricultores, eles passam a se reunir semanalmente em cada propriedade (rodízio), para avaliar pontos fortes e fracos de cada propriedade para o turismo, com a moderação de um profissional da área. Após a realização deste "diagnóstico", cada família define o seu interesse/projeto individual, levando em conta a avaliação feita pelo coletivo (hospedagem, alimentação, venda de produtos, etc);

3) associativismo - definição de roteiro: as propriedades são plotadas num mapa e de forma coletiva o grupo avalia se existe a possibilidade, com as propriedades existentes e seus projetos individuais, de formatação de um roteiro municipal. Neste momento os agricultores já se conhecem melhor e estão mais socializados para discutir formas mais colaborativas de condução do trabalho, incluindo a formação de uma associação e pactuação de regras mínimas;

4) capacitação: definidos os produtos e serviços a serem oferecidos, uma série de atividades de capacitação dos produtores passa a ser desenvolvida. Utiliza-se o formato de dias de campo; visitas técnicas; cursos de curta duração, seminários e a realização de estágios;

5) realização de investimentos: projetos são elaborados para adequação das estruturas existentes nas propriedades para a implantação dos serviços pretendidos pelas famílias. De posse dos projetos, os agricultores buscam financiamento sendo o mais usual o acesso ao PRONAF - Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar;

6) certificação: após implantação dos serviços, os agricultores solicitam a utilização da marca Acolhida na Colônia. Um comitê formado por agricultores e técnicos de outras localidades visita as propriedades e checa se as mesmas cumprem as regras mínimas estabelecidas pela Acolhida na Colônia (há um documento chamado caderno de normas que apresenta regras e condições para cada tipo de serviço). Se a avaliação for positiva a propriedade ganha o direito de uso da marca;

7) comercialização: após credenciamento da propriedade, ela passa a compor o site da acolhida, principal estratégia de comercialização e divulgação da entidade. 

A cada 3 anos é realizado um Seminário Estadual da Acolhida na Colônia. Trata-se de um momento interno que busca reunir todos os associados, proporcionando um encontro para troca de experiências e fortalecimento da associação enquanto grupo. Durante o seminário, boas práticas são identificadas e disseminadas entre os associados. Estes são convidados a apresentarem suas experiências como cases de sucesso dentro da Acolhida com a ideia de servirem de inspiração, assim como os principais problemas e desafios a serem superados. 

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

Como resultado, destacam-se:

  • Mais de 100 propriedades associadas à Rede Acolhida na Colônia atuantes, distribuídas em mais de vinte municípios;
  • Aproximadamente 5 mil pessoas visitaram a Associação apenas durante o ano de 2014;
  • Incremento na renda das famílias, com receita variando de acordo com cada propriedade associada. Ainda assim, muitas propriedades tem atualmente no turismo a principal fonte de renda;
  • Fomento a transição para a agricultura orgânica e a preservação ambiental nas diversas propriedades associadas;
  • Contribuição para melhoria da qualidade de vida das famílias rurais e também de famílias urbanas, com significativa melhora na autoestima dos agricultores, sobretudo mulheres rurais;
  • Redução no êxodo rural e incentivo a sucessão familiar, a partir da valorização dos jovens e inclusão destes nas ações relacionadas ao agroturismo. Muitas famílias associadas à Acolhida, a partir da valorização do trabalho com a agregação do agroturismo, tornaram a propriedade atrativa aos filhos, que se mantiveram no campo ou, em alguns casos, retornaram dos centros urbanos para auxiliar os pais no desenvolvimento das atividades;
  • Quebra do isolamento dos produtores rurais associados. Se antes o destino das comunidades era o esvaziamento e abandono, com o turismo ganham nova dinâmica - onde o fluxo contrário contribui para que as propriedades fiquem mais bonitas, se resgatem as festas comunitárias, etc;
  • Inserção de pequenos municípios rurais no mapa turístico do Estado de Santa Catarina, sendo que em 2007 a Acolhida na Colônia foi reconhecida pelo Ministério do Turismo como referência nacional em turismo rural, desbancando destinos muito mais tradicionais e mesmo grandes fazendas;
  • A Associação constantemente recebe visitantes de fora do país, com destaque para os de nacionalidade francesa, por conta da parceria estabelecida com o país e da própria origem da entidade. 

O reconhecimento da Acolhida na Colônia e dos resultados positivos que proporciona aos envolvidos e ao meio ambiente são expressos também através dos prêmios que a entidade já conquistou. Entre eles, cita-se:

  • Diversificação das Economias Rurais/MDA - Ministério do Desenvolvimento Agrário/2002;
  • ODM - Objetivos de Desenvolvimento do Milênio - Nações Unidas/2005;
  • TOP Agronegócios - Ministério do Turismo/2006; Projeto Generosidade - Editora Globo/2008;
  • Prêmio FINEP 2014, Etapa Regional Sul, Categoria Setor Social. 

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

Para implantação de projeto de incentivo ao agroturismo local, segundo metodologia desenvolvida pela Acolhida, é necessário:

  • Um(a) multiplicador(a) municipal, designado(a) pela instituição que será parceira da Acolhida (prefeitura municipal, EMATER, sindicato, ONG local, entre outros), sendo necessário que conheça a agricultura familiar do município. Este multiplicador será colocado à disposição para atuar no projeto em tempo parcial;
  • Um técnico (bacharel em turismo ou agrônomo, preferencialmente) que irá capacitar o multiplicador e acompanhar suas atividades.

Adicionalmente, há despesas com a realização de atividades de capacitação dos agricultores (cursos, dias de campo, visitas técnicas, estágios, dentre outros), assessoria técnica específica (arquitetos, designers, paisagistas, dentre outros), apoio à realização de investimentos nas propriedades (pequenas melhorias para receber visitantes, sendo que há possibilidade de financiamento do PRONAF) e ações promocionais (folders, sites, participação em feiras, fantour, etc).

 

6 - TRANSFERÊNCIA

O Acolhida na Colônia iniciou com um projeto piloto nas Encostas da Serra Geral. O trabalho desenvolvido deu origem a "Metodologia Acolhida na Colônia para desenvolvimento do Agroturismo em Municípios Rurais". Esta metodologia está sendo aplicada em outras regiões catarinenses e deu origem a outras 4 associações Acolhida na Colônia. Neste sentido, a metodologia vem sendo aprimorada e está sendo discutida a criação de uma Federação Nacional.

Existe grande demanda de municípios catarinenses e de outros estados. Em 2014 foi iniciado um projeto piloto para expansão no município carioca de Cassimiro de Abreu. Para um município implantar o projeto ele deve apresentar, através de uma organização local, uma demanda justificada, mostrando que há interesse de agricultores familiares locais com o projeto. Juntos - organização demandante e Acolhida - irão verificar se há condições financeiras de atendimento do pleito. Havendo condição, inicia-se a aplicação da metodologia desenvolvida pela acolhida.

 

7 - LIÇÕES APRENDIDAS

A Acolhida é reconhecida como uma boa prática pelos benefícios que gera aos envolvidos, sobretudo renda adicional, valorização pessoal, melhorias ambientais e outros benefícios já citados. Com o agroturismo e neste processo, agricultores transformam bens imateriais como cultura, saber fazer e belezas naturais de suas localidades em recursos ativos que geram trabalho, renda e orgulho.

Dentre os fatores que contribuíram para o sucesso, vale destacar a crescente demanda por parte de moradores urbanos pelo lazer e o descanso na tranquilidade do campo, as belas paisagens catarinenses, o bem receber e a rica cultura dos povos do campo. Além disso, agricultores e técnicos pioneiros do projeto tiveram papel central na organização e implantação da proposta, conseguindo buscar alternativas para os entraves que apareceram no caminho - sobretudo ligados a falta de apoio e infraestrutura das pequenas municipalidades que não viam o turismo como alternativa. 

 

8 - ORIGINALIDADE DA PRÁTICA 

A Acolhida na Colônia é ligada a Rede Francesa Accueil Paysan, tendo esta entidade como referência. Os trabalhos desenvolvidos pelos agricultores e agricultoras francesas inspiraram a implementação do projeto no Brasil. 

 

Há possibilidade de visita à prática durante todos os meses do ano, preferencialmente durante os dias de semana.

  de visitantes: de 01 a 20.

 

powered by contentmap
Jovens Rurais em Movimento (PJRM) (06 C)

Jovens Rurais em Movimento (PJRM) (06 C)

O Projeto Jovens Rurais em Movimento busca o fortalecimento do tecido sócio-organizativo do território através do estímulo à participação jovem em fóruns próprios e instâncias territoriais de discussão e decisão. A essência do referido projeto foi a ...

Sustentabilidade de Comunidades Indígenas (07 C)

Sustentabilidade de Comunidades Indígenas (07 C)

O projeto Sustentabilidade de Comunidades Indígenas tem o objetivo de promover a sustentabilidade do modo de vida Guarani das comunidades indígenas Tekoha Ocoy, no Município de São Miguel do Iguaçu, Tekoha Añetete e Tekoha Itamarã, ambas no Município ...

Produção Agroecológica Cooperativa (12 C)

Produção Agroecológica Cooperativa (12 C)

A partir da necessidade de construção de um ambiente sadio, limpo e harmônico com responsabilidade social, atendendo as demandas da cadeia produtiva com compromisso e qualidade, foi criada no ano de 2001 a Cooperativa de Produtores Ecologistas de Gar ...

Vivência Solidária (VS): Vida em Comunidade (05 C)

Vivência Solidária (VS): Vida em Comunidade (05 C)

A legítima Vivência Solidária (VS) é aquela formada e exercida por certo número de pessoas que possuem os mesmos interesses e princípios e que estão dispostos a vivenciá-los numa vida em comum. Consiste inicialmente em colocar a disposição dos demais ...

Projeto Mulheres do Café (14 C)

Projeto Mulheres do Café (14 C)

Trata-se de uma metodologia inovadora de assistência técnica e extensão rural - ATER - junto a mulheres na agricultura familiar, com a finalidade de promover sua capacitação e organização produtiva na cultura do café. Garantindo adicionalmente a qual ...

Diversificação da Produção – Cantina de Vinho Colonial (11 C)

Diversificação da Produção – Cantina de Vinho Colonial (11 C)

A implantação da Cantina de Vinho Colonial na propriedade da família Dal Prá objetiva viabilizar técnica e economicamente a pequena propriedade familiar através da agregação de valor ao cultivo da uva, gerando renda com a comercialização do produto i ...

Juventude Rural: Projeto Novos Rurais (03 C)

Juventude Rural: Projeto Novos Rurais (03 C)

O programa Novos Rurais é orientado a jovens formados por entidades de educação formal e contextualizadas ao campo que se tornam capazes de gerir projetos rurais sustentáveis, com o objetivo de criar estratégias de diversificação e pluriatividade. Ap ...

Produção e Uso de Biodiesel para Inclusão Social (08 C)

Produção e Uso de Biodiesel para Inclusão Social (08 C)

O projeto Biodiesel para Inclusão Social busca, através da disponibilidade de resíduos oleosos na região litorânea catarinense, aliar as atividades dos trabalhadores locais, que necessitam ampliar sua renda e que já estão inseridos na coleta e seleçã ...

Promoção do Turismo Rural na Agricultura Familiar: Caminho das Flores, Cores e Sabores (22 C)

Promoção do Turismo Rural na Agricultura Familiar: Caminho das Flores, Cores e Sabores (22 C)

O Caminho das Flores, Cores e Sabores é um roteiro turístico iniciado em 2008 no município de Ipiranga do Sul/RS. Atualmente, dispõe de nove propriedades que se destacam pelos belos jardins, cultivo de plantas medicinais, hortas e pomares. O roteiro ...

Certificação de Produtos Orgânicos Através de Sistemas Participativos de Garantia (21 C)

Certificação de Produtos Orgânicos Através de Sistemas Participativos de Garantia (21 C)

A experiência refere-se às ações desenvolvidas pela EMATER/RS-Ascar, em parceria com a AREDE e Rede Ecovida de Agroecologia – Núcleo Missões com o objetivo de contribuir com os agricultores familiares para a obtenção do Certificado de Conformidade Or ...

Valorização e Uso das Frutas Nativas para a Geração de Renda (13 C)

Valorização e Uso das Frutas Nativas para a Geração de Renda (13 C)

Os técnicos do CETAP, ao realizarem um trabalho de assessoria com o objetivo de contribuir para a afirmação da agricultura familiar e suas organizações, com um princípio de construção baseado em uma agricultura sustentável, dentro dos princípios da a ...

Organização dos Produtores de Laranja Através de Sistema Cooperativista (17 C)

Organização dos Produtores de Laranja Através de Sistema Cooperativista (17 C)

A laranja in natura é uma das alternativas de renda com viabilidade econômica na região de Nova América da Colina, possuindo expressivo mercado potencial, face à proximidade de grandes centros consumidores. No início dos anos 2000, técnicos da Emater ...

Projeto Hortas Comunitárias (20 C)

Projeto Hortas Comunitárias (20 C)

O projeto hortas comunitárias, desenvolvido desde 2001, é uma estratégia da Eletrosul para o gerenciamento das áreas de risco do sistema de operação de energia elétrica, por meio da conscientização das comunidades sobre os riscos da ocupação irregula ...

Programa de Apicultura e Meliponicultura (10 C)

Programa de Apicultura e Meliponicultura (10 C)

Realizado em parceria com associações de apicultores, o Programa de Apicultura e Meliponicultura tem como objetivo apoiar as comunidades locais, proporcionando o uso racional da biodiversidade, aliado à preservação da natureza através do desenvolvime ...

Produção de Olerícolas Orgânicas na Região Norte do Paraná (18 C)

Produção de Olerícolas Orgânicas na Região Norte do Paraná (18 C)

A prática apresenta trabalhos desenvolvidos ao longo de 16 anos com a produção de oleráceas em manejo orgânico na região norte do Paraná, com obtenção de produtividade e qualidade comparada e/ou superior à da agricultura convencional. Para essa reali ...

Habitação Rural: Projeto Caprichando a Morada (02 C)

Habitação Rural: Projeto Caprichando a Morada (02 C)

O “Caprichando a Morada” busca garantir de forma cooperada e solidária o acesso à moradia de qualidade para agricultores familiares através da sensibilização quanto aos programas habitacionais rurais, mobilização e inclusão dos agricultores no sistem ...

Produção de Peixes em Nossas Águas (PPNA) (01 C)

Produção de Peixes em Nossas Águas (PPNA) (01 C)

O Programa "Produção de Peixe em Nossas Águas - PPNA" é uma prática desenvolvida pela ITAIPU Binacional que promove a inclusão social, valoriza os pescadores e melhora a qualidade de vida daqueles que tiram seu sustento das águas da Bacia do Paraná 3 ...

Comércio Justo de Produtos Orgânicos (19 C)

Comércio Justo de Produtos Orgânicos (19 C)

A prática apresenta as ações desenvolvidas pelo Laboratório de Mecanização Agrícola da Universidade Estadual de Ponta Grossa (Lama/UEPG) com o objetivo de fortalecer a cadeia sustentável de produtos orgânicos da região Centro-Oriental do Paraná com b ...

Inclusão Digital para a Juventude Rural – “De Olho na Terra” (15 C)

Inclusão Digital para a Juventude Rural – “De Olho na Terra” (15 C)

O projeto “De Olho na Terra” teve como objetivo a criação de um telecentro com internet banda larga, anexo ao centro comunitário do Assentamento da Reforma Agrária “Butiá”, localizado no distrito de Volta Grande, município de Rio Negrinho/SC. Atualme ...

Turismo Rural na Agricultura Familiar: Acolhida na Colônia (09 C)

Turismo Rural na Agricultura Familiar: Acolhida na Colônia (09 C)

A Acolhida na Colônia é uma associação de agricultores familiares destinada ao desenvolvimento do agroturismo. Através dela, pequenos agricultores passaram a oferecer, em suas propriedades, atividades de hospedagem, alimentação, venda de produtos, la ...

Consórcio Empresarial entre Cooperativas da Agricultura Familiar (16 C)

Consórcio Empresarial entre Cooperativas da Agricultura Familiar (16 C)

O Consórcio Empresarial entre Cooperativas da Agricultura Familiar visa à integração das Cooperativas da Agricultura Familiar em rede, em nível de Estado, com a finalidade de criar uma inter-relação entre as mesmas e o mercado, de forma organizada e ...

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5
  6. 6
  7. 7