O projeto Biodiesel para Inclusão Social busca, através da disponibilidade de resíduos oleosos na região litorânea catarinense, aliar as atividades dos trabalhadores locais, que necessitam ampliar sua renda e que já estão inseridos na coleta e seleção de resíduos, a demanda dos pescadores artesanais de utilização do produto biodiesel.

 


Como resultado do projeto, o biodiesel produzido, além de abastecer embarcações de pesca artesanal, também é utilizado como combustível para os veículos de coleta do resíduos, contribuindo para continuidade da pesca na região, para a saúde do pescador e na preservação do meio ambiente. 

 

A - Informações gerais

 

INÍCIO: junho de 2008 (em andamento)

ENTIDADE EXECUTORA: Universidade do Sul de Santa Catarina - UNISUL

ENTIDADE CO-EXECUTORA: Associação Pró-CREP (Criar, Reciclar, Educar e Preservar)

ENTIDADES PARCEIRAS: Banco Santander, Universidade Solidária - UNISOL, Faculdade Municipal de Palhoça - FMP

APRESENTADO POR: Elisa Moecke

RECURSOS: Próprios e de terceiros

FAIXA DE VALOR: Acima de US$ 25 mil 

CATEGORIA: Projetos

PALAVRAS-CHAVE: Biodiesel, Óleo Residual de Fritura, Pesca Artesanal, Reciclagem

PÚBLICO-ALVO: Pescadores artesanais e membros de comunidades locais que participam da coleta e triagem de resíduos sólidos

LOCALIZAÇÃO: Área periurbana

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Municipal

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: Município de Palhoça, Santa Catarina - Região da Baixada do Maciambu

 

B - Descrição da prática

 

1- ANTECEDENTES

A associação Pró-CREP, que realiza a coleta e a triagem de resíduos sólidos na Praia da Pinheira, localizada na Baixada do Maciambu, Município de Palhoça/SC, tem um grande potencial de inclusão, principalmente da comunidade mais carente e de pessoas preocupadas com as questões sociais e ambientais. 

Na praia da Pinheira e região de entorno estão inseridos em torno de 30 restaurantes, lanchonetes e bares como potenciais fornecedores de óleo de fritura, podendo fornecer em torno de 4.000 a 7.000 litros/mês de óleo no verão e aproximadamente 3.000 litros/mês nas demais estações do ano. Até o ano de 2008 não havia destino adequado para este resíduo, que ficava a critério de cada  estabelecimento. 

A pesca artesanal na praia da Pinheira é bastante forte, e se configura como uma das atividades mais antigas do Brasil e caracteriza-se como uma das principais atividades econômicas da região, sendo a principal fonte de recursos para muitas famílias. O diesel fóssil usado pelas embarcações de pesca artesanal constitui-se como o principal custo da atividade pesqueira, sendo normalmente de baixa qualidade, e durante a combustão gera uma grande quantidade de particulados, compostos de enxofre e outros gases prejudiciais para a saúde do pescador e para o meio ambiente. Enquanto o biodiesel, produto biodegradável produzido a partir de fontes renováveis, apresenta uma combustão completa com diminuição de particulados e ausência de enxofre na sua composição.

A partir da necessidade da comunidade local em dar um destino adequado ao óleo de fritura, foi realizado contato com a Universidade, que dentro de uma perspectiva de desenvolvimento sustentável, buscou conciliar as dimensões econômica, ambiental e social aliando a necessidade dos pescadores artesanais e o trabalho da Associação Pró-CREP na transformação do óleo em biodiesel. 

 

2- OBJETIVO GERAL

Estimular o desenvolvimento sustentável da comunidade da Praia da Pinheira através da produção e utilização de biodiesel. 

Objetivos específicos:

1. Inserir professores e alunos da Unisul na comunidade da Praia da Pinheira no processo de produção de biodiesel objetivando a continuidade do projeto desenvolvido em parceria com a Unisul/ CNPq/ Pró-CREP;

2. Realizar palestras para estudantes do ensino fundamental e ensino médio sobre o meio ambiente, poluição x atividades humanas, efeito estufa, preservação dos mananciais de água, preservação da cultura local;

3. Estimular a participação da população local no processo de separação de resíduos sólidos recicláveis e do óleo de fritura;

4.Promover o debate comunitário, auxiliando no afloramento de questões socioambientais;

5. Incentivar parcerias com os restaurantes e bares para o fornecimento do óleo de fritura;

6. Construir habilidades e competências para a fabricação do biodiesel de forma segura e eficaz, e monitorar a qualidade do biodiesel produzido;

7. Realizar melhorias no processo produtivo, como o desenvolvimento de um destilador, para a recuperação do metanol e de um sistema de aquecimento de água, a partir da energia solar, para purificação (lavagem) do biodiesel;

8. Desenvolver junto com às mulheres da associação o processo de fabricação de sabão e detergente a partir do glicerol (co-produto do biodiesel) e óleo/gordura não usado para produção do biodiesel na usina. 

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

O processo do biodiesel teve seu início na conscientização das pessoas que integram a comunidade e os proprietários dos estabelecimentos gastronômicos da região da Praia da Pinheira, sobre a importância da separação seletiva dos resíduos dentro do contexto social, ambiental e econômico. 

O segundo passo se refere à coleta deste material, garantindo que a coleta seja realizada de forma efetiva e rotineira, obedecendo aos dias estabelecidos. A transformação do resíduo em produto comercializável envolve tanto o processo de transformação do óleo em biodiesel e a avaliação da qualidade do biodiesel produzido, como também o aproveitamento do resíduo gorduroso não adequado para a produção de biodiesel para a produção de sabão. 

O projeto também se preocupou em tratar adequadamente seus efluentes líquidos gerados através de um sistema de tratamento por zona de raízes. Toda água quente usada para lavagem do biodiesel é aquecida por meio de painéis solares. De forma indireta as demais atividades realizadas na Usina de triagem também são beneficiadas com este projeto.

Outro ponto importante a ser ressaltado é em relação aos equipamentos que constituem a usina na transformação do óleo em biodiesel e sabão. Todos foram construídos em aço inox proveniente de sucata, de forma a não introduzir materiais novos no processo. 

O biodiesel produzido inicialmente foi usado por três famílias de pescadores (em fase de testes) com participação de um mecânico para acompanhar o desempenho dos motores.

Atualmente o biodiesel é comercializado a um valor inferior ao diesel de origem fóssil para utilização nas embarcações de pesca artesanal, onde o pescador adiciona 50% do biodiesel na composição do combustível, e no abastecimento dos veículos da coleta seletiva da Associação Pró-CREP.

Durante a implementação do projeto foram realizadas palestras de divulgação e de educação ambiental nas escolas e visitas aos estabelecimentos gastronômicos. Os empresários do setor foram convidados a conhecer o processo de transformação do óleo em biodiesel. 

Foi desenvolvido um certificado para os restaurantes participantes do projeto para que possam divulgar sua preocupação com as questões socioambientais da comunidade junto a seus clientes.  

Atualmente a micro usina de biodiesel serve também como ambiente de aprendizagem para os acadêmicos da Unisul e da FMP e dos alunos das escolas locais.

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

  • 1.754 moradores foram envolvidos com práticas de educação ambiental: 1.200 alunos do ensino fundamental, 400 alunos do ensino médio, 60 professores, 80 líderes comunitários e 14 agentes comunitários;
  • 110 pessoas beneficiadas diretamente, entre associados, pescadores e suas famílias;
  • Aumento de 63% do número de associados na Pró-CREP, reunindo 40 trabalhadores;
  • Renda mensal dos associados de R$ 800,00 a R$ 1.000,00 - aumento de aproximadamente 100%, que antes recebiam menos de R$400,00 por mês;
  • 76% de aumento do volume de óleo recolhido – 3.000 litros por mês; no ano de 2013 o volume médio recolhido foi 1.700 litros por mês;
  • Redução no custo do combustível utilizado nas embarcações de pesca artesanal – em 2014 o litro do biodiesel era adquirido por R$1,50, enquanto o litro do diesel na região no mesmo ano custava aproximadamente R$2,89; 
  • 1.500 litros de biodiesel distribuídos gratuitamente para os pescadores testarem o produto;
  • Equipe de 50 pessoas, entre 39 alunos de graduação, um estudante de doutorado, um engenheiro ambiental e 9 alunos do Programa da Maturidade.
  • Motor MWM Sprint quatro cilindros (marítimo) avaliado quanto ao torque e potência usando diferentes proporções de biodiesel (B20 a B100) sendo recomendado o uso do biodiesel misturado com diesel na proporção de 50:50 a 70:30 (B50 a B70) nas embarcações;
  • Volume total de 9.600 litros de biodiesel e 15.000 litros de óleo pré-purificado produzidos no ano de 2014;
  • Capacidade produtiva de 2.000 barras de 200g de sabão por mês;
  • Produção média anual de 6.000 litros de Produto orgânico Transesterificado (POT) para produção de desmoldantes.

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

Equipe: uma coordenadora do projeto (farmacêutica bioquímica, doutora em química), quatro professores da área de engenharia, uma professora da área de educação ambiental, um técnico em mecânica (motor marítimo), vinte acadêmicos das diferentes áreas (engenharias ambiental e sanitária, civil, produção e elétrica, serviço social e pedagogia).

 

Veículo: o projeto iniciou a coleta de óleo com um trator, sendo utilizada atualmente uma Ducato, adquirida com verbas provenientes de outros projetos encaminhados pela Associação em parceria com o projeto Biodiesel.

 

InfraestruturaÁrea necessária de aproximadamente 80 m² para produção do biodiesel (capacidade para 5.000 litros/mês); 

Área de aproximadamente 50 m² para produção de sabão. As áreas devem conter instalação de água e energia elétrica.

 

Equipamentos e materiais: Decantadores (3 Caixas d’ água de PVC de 1.000 L., 2 Caixas d’ água de PVC de 500 L); 100 bombonas de plástico de 50 L para coleta de óleo; Container de 1000L para armazenagem do biodiesel; 1 Reator em aço inox com aquecimento e agitação com capacidade de 25 L para preparo da mistura catalítica; 1 Reator-aquecedor em aço inox com capacidade de 60 L (para o óleo); 1 reator em aço inox com agitação, capacidade de 80 L (reação de transesterificação – biodiesel); 2 decantadores (em inox ou alumínio) capacidade de 150 L (para separação do biodiesel da glicerina); 1 Lavador de biodiesel em aço inox com capacidade de 200 L com motor para agitação, 1 dessecador de 200 L com agitação. 1 filtro para filtração do biodiesel.  3 motobombas auto-Asp.; tubulações, 4 motores ¼ 220v; carrinho manual para transporte das bombonas; EPI’s (luvas, máscara, óculos, avental); 1 Computador com impressora.

Para produção de sabão são necessários 1 caixa d’água de 500 L para armazenamento do óleo/gordura; 1 amassadeira de sabão em aço inox de 50 L com agitação manual. 02 caixas de resfriamento (25 kg), 01 cortador com fio, 01 cortador com manivela. Estante para cura do sabão.

 

Matéria-prima: óleo residual de fritura; metanol e hidróxido de potássio (para 1000 L de óleo – 200 L de metanol e 7,50 kg de KOH); sulfato de sódio anidro (25% do peso de biodiesel) para secagem do biodiesel;

Para produção de sabão são necessários como matéria-prima (para 200 barras de 200g): óleo residual de fritura (25 L); 8 L de lixívia (4kg de soda cáustica e água); glicerina bruta sem metanol (2,4 L) e desinfectante (2,6); EPI’s (luvas, máscara, óculos, avental). Rótulos e Embalagens (com caixas de leite).

 

Educação Ambiental: Material didático, projetor e computador. 

 

 

6 - TRANSFERÊNCIA

A comunidade da Barra do Aririú, no Município de Palhoça, com características semelhantes a da praia da Pinheira, manifestou interesse no projeto, mas pelo fato de ser no mesmo município poderia criar uma concorrência pelo óleo de fritura e poderia prejudicar o atual projeto.

Uma das condições que a equipe estabeleceu que outro projeto pudesse ser implantado em outro município para que houvesse óleo suficiente para todos.

Porém, o projeto também pode ser implantado no interior do estado, para o uso nos caminhões e ônibus das prefeituras, envolvendo associações para a produção do biodiesel.

 

7 - LIÇÕES APRENDIDAS

Para adquirir a confiança dos pescadores a respeito da qualidade do biodiesel foi desenvolvido um projeto junto ao Senai/São José/Palhoça que mostrou que os motores marítimos dos pescadores artesanais podem usar uma mistura de biodiesel até 70% no diesel fóssil (B70) sem causar danos ou alterações na potência no motor e no consumo de combustível. 

Para manutenção da venda do biodiesel abaixo do valor de mercado aos pescadores artesanais foi necessário o desenvolvimento de novas alternativas para viabilizar economicamente o projeto. Portanto, a partir do óleo de fritura saturado também são produzidos sabão em barra, produto orgânico transesterificado (POT) e óleo de fritura pré-purificado, que possuem maior valor agregado, proporcionando maior retorno financeiro a Pró-Crep. 

 

As visitas devem ser previamente agendadas preferencialmente para o período matutino, não havendo restrição quanto ao período do ano e número de visitantes.

 

 

 

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