O projeto Sustentabilidade de Comunidades Indígenas tem o objetivo de promover a sustentabilidade do modo de vida Guarani das comunidades indígenas Tekoha Ocoy, no Município de São Miguel do Iguaçu, Tekoha Añetete e Tekoha Itamarã, ambas no Município de Diamante D’Oeste. São ações realizadas de forma integrada e cooperada, evolvendo, através do Comitê Gestor Ava Guarani, as comunidades indígenas e as entidades públicas e privadas. 

 


O trabalho de ITAIPU binacional realizado nas três aldeias é orientado para o reforço do processo interativo entre não-índios e índios, a partir das demandas desta população. Esta forma de atuação constitui-se no principal resultado alcançado pelo Projeto Sustentabilidade de Comunidades Indígenas e, apesar do cenário desafiador, é por meio dela que se concretizam as ações nas áreas da infraestrutura, da produção agropecuária, da segurança alimentar e nutricional, do fortalecimento e visibilidade da cultura guarani e do fomento às parcerias.

 

 

A - Informações gerais

 

INÍCIO: setembro de 2003 (em andamento)

ENTIDADE EXECUTORA: ITAIPU Binacional

ENTIDADES CO-EXECUTORAS: Prefeitura Municipal de São Miguel do Iguaçu e Prefeitura Municipal de Diamante D’Oeste

ENTIDADES PARCEIRAS:  

Stakeholders não-indígenas: Ministério Público, Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção às Comunidades Indígenas - CAOP, Biolabore, Centro de Apoio ao Pequeno Agricultor - CAPA,  Fundação Nacional da Saúde/Secretaria Especial de Saúde Indígena - FUNASA/SESAI, Secretaria Especial de Relações com as Comunidades, Assuntos Indígenas do Governo do Estado do Paraná - SERC, Programa Ñandeva, Cooperativa de Artesanato da Região Oeste e Sudoeste do Paraná - COART, Núcleo Regional de Educação de Foz do Iguaçu e Toledo, Fundação Nacional do Índio - FUNAI, Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural - EMATER, Instituto Brasileiro de Meio Ambiente - IBAMA e Instituto Ambiental do Paraná - IAP, Saúde Indígena - SESAI e Pastoral da Criança.

Stakeholders indígenas: Associação Comunitária Indígena do Tekoha Itamarã - ACITI, Associação Comunitária Indígena do Tekoha Añetete - ACITEA, Associação Comunitária da Comunidade do Ocoy - ACICO, Lideranças das Associações, Políticas (Caciques) e Religiosas (Chamoys), Escolas Estaduais Indígenas

APRESENTADO PORMarlene Curtis

RECURSOS: Próprios e de terceiros

FAIXA DE VALOR: Acima de US$ 25 mil 

CATEGORIA: Projeto

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Inclusão sócio-produtiva

PALAVRAS-CHAVE: ITAIPU Binacional; Cultivando Água Boa; indígenas; Guarani; Comitê Gestor; Agropecuária; Infraestrutura; Segurança Alimentar; Cultura

PÚBLICO-ALVO: Comunidades indígenas

LOCALIZAÇÃO: Áreas indígenas

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Microrregional (Municípios de São Miguel do Iguaçu e Diamante D'Oeste, no Estado do Paraná)

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: Comunidade indígena Tekoha Ocoy (São Miguel do Iguaçu) e comunidades Tekoha Itamarã e Tekoha Añetete (ambas em Diamante D'Oeste). 

 

  

B - Descrição da prática

 

1- ANTECEDENTES

Durante a construção da Usina Hidrelétrica Itaipu, antes da formação do lago, foram localizadas e cadastradas pela Fundação Nacional do Índio - FUNAI 19 famílias indígenas (71 pessoas) que formavam a comunidade de Jacutinga, em uma área de 30 hectares. Após a formação do lago, através de apoio técnico e financeiro de ITAIPU Binacional, em consenso com a FUNAI e entidades indigenistas, essas famílias foram transferidas para a então recém-criada Reserva Indígena do Ocoy, em 1982, com área de 250 hectares. 

Em 1997, quando o número de famílias havia aumentado para 74, Itaipu atendeu reivindicações indígenas e adquiriu 1.744 hectares no Município de Diamante D'Oeste e para lá transferiu 32 famílias. Formou-se assim a aldeia Tekohá Añetete, considerada por laudos antropológicos e pelos próprios índios como ideal para o assentamento.

Alguns anos depois, muitas famílias da cultura Ava Guarani, que residiam no Paraguai, migraram para suas terras de origem, movimento bastante comum nessa cultura. Com isso, a população na reserva do Ocoy saltou para 128 famílias, o que deixou a área disponível novamente insuficiente para atender às necessidades do novo contingente.

Depois da articulação dos índios e negociações entre ITAIPU Binacional e FUNAI, foi adquirida uma área de 242 hectares, entregue em fevereiro de 2007 para a formação de nova aldeia, denominada Itamarã. Atualmente, em toda a Bacia do Paraná 3 existem três reservas: Ocoy, com 250 hectares; Añetete, com 1.744 hectares; e Itamarã, com 242 hectares. 

O projeto Sustentabilidade de Comunidades Indígenas, criado em 2003, veio para reforçar e ampliar as ações anteriormente executadas.

 

2- OBJETIVO GERAL

Criar condições para a sustentabilidade do modo de vida guarani nas três comunidades atendidas (Ocoy, Añetete e Itamarã), procurando garantir e fortalecer o sentimento de identidade étnica, bem como valorizar as tradições guaranis em todos os seus aspectos. A ideia é possibilitar aos indígenas a autonomia para que possam viver à sua maneira, com uma infraestrutura comunitária adequada, boas condições de saúde e educação, e o maior grau possível de autossuficiência na produção de alimentos.

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

Para acompanhar a execução do projeto, foi criado o Comitê Gestor Ava Guarani que reúne representantes da Itaipu, prefeituras, comunidades indígenas, órgãos governamentais, universidades e ONG's. O comitê possibilita um espaço de reflexão, planejamento e execução integrada das ações nas comunidades. 

O comitê se reúne, em média, três vezes ao ano, além de reuniões mensais envolvendo a equipe que operacionaliza as ações debatidas pelo Comitê Gestor Ava Guarani e aquelas definidas nos convênios que Itaipu estabelece com as Prefeituras de São Miguel e Diamante D’Oeste. As ações também são discutidas e pactuadas durante os encontros anuais do Programa Cultivando Água Boa

Ao longo dos anos, foi possível estruturar os seguintes eixos de ação:

a) melhoria da infraestrutura, através da construção de casas com rede elétrica, água e saneamento, de acordo com modelo aprovado pelos índios, da construção de centros de artesanatos e nutrição, das casas de reza e da adequação de estradas (cascalhamento); 

b) fortalecimento e promoção da cultura guarani, através de cursos de artesanato, cestaria, argila, madeira, valorização da música e da dança (DVDs e viagens a eventos). O projeto também apoia as apresentações dos corais indígenas através da disponibilização de transporte, alimentação, roupas e equipamentos; apoia a produção de artesanato através da disponibilização de transporte para eventos, alimentação, roupas e equipamentos; fomenta as práticas audiovisuais para divulgação do modo de ser guarani e fortalecimento de sua identidade étnica; realiza eventos comuns às aldeias (Semana Cultural Indígena) e patrocina viagens para eventos que discutem a valorização e o respeito à diversidade;

c) apoio à ampliação ou abertura de áreas agrícolas e preparo do solo para plantio e estímulo à produção agrícola e pecuária pelo sistema orgânico, fornecimento de materiais, animais, mudas e sementes. Apoio ao Projeto Bovinocultura de Leite, à apicultura e à criação suína; apoio à produção de peixes em tanques-rede; apoio e acompanhamento em viagens para a realização de visitas técnicas; estímulo à produção e consumo de plantas medicinais. A vocação agrícola guarani é incentivada no acompanhamento das lavouras familiares, na criação de animais de pequeno porte, repasse de sementes nativas, na formação de grupos de trabalhos indígenas, atualmente remunerados, respeitando as especificidades das famílias extensas;

d) estímulo à formação de parcerias entre as comunidades indígenas e entidades de apoio, e também com agentes econômicos como cooperativas, especialmente para a comercialização de excedentes de produção e do artesanato; 

e) implantação de programas de segurança alimentar e nutricional e suplementação alimentar (cestas básicas) em caso de necessidade.

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

Até o fim de 2014, foram atendidas pelo projeto 270 famílias indígenas, num total de 1245 pessoas beneficiadas diretamente. Os principais resultados alcançados foram:

- Estímulo à formação de parcerias: reuniões do Comitê Gestor Ava Guarani, reuniões de alinhamento para execução das atividades e ações educativas para o combate ao alcoolismo nas aldeias indígenas em parceria com o Centro de Apoio Operacional de Proteção das Comunidades Indígenas (Direitos Humanos) - CAOP e Escolas Estaduais Indígenas;

- Infraestutura: construção de casas com rede elétrica (total de 112 unidades), construção de Casas de Reza (02 unidades), implantação de poço artesiano e rede de abastecimento, construção de Centro de Artesanato e Nutrição  (Comunidade indígena Ocoy), construção de Centro de Artesanato (Comunidade Indígena Añetete), reforma do espaço para o Centro de Nutrição e casa de máquinas/equipamentos (Comunidade Indígena Añetete), construção de Escola Indígena Añetete, adequação de estradas internas e cascalhamento nas três aldeias, construção de banheiros e repasse de madeiramento para a construção de mesa, prateleira, forro e acabamento para a Casa do Artesão no Tekoha Añetete, repasse à Escola Estadual Indígena Araju Porá, da aldeia Itamarã, de um kit para jardinagem, 10 conjuntos de lixeiras (recicláveis e não recicláveis) e 10 computadores, repasse à Escola Estadual Kuaa Mbo’e, da aldeia Ocoy, de 10 conjuntos de lixeiras (recicláveis e não recicláveis) e kit para jardinagem – Ocoy e confecção de cercas em áreas de criação de animais no Tekoha Itamarã (1.630 m) e no Tekoha Añetete (3.664 m).

- Agropecuária: aquisição de equipamentos para plantio de culturas tradicionais, frutíferas, insumos, animais e sementes; preparo de solo em uma área total de 466 hectares para produção e comercialização de 433 toneladas de mandioca, 104 toneladas de milho e 10 toneladas de peixes entre os anos de 2012 e 2014; plantel bovino que somava 428 cabeças em 2014. O apoio na produção agropecuária tem proporcionado às comunidades a sustentabilidade alimentar e a fixação no território. Em 2014, Itaipu fomentou e deu suporte para o cadastro dos indígenas do Ocoy no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) da Companhia Nacional de Abastecimento - Conab, possibilitando, neste mesmo ano, a comercialização pelos indígenas de 9.332 Kg da cultura de mandioca, 66 kg de batata doce, 300 Kg de hortaliças. Também através do PAA Conab, 1.200 Kg de alimentos retornaram e foram distribuídos para a comunidade Tekoha Ocoy.

- Segurança alimentar e nutricional: A parceria entre as prefeituras municipais, Itaipu, Comunidade Indígena Tekoha Ocoy, Saúde Indígena/SESAI e Pastoral da Criança, desde 2003 o risco de morte por desnutrição infantil diminuiu drasticamente. Em 2014 foram realizados 700 atendimentos de crianças e 413 atendimentos aos acompanhantes. Através do convênio também foram repassados, mensalmente, 134 (cestas básicas), sendo 120 para a comunidade e 14 para o Programa de Nutrição Infantil e ações complementares. Em contrapartida, a Prefeitura repassou leite de soja. Devido ao aumento populacional nas aldeias Itamarã e Añetete estas também passaram a receber apoio do Programa de Nutrição Infantil. Em 2014, no Itamarã, foram realizados 1.437 atendimentos de crianças e 1.193 atendimentos às acompanhantes. No Añetete, houve 613 atendimentos de crianças e 437 atendimentos às acompanhantes;

Comercialização do artesanato tradicional: receita superior a R$160.000,00 entre os anos de 2012 e 2014 com a venda de produtos artesanais indígenas;

- Eventos: em 2014, as comunidades indígenas participaram de diversos eventos nacionais, com destaques para o Green Rio (Rio de Janeiro), o Festival de Turismo (Foz do Iguaçu), a Feira Bio Brazil Fair (São Paulo), a Copa do Mundo (Rio de Janeiro), a Semana Interna Prevenção Acidente de Trabalho - SIPAT, na ITAIPU Binacional (Foz do Iguaçu), a Feira dos sabores (Foz do Iguaçu), a Expovel (Cascavel) e o evento de fim de ano do Programa Cultivando Água Boa (Foz do Iguaçu).

Um resultado significativo das atividades desenvolvidas pelo Projeto Sustentabilidade de Comunidades Indígenas refere-se a organização do “1º Encontro dos Povos Guaranis da América do Sul”, em 2010. O evento reuniu mais de mil indígenas oriundos de 70 comunidades brasileiras, além de representantes do Paraguai, da Argentina e da Bolívia, que debateram o futuro guarani. O Evento foi realizado na aldeia Tekoha Añetete, no município de Diamante D´Oeste, e teve a participação de diversas autoridades indígenas e não-indígenas. 

   

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

Para atender ao projeto há uma equipe multidisciplinar interna composta por antropólogo, sociólogo, pedagogo, advogado, administrador, engenheiro agrônomo, engenheiro civil e turismólogo. Esta equipe trabalha de forma articulada a outros stakeholders - agentes de produção indígenas, técnicos operacionais e funcionários das prefeituras municipais envolvidas. A maior parte dos recursos são próprios e concentram-se nos convênios celebrados entre Itaipu e as Prefeituras Municipais de São Miguel do Iguaçu e Diamante D’Oeste. Nestes instrumentos as prefeituras também entram com contrapartida financeira e econômica.

 

6 - TRANSFERÊNCIA

É válido ressaltar que as práticas consolidadas junto às comunidades indígenas por parte de Itaipu tornaram-na referência no setor elétrico e no setor empresarial de modo geral, culminando com a premiação na 11ª edição do Prêmio Benchmarking 2013, quando entre 150 empresas e 279 boas práticas socioambientais, o Projeto de Sustentabilidade das Comunidades Indígenas do Programa Cultivando Agua Boa-CAB, da Itaipu Binacional e Parceiros, foi considerado a segunda melhor experiência entre as práticas de sustentabilidade no Brasil;

A Itaipu também apoia e é membro do GT “Inciativa Empresas e Povos Indígenas”, sob a coordenação do Instituto de Conservação Ambiental The Nature Conservancy do Brasil (TNC- Brasil). Este GT congrega empresas brasileiras cujas ações impactam as comunidades indígenas; o GT tem contribuído para a elaboração das Diretrizes Brasileiras de Boas Práticas Corporativas Com Povos Indígenas, processo no qual experiência, como a do Projeto de Itaipu, foi demonstrada. Itaipu também compõe o GT da Eletrobrás que discute ações do setor elétrico para comunidades indígenas do entorno. 

 

7 - LIÇÕES APRENDIDAS

Um dos principais desafios do projeto consiste em criar condições para o empoderamento dos atores indígenas e para a promoção de um modo de ser que se choca com as formas de sociabilidades não indígenas - estas formas são hegemônicas e costumam cercear a livre-expressão da identidade Guarani.

O público alvo trazia um histórico de relações tensas e subordinadas à sociedade não-indígena e não contava com um apoio permanente e consistente para o desenvolvimento de ações socioambientais estruturantes em seu território. 

Através do Projeto, tal fato mudou, os índices de saúde, renda e laços sociais foram melhorados e permitiram aos Guarani saírem da condição de mendicância em que viviam.

Um dos fatores que contribuíram para o sucesso da prática foi a criação do Comitê Gestor Ava Guarani, um espaço que soma esforços para uma ação integrada entre atores indígenas e não-indígenas (público e privado), garantindo e fortalecendo o sentimento de identidade étnica, as tradições do povo Guarani, atendendo demandas específicas em cada aldeia.

Outro fator fundamental para o sucesso da prática resulta do processo de imersão na cultura Guarani, junto ao público alvo, possibilitando um novo olhar e trato à questão indígena. Sob um novo olhar, foi possível adequar a assistência técnica ao contexto sociocultural Guarani. Nas comunidades há, além dos técnicos, agentes de produção indígenas, coordenadoras indígenas de artesanato, agentes indígenas de saúde, com remuneração e assessoria dos técnicos para atender um único fim: a promoção do modo de ser guarani.

Também foi possível estabelecer um canal de comunicação que considere as diferentes lideranças guaranis, sua relação com as famílias extensas, o peso de cada família no processo decisório, o nível de poder que os membros familiares têm, quando aposentados, quando coordenadores de grupo de trabalho, agentes de produção, caciques, quando são líderes religiosos. 

O apoio institucional de Itaipu através do Programa Cultivando Água Boa foi fundamental para viabilizar o projeto, desde 2003, proporcionando suporte metodológico, técnico e financeiro.

 

Há possibilidade de visita à prática durante todos os meses do ano, mediante agendamento prévio.

 

  de visitantes: de 01 a 40.

 

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