A legítima Vivência Solidária (VS) é aquela formada e exercida por certo número de pessoas que possuem os mesmos interesses e princípios e que estão dispostos a vivenciá-los numa vida em comum. Consiste inicialmente em colocar a disposição dos demais membros da comunidade, vila ou aldeia, os bens que consideram sobressalentes, socializando o patrimônio por menor que seja, de modo a patrocinar o uso coletivo, a atividade em mutirão, a partilha de alimentos e de conhecimentos.

 


Os principais objetivos da vida em comunidade ou vivência solidária são o resgate do senso de confiança mútua através de um convívio fraternal, a disponibilização de frentes produtivas que favoreçam a inclusão sócio produtiva e a instauração de novas relações de vivência que evidenciem a interdependência e a colaboração recíproca. 

 

A - Informações gerais

 

INÍCIO: novembro de 1992 (em andamento)

ENTIDADE EXECUTORA: Associação Comunidade do Terceiro Plano

ENTIDADES PARCEIRAS: Prefeitura de Contenda-PR e Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural - Emater

APRESENTADO POREdson Nunes Campos

RECURSOS: Próprios 

FAIXA DE VALOR: Até US$ 5 mil 

CATEGORIA: Unidade de referência

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Inclusão sócio-produtiva

PALAVRAS-CHAVE: Desenvolvimento Rural Local; Associativismo; Comunidade do Terceiro Plano; Agricultura Familiar; Qualidade de Vida; Espiritualidade; Comunitário.

PÚBLICO-ALVO: Agricultores familiares, grupos de assentados e quilombolas.

LOCALIZAÇÃO: Área rural

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Microrregional

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: Municípios de Quitandinha, Lapa e Contenda. 

 

 

B - Descrição da prática

 

1- ANTECEDENTES

Antes da implantação da Vivência Solidária, algumas das famílias envolvidas demonstravam, por meio de diagnósticos participativos, uma considerável insegurança quanto à estabilidade do núcleo familiar em razão das constantes variações da renda ao longo do ano, com renda per capita de aproximadamente R$100,00 mensais. Os agricultores tinham dificuldades para gerenciar as atividades que já realizavam de forma solidária. Os modelos de controle financeiro disponíveis não se encaixavam na lógica de trabalho adotada. As famílias comprometiam uma grande parte da renda familiar na compra de alimentos, vestimentas, higiene e limpeza. Alguns agricultores tinham dificuldades na compra de insumos devido a impossibilidade em transportar os volumes até sua propriedade.

A falta de oportunidades para os jovens, a exposição às drogas e ao crescimento da violência no meio rural também foram apontados como fatores de riscos para a estabilidade familiar. As famílias expressavam baixa autoestima, pois na maioria das residências sequer havia pintura das paredes ou jardins, muito menos opções de lazer para as crianças ou entretenimento para os adultos. Naquela realidade, algumas famílias tinham uma vida com um relativo conforto, outras uma vida difícil, lidando com a realidade do desemprego. Porém todas tinham em comum uma felicidade restrita, um cotidiano vazio, baseado em aparências. Entretanto era possível identificar disposição na busca de soluções para minimizar os fatores que limitavam o seu bem estar. 

 

2- OBJETIVO GERAL

Promover um processo sustentável de crescimento econômico local que preserve a natureza e redistribua os frutos desse crescimento a favor dos que se encontram inseridos, melhorando a qualidade de vida e possibilitando a todos usufruir dos resultados.

Objetivos específicos:

  • Resgate do senso de confiança mútua através de um convívio fraternal em harmonia com a natureza;
  • Disponibilização de frentes produtivas que favoreçam a inclusão sócio-produtiva;
  • Promover uma maior interação entre os membros da comunidade com a instauração de novas relações de vivência que evidenciem a interdependência e a colaboração recíproca através da implementação do sistema de gestão participativa;
  • Melhoria do gerenciamento financeiro do grupo e redução de custos diversos.

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

A Vivência Solidária mantém um fundo único de recursos para todas as necessidades das famílias envolvidas, consistindo no compartilhamento integral de seus bens através da adoção de alguns mecanismos como:

Compra Coletiva: Inicialmente foram realizadas discussões para chegar a consensos – definição dos itens da lista de mantimentos; exclusão de itens pouco saudáveis; inclusão de produtos saudáveis, que caibam no orçamento do grupo; alimentação das crianças; comparação do dinheiro gasto pelas famílias antes e depois da prática iniciada. Cada família, de acordo com seu tamanho, também pode adotar um valor máximo para a compra, procurando estipular as quantias de cada item da lista estabelecida pelo grupo e se reúnem para negociar suas necessidades e realizar concessões.

Mecanismo Financeiro Comunitário: esquema composto  de “bolsas” captadoras de porcentagens específicas de toda e qualquer arrecadação. Todo dinheiro arrecadado pela comunidade ou grupo, só pode ser movimentado por esse mecanismo. Essas bolsas formarão fundos com recursos destinados a todas as necessidades da comunidade ou do grupo interessado em adotá-la. Serão verbas reservadas exclusivamente para certas finalidades. Sua clareza e transparência são fundamentais para a saúde geral de toda a conjuntura da comunidade. Cada grupo pode fazer uma distribuição diferente, de acordo com as despesas e arrecadações.

Capacitações: Foram criados diversos setores de produção e capacitação, a saber: Agricultura orgânica (50ha), cozinha comunitária e confeitaria, caprinocultura leiteira, gráfica experimental, marcenaria, produção de artefatos de concreto.

Agroecologia: A agricultura é de base agroecológica onde além do cultivo orgânico e diversificado para o consumo próprio, são produzidos alimentos in natura e processados que abastecem alguns supermercados de Curitiba e também Programas Institucionais.

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

A aplicação da Compra Coletiva resultou em imediata economia monetária, redução no custo de mantimentos, de insumos e demais necessidades familiares. A economia geral das despesas ficou em 15% nos dois primeiros anos, aumentando gradativamente nos anos seguintes. O grupo de seis famílias de agricultores que em 1992 possuía renda per capita de R$ 100,00, segundo estudo do Programa de pós-graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em 2012 apresentava renda per capita de R$ 583,00 considerando apenas a renda monetária. No mesmo estudo com as atuais dezoito famílias, considerando também a renda não monetária, que expressa de forma mais clara a qualidade de vida, as famílias teriam Renda Bruta Mensal Estimada, no valor R$ 2.685,61 (4,3 Salários Mínimos). 

Com a realização das arrecadações de modo coletivo foi possível gerenciar melhor os gastos. Mesmo em momentos de recessão econômica devido aos diversos planos econômicos implantados em nosso país, houve por parte do grupo uma crescente na qualidade de vida.

Todas as dezoito famílias atualmente dispõem de residências com saneamento completo, aparelhos eletrônicos, eletrodomésticos e rede telefônica, área comum com parque infantil, espaço para recreação e para prática desportiva. A sede da associação atualmente conta com acesso a internet, auditório multiuso para reuniões e palestras e sala de cinema para o lazer familiar com capacidade para 170 pessoas. Também dispõem de refeitório que atende diariamente 46 pessoas. 

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

A meta dever ser a obtenção da área comum para a vivência comunitária. A área deve ser adquirida após a prática de compras coletivas, pois essa prática trará o entendimento e o comprometimento necessários para a efetivação da Vivência Solidária. Uma ampla sala para reuniões, papel e caneta são suficientes para o entendimento do grupo.

 

A infraestrutura, insumos e mão-de-obra necessários variam de acordo com atividades produtivas desenvolvidas por cada grupo que adota a Vivência Solidária. O eixo central deve ser a agricultura. Na Comunidade do Terceiro Plano, são demandados atualmente trator agrícola e dois veículos de transporte para comercialização dos produtos, área para desenvolvimento da agricultura orgânica e criação de animais. Porém outras atividades econômicas podem e devem ser desenvolvidas, de acordo com as aptidões dos membros do grupo, como a implantação de setores de confecção de roupas, cortinas e almofadas; revenda de calçados; artesanato; agroindústria; armazém comunitário para membros do grupo e público em geral, oficina de bicicletas, etc. 

 

Há necessidade de móveis e equipamentos para os setores de produção e capacitação; 90% das máquinas e 100% dos insumos são adquiridos pela prática Compra Coletiva; os 10% restantes são adquiridos por meio de doações e cessões em comodato.

 

As tarefas desenvolvidas são realizadas pelos próprios membros da comunidade. Órgãos públicos e conselhos municipais também auxiliam, com profissionais capacitados, no acompanhamento das práticas desenvolvidas.

 

As bolsas captadoras de recursos são utilizadas frequentemente, não necessitando que as reservas financeiras sejam depositadas em contas bancárias.

 

6 - TRANSFERÊNCIA

Nos últimos dois anos cerca de 280 pessoas tomaram conhecimento dessas práticas, seja através de visitação ou por interação direta com os setores de produção e capacitação. No município de Lapa, no Paraná, já existem associações de agricultores e assentados da reforma agrária, como a Associação Lapeana de Compra e Vendas Comunitárias - ALACOVEC e a Cooperativa Terra Livre, que vêm adotando progressivamente as práticas desenvolvidas de Vivência Solidária. Outras entidades que recentemente buscaram mais informações para replicação da prática:

  • Equipe técnica da EMATER Alagoas
  • Equipe técnica da EMATER Distrito Federal
  • Equipe técnica da EMATER Paraná
  • Rede Ecovida de Certificação Participativa
  • FETAEP – Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Paraná
  • ICEA – Instituto de Certificação Ética e Ambiental (Bologna – Itália)

 

7 - LIÇÕES APRENDIDAS

Algumas vezes demoramos em dar início a determinadas práticas devido ao fator inovação, do inédito, da pouca exemplificação disponível. Somente com outras práticas bem consolidadas e plenamente estabelecidas pudemos dar os passos seguintes. Por realizar um novo modo de vivência, não pode haver pressão para atendimento a prazos, mas deve haver provocação conceitual e organização por parte da equipe executora. 

Na  Compra Coletiva, durante a aplicação prática do então visualizado e planejado, algumas metas que foram estabelecidas não puderam ser realizadas de acordo com o cronograma. Por se tratar de uma atividade onde normalmente o gosto pessoal, as preferências e as “necessidades” são peculiares, a prática de compra coletiva pede que os agricultores dialoguem e interajam, pensando no melhor para toda a família e para todo o grupo. Isso pode se estender por um tempo maior do que o previsto, se não for estimado adequadamente.

A clareza e transparência na aplicação do Mecanismo Financeiro Comunitário e o gerenciamento dos recursos exclusivamente pelo Conselho Comunitário são fundamentais para a saúde geral das práticas e de toda a conjuntura da comunidade. 

 

8 - ORIGINALIDADE DA PRÁTICA 

O Mecanismo Financeiro Comunitário é uma aplicação dos conceitos de Finanças Solidárias e Moedas Sociais. É uma vertente da Economia Solidária.

 

Há possibilidade de visita à prática durante todos os meses do ano, nas terças-feiras e quintas-feiras.

  de visitantes: de 01 a 30.

 

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