A Agroindústria Bellé consolidou-se como apoio às famílias que desenvolvem a agricultura ecológica e extrativista em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul promovendo o aproveitamento do volume da produção não comercializada pela pequena propriedade para elaboração de subprodutos como sucos, bebidas, polpas, compotas e doces. Há mais de 15 anos trabalha no beneficiamento e comercialização de produtos livres de agrotóxicos e conservantes. O desenvolvimento desta prática surgiu da necessidade de incentivar a manutenção da agrobiodiversidade local, contribuindo para o equilíbrio dos ecossistemas através do estímulo ao cultivo de Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC's) e redução do desperdício produtivo.

 

Esta prática promove a diversificação e o aumento na renda dos pequenos produtores, estimula o extrativismo sustentável e a preservação das florestas nativas, além de permitir o encontro entre campo e cidade, passado e presente, bem como a reaproximação das pessoas junto à natureza, permitindo sentir-se parte dela.

 

A - Informações gerais

 

INÍCIO: 12/1990 (em andamento)

ENTIDADE EXECUTORA: Agroindústria Família Bellé 

PARCEIROS: Associação Sulina de Crédito e Assistência Rural -EMATER/ ASCAR – RS; Grupo de Extensão "Viveiros Comunitários" - Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS; Grupo de Trabalho de Gastronomia Regional do Rio Grande do Sul; Rede Orientada para o Desenvolvimento da Agroecologia - RODA - UFRGS; Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural - PGDR – UFRGS; "Uma Visão Agronômica com Ideal Ecológico" - UVAIA - UFRGS; Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais - Ingá - UFRGS; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA Clima Temperado; Cooperativa Aecia de Agricultores Ecologistas Ltda; Cooperativa Regional de Produtores Ecologistas do Litoral Norte do Rio Grande do Sul e Sul de Santa Catarina - EcoNativa; Centro Ecológico Assessoria e Formação em Agricultura Ecológica – Ipê e Litoral Norte; Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo do Rio Grande do Sul - SDR-RS; Câmara Técnica de Agroecologia - SDR-RS; Associação Agroecológica Feira de Agricultores Ecologistas de Porto Alegre - FAE; Centro de Tecnologias Alternativas Populares - CETAP; Prefeitura Municipal de Antônio Prado; Empresa Catarinense de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural - EPAGRI; Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. - Banrisul

APRESENTADO POR: Franciele Belle

RECURSOS: Próprios e de terceiros

FAIXA DE VALOR: Acima de U$25 mil

CATEGORIA: Unidade de Referência

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Segurança Alimentar e Nutricional

PALAVRAS-CHAVE: Agricultura Familiar; Biodiversidade; Frutas Nativas; Agroindústria; Agroecologia; Agrobiodiversidade; Produtos Orgânicos; Sucessão Familiar; Desenvolvimento Sustentável; Diversificação; Juventude na Agricultura.

PÚBLICO-ALVO: Agricultores familiares que trabalham com sistemas orgânicos, sistemas agroflorestais e extrativismo sustentável, em especial de frutas nativas; alunos, professores e consumidores conscientes da importância da biodiversidade como fonte de alimentação saudável e da preservação cultural e do meio ambiente.

LOCALIZAÇÃO: Área rural

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Região Sul

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina

 

B - Descrição da prática

 

1- ANTECEDENTES

No final dos anos 80, o agricultor Nélio Bellé, do município de Antônio Prado, Rio Grande do Sul, decidiu mudar a forma de gerir sua propriedade agrícola: abandonou a agricultura convencional e passou a dedicar-se a agroecologia. No início o produtor comercializava tomate, uva e verduras, incentivando familiares e amigos a seguirem seu exemplo. 

Durante este período, a família constatou que apesar da abundante flora regional, a falta de informação da população rural com relação ao potencial produtivo de Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC's) propiciava uma disponibilidade considerável de produtos nativos que não eram aproveitados comercialmente. Por falta de conhecimento, o consumo de produtos oriundos das florestas nativas da região era insignificante. Muitos produtores desmatavam as áreas florestais de suas propriedades com receio de ficarem impossibilitados de as explorarem futuramente. 

Percebendo o mercado potencial existente, Nélio Bellé ampliou sua variedade de produtos, passando a produzir sucos, compotas, doces e molhos através do aumento da produção própria e aquisição de outros produtores locais. Foi o passo inicial para a constituição em 1990 da Agroindustria Bellé, gerida pela família e que produz alimentos diferenciados, livres de agrotóxicos e conservantes. 

 

2- OBJETIVO 

Ser um apoio às famílias que trabalham com a produção agroecológica e o extrativismo sustentável na região, utilizando os excedentes para elaboração de produtos comerciais, tendo presente a necessidade da manutenção e resgate das biodiversidades locais e colaborando na organização do ecossistema, incentivando o plantio e cultivo de frutas nativas.

Objetivos específicos:

- Tornar-se referência às famílias que desenvolvem a produção agroecológica e extrativista na Região Sul do Brasil;

- Aproveitar a disponibilidade de frutas nativas para elaboração de produtos de maior valor agregado;

- Desenvolver e oferecer novos produtos para uma alimentação saudável;

- Aumentar a renda dos agricultores familiares;

- Estimular a manutenção e conservação da agrobiodiversidade local;

- Aproximar o homem urbano da natureza, apresentando ao mundo toda riqueza de sabores e biodiversidades de nossa região;

- Conscientizar a sociedade sobre a necessidade da valorização e preservação da natureza;

- Reduzir o desmatamento e o êxodo rural;

- Oportunizar os consumidores a descobrirem além dos sabores marcantes destas frutas, seu poder nutricional que auxilia no tratamento de diversas doenças, dispensando fármacos químicos. 

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

Aquisição de frutas nativas disponíveis nas propriedades rurais, não comercializadas pelos pequenos produtores, elaborando uma série de produtos saudáveis, de alto valor nutritivo e maior valor agregado, como doces, compotas, sucos, bebidas, polpas, etc. A estes produtos foi dada a denominação "sabor da infância", pois lembram os consumidores das frutas que comiam quando crianças;

Certificação de produtos agroecológicos através da Rede ECOVIDA de Agroecologia  – certificação participativa;

Priorização da comercialização dos produtos em feiras e pequenas lojas especializadas que já conhecem ou trabalham com as frutas nativas, com apoio da Cooperativa Regional de Produtores Ecologistas do Litoral Norte do Rio Grande do Sul e Sul de Santa Catarina (Econativa) e da Associação Agroecológica Feira de Agricultores Ecologistas de Porto Alegre (FAE), a fim de melhor esclarecer o público consumidor que desconhecia as plantas alimentícias não convencionais. Nas feiras e pontos de vendas alternativos são realizadas degustações, dando a oportunidade dos consumidores experimentarem produtos alternativos aos convencionais; 

Orientação, assistência técnica e cursos aos produtores rurais prestados por entidades parceiras como a Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural  e Associação Sulina de Crédito e Assistência Rural- EMATER/ASCAR, Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina - EPAGRI, Grupo de Extensão "Viveiros Comunitários" - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Rede Orientada para o Desenvolvimento da Agroecologia - RODA - UFRGS, "Uma Visão Agronômica com Ideal Ecológico" (UVAIA) - UFRGS, Cooperativa Aecia de Agricultores Ecologistas e o Centro Ecológico Assessoria e Formação em Agricultura Ecológica – Ipê e Litoral Norte;

Organização de visitas dos consumidores às propriedades, com o apoio da Associação Agroecológica Feira de Agricultores Ecologistas de Porto Alegre, oportunizando aos moradores dos centros urbanos o contato com o meio rural. Durante as visitas o público participa do plantio e da colheita de alimentos frescos, estando em contato direto com o meio ambiente;

Desenvolvimento de estudos sobre o potencial nutricional e terapêutico das Plantas Alimentícias Não Convencionais  - PANC's e seus subprodutos, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul e a Empresa Brasileira de pesquisa Agropecuária - EMBRAPA e Câmara Técnica de Agroecologia - SDR;

Divulgação das PANC's e da cultura regional através de sites, redes sociais, palestras, congressos, cursos e oficinas com apoio do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural (PGDR) – UFRGS, do Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais (Ingá) - UFRGS, Câmara Técnica de Agroecologia - SDR e Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR-RS). Incentivo aos jovens a ingressarem no projeto, oportunizando às novas gerações uma perspectiva de futuro, onde podem garantir seu sustento;

Desenvolvimento de receitas sofisticadas em parceria com o Grupo de Trabalho de Gastronomia Regional do Rio Grande do Sul, chefs de cozinha, apresentando todo o potencial gastronômico dessas frutas.

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

- Produção atual (2014) estimada de aproximadamente 2500 litros de bebidas registradas e 800 litros de bebida em processo de registro;

- Total de 50 famílias diretamente beneficiadas com a prática;

- Diversificação de renda na agricultura familiar, com acréscimo na renda dos pequenos produtores em até 10% com o aproveitamento das frutas disponíveis na propriedade;

- Estímulo a valorização da flora nativa e dos pomares domésticos das propriedades rurais, através do aumento na renda, motivando os agricultores a agir na preservação das florestas e também no plantio de novas mudas, garantindo assim a manutenção das espécies locais;

- Aumento na certificação orgânica de pomares domésticos em propriedades agrícolas familiares;

- Implementação de Sistema Agroflorestal (SAF) nas propriedades parceiras;

- Venda dos produtos derivados de PANC's com participação no mercado nacional e internacional;

- Participação em feiras através da Cooperativa Aecia de Agricultores Ecologistas Ltda e da Associação Agroecológica Feira de Agricultores Ecologistas de Porto Alegre;

- Elevada satisfação dos consumidores com as frutas nativas e seus subprodutos.

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

 Para a produção de industrializados de plantas alimentícias não convencionais, faz-se necessária a implantação de uma pequena agroindústria de acordo com legislação vigente de cada localidade.

Equipamentos básicos: despolpadeira, tacho para cozimento, panela extratora de suco a vapor, fogão ou fogareiro. 

- Mão-de-obra familiar para beneficiamento dos produtos (4 pessoas); 

- 1 Responsável técnico;

- Serviços administrativos (contabilidade). 

Para viabilização de recursos financeiros, contou-se com o apoio de instituições parceiras como o Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. - Banrisul, Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo do Rio Grande do Sul (SDR-RS) e Prefeitura Municipal de Antônio Prado. 

 

6 - TRANSFERÊNCIA

O processo produtivo adotado é frequentemente apresentado em eventos para divulgação dos produtos, através de palestras, cursos e degustações. Destaque para o curso destinado a produtores de fumo, ministrado no município de Anchieta, promovido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina - EPAGRI, e palestra no Encontro de Frutas Nativas e Pequenas Frutas do MERCOSUL, promovido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA no município de Pelotas.  

Também são realizadas visitas coordenadas pela EPAGRI, EMBRAPA, Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural  e Associação Sulina de Crédito e Assistência Rural - EMATER/ASCAR, sindicatos de agricultores municipais, cursos de Agronomia e Biologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Centro de Tecnologias Alternativas Populares (CETAP), com intuito de conhecer e replicar a prática desenvolvida.  

 

7 - LIÇÕES APRENDIDAS

Ao desenvolver um processo produtivo com base em produtos orgânicos, incorpora-se naturalmente um conjunto de procedimentos que se constituem em práticas sustentáveis. Também se estimulou na comunidade local o resgate do contato com a natureza por meio da utilização de produtos naturais.

No inicio havia o desconhecimento com relação aos produtos, porém com a apresentação dos sucos e dos frutos in natura e, mais tarde, com amostras organizadas por entidades representativas, houve avanços significativos na comercialização dos produtos, principalmente nos centros urbanos como Porto Alegre.

A dificuldade de introduzir uma nova cultura junto aos agricultores, que de certo modo viam a utilização de produtos nativos como um retrocesso na cadeia produtiva, representou uma grande dificuldade. Porém, com o passar do tempo, a partir do retorno financeiro, mostraram-se motivados na preservação das árvores nativas e na coleta dos frutos.

O atendimento a legislação é outro entrave. Existe grande dificuldade no enquadramento das frutas nativas na lei dos orgânicos, pois a grande maioria das árvores estão isoladas e em propriedades onde é usado o sistema convencional de cultivo. Além disso, são poucos os dispositivos legais que regulam a produção orgânica na agricultura familiar, principalmente para quem trabalha com produtos alternativos e extrativismo sustentável. Nestes casos, conta-se com a orientação dos órgãos reguladores quanto às legislações aplicáveis, e com a articulação política para desenvolvimento de instrumentos legais que tenham abrangência sobre este tipo de processo produtivo. 

 

Há possibilidade de visita à prática em qualquer época, mediante agendamento.

 

 de visitantes: Até 30 pessoas. 

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