A substituição periódica de rainhas é um procedimento necessário e reconhecido pelos apicultores para o bom desenvolvimento da atividade. Visando potencializar a produção de mel no Estado, a prática desenvolvida pela Epagri tem como objetivo a seleção massal e produção de rainhas com a utilização do método de transferência de larvas. Aplicam-se tecnologias que permitem a produção, em larga escala, de rainhas selecionadas pelo método massal, com ênfase na resistência à doenças e parasitas e com alta produtividade de mel. O método utilizado para a produção das rainhas permite eleger as colônias que darão origem às rainhas, bem como, determinar a qualidade destas, uma vez que, é possível selecionar as que apresentam melhores características morfológicas, como peso e tamanho ao nascer.  

O projeto tem atuação em todo Estado de Santa Catarina, porém com ênfase nas regiões do Planalto Norte e Meio Oeste. Atualmente 50 apicultores integram o projeto. Dentre os resultados mais relevantes da prática destacam-se: incremento de 8 toneladas de mel por safra, ou seja, um incremento de cerca de 30% na produção;  melhoria sanitária dos apiários do Estado, por meio do estabelecimento de um plantel de colônias com maior comportamento higiênico e menor infestação por Varroa destructor; aumento da prática de substituição periódica de rainhas e incentivo à produção de rainhas por parte dos apicultores.

  

A - Informações gerais

 

INÍCIO:  Junho de 2010

TÉRMINO: Em andamento  

ENTIDADE EXECUTORA: EPAGRI-  Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina

PARCEIROS: Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina – FAPESC

APRESENTADO POR: Tânia Patrícia Schafaschek

RECURSOS: Próprios e de terceiros

FAIXA DE VALOR: Acima de US$ 25 mil

CATEGORIA: Projeto

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Agricultura

PALAVRAS-CHAVE: Apicultura; agricultura; zootecnia; agricultura familiar; Apis mellifera; produção de rainhas; transferência de larvas; substituição de rainhas; comportamento higiênico, Varroa destructor, Epagri

PÚBLICO-ALVO: Apicultores e suas associações, agricultores familiares, extensionistas rurais e técnicos que atuam na área apícola.

LOCALIZAÇÃO: Área rural

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Estadual

MUNICÍPIOS: Itaiópolis, Mafra, Monte Castelo, Porto União, Matos Costa, Lebon Régis, Videira, São Miguel do Oeste, Campos Novos, São Joaquim, Urussanga, Vidal Ramos, Florianópolis.

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: Comunidades rurais com renda oriunda da produção de mel 

 

B - Descrição da prática

 

1- ANTECEDENTES

O Estado de Santa Catarina é o terceiro maior produtor nacional de mel, com aproximadamente 10.000 apicultores envolvidos na atividade. Entretanto, até o ano de 2012 verificavam-se baixos índices de produtividade comparado ao potencial existente no Estado, sendo que a média atingia apenas 12,5 kg/colmeia/ano, ficanco abaixo da média nacional de 18 kg/colmeia/ano (IBGE, 2012).

Em um levantamento realizado por técnicos da Epagri no ano de 2010, observou-se que a baixa produtividade dos apiários, aliada à constante mortalidade de colônias, era devida, principalmente, pela falta de um manejo adequado destas. A presença de rainhas de origem desconhecida, a falta da percepção da importância de se efetuar a substituição periódica das rainhas e de que estas fossem selecionadas com maior rigor técnico para a finalidade produtiva que se pretendia eram fatores que contribuíam para a queda da produção. Apenas grandes apicultores, com melhor estrutura, costumavam realizar a substituição de rainhas selecionadas. A presença de V. destructor nas colônias também era um fator preocupante, pois muitos apicultores constatavam altas taxas de infestação ao longo do ano em suas colmeias e a necessidade da utilização de produtos para o seu controle. Por outro lado, a utilização destes produtos também gerava preocupação, visto que o seu uso indiscriminado e de maneira errada poderia vir a acarretar em maiores problemas como a resistência dos ácaros ou a contaminação dos produtos apícolas, caso os devidos cuidados não fossem tomados quando da sua utilização. Além disso, a presença de abelhas africanizadas permitia que, com a utilização apenas da seleção de colônias com alto comportamento higiênico, estes índices fossem superados pela alta capacidade das abelhas em eliminar o ácaro.

Diante desses desafios, no ano de 2010, a Epagri (Estação Experimental de Videira – EEV) iniciou um projeto de seleção de rainhas, instalando, com auxílio de apicultores, oito apiários de seleção nas regiões/municípios de São Miguel do Oeste, Campos Novos, São Joaquim, Urussanga, Vidal Ramos, Florianópolis, Itaiópolis e Videira..

  

2- OBJETIVO GERAL

Fomentar estratégias de seleção e produção de rainhas de A. mellifera provenientes de colônias com alto comportamento higiênico e baixa infestação por V. destructor.

Objetivos Específicos: 

  • Selecionar colônias de abelhas A. mellifera com alto comportamento higiênico e capacidade de manter baixos níveis de infestação pelo ácaro V. destructor;
  • Produzir rainhas pelo método de transferência de larvas a partir de colônias de abelhas selecionadas;
  • Estimular a prática de substituição periódica de rainhas por parte dos apicultores, visando a utilização de material genético com boas características produtivas e origem conhecida;
  • Incentivar a produção de rainha em larga escala, visando facilitar à prática de substituição de rainhas, garantindo a utilização de material genético selecionado;
  • Proporcionar nova alternativa econômica junto aos apicultores com a produção e venda de rainhas.

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

As atividades com ênfase na seleção e produção de rainhas de A. mellifera no Estado de SC foram iniciadas no ano de 2010 na Epagri - Estação Experimental de Videira (EEV). Os primeiros passos do projeto consistiram na realização de adequações da estrutura e a implantação de um Laboratório de Produção de Rainhas, localizado na EVV. O laboratório é responsável pela produção de rainhas através do método de transferência de larvas.

A metodologia para a realização do projeto é composta pela seleção das colônias, reprodução e introdução das novas rainhas na propriedade rural. A seleção das colônias foi realizada através da observação das características e comportamento das abelhas (seleção massal). Para essa etapa, foram instalados oito apiários de seleção regional nos municípios de São Miguel do Oeste, Campos Novos, São Joaquim, Urussanga, Vidal Ramos, Florianópolis, Itaiópolis e Videira. As colônias que compunham esses apiários eram doadas por apicultores, sendo que, em cada região o levantamento abrangeu a observação de doze apiários distribuídos em diferentes municípios. O núcleo de abelhas foi obtido a partir das colmeias consideradas produtivas e com características de interesse, tais como, alto comportamento higiênico, baixa defensividade e alta produtividade de mel. Com base nas informações obtidas junto aos apicultores, os técnicos da Epagri selecionaram um total de 96 colônias de abelhas que passaram por avaliação técnica durante duas safras apícolas quanto: à produtividade de mel, ao comportamento higiênico e maior resistência a V. destructor. As colônias que se destacaram foram selecionadas e reproduzidas na EEV para avaliação nas safras seguintes. A reprodução deste material selecionado ocorreu na EEV, por meio da produção de rainhas utilizando-se o método de transferência de larvas.

Para que as novas rainhas fossem introduzidas ou produzidas na propriedade se fez necessário a manifestação do interesse do apicultor em melhorar as condições de seu plantel de abelhas. Visitas técnicas e capacitações periódicas, sobre a importância da presença de uma rainha de qualidade na colônia e da substituição das rainhas que não apresentam características desejáveis, foram essenciais para conscientizar e mobilizar os apicultores. A partir do interesse do apicultor, a Epagri iniciou o acompanhamento desses apiários, fornecendo rainhas selecionadas, as quais foram avaliadas posteriormente conforme características destacadas acima.

Além da introdução de rainhas oriundas da EVV, foi incentivado que o apicultor realizasse a produção de rainhas em sua própria propriedade. Nessa etapa, a Epagri disponibilizou capacitação teórica e prática sobre os critérios de seleção, as técnicas de produção de rainhas e adaptações locais necessárias (Conforme anexo 2). Cabe ressaltar que as capacitações e o método de abordagem com o agricultor levaram em consideração as condições tecnológicas e a estrutura disponível na propriedade. Uma vez dominada a técnica e incorporada ao cronograma de manejo da propriedade, o apicultor possui maior autonomia perante a assistência externa. Em torno de 50 apicultores aderiram à tecnologia e veem aumentando gradativamente a porcentagem de colônias em que efetuam a substituição de rainhas anualmente.

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

Dentre os resultados alcançados com as ações para a melhoria da produção apícola por meio do desenvolvimento de estratégias de seleção e produção de rainhas Apis mellifera, destacam-se:    

  • 50 apicultores aplicam a tecnologia de substituição periódica de rainhas por rainhas selecionadas produzidas pelo método de transferência de larvas nas regiões do Planalto Norte e Meio Oeste do Estado de Santa Catarina;
  • 10 % dos apicultores produzem suas próprias rainhas para substituição em suas colmeias, através da utilização do método adaptado;
  • Economia realizada na compra de rainhas de aproximadamente R$ 30,00 por colmeia do apiário. Os agricultores envolvidos com o projeto possuem em média 200 colmeias cada;
  • Aumento médio da renda por colmeia de aproximadamente R$ 100,00 por safra (anexo 3);
  • Aumento da produtividade de mel. Analisando-se o período de 2014 a 2016 verifica-se que a aplicação desta tecnologia pelos 50 apicultores que aderiram prontamente ao projeto permitiu-lhes um incremento total de 8 toneladas de mel por safra, ou seja, um incremento médio de 30% na produção, comparativamente aos anos anteriores e sem a substituição de rainhas;
  • Comparada às colônias com rainhas não selecionadas, observou-se uma redução de até 43% na infestação por varroa em abelhas adultas nas colônias em que foram introduzidas rainhas selecionadas;
  • Maior resistência de colônias ao inverno. Este fato deve-se a maior prolificidade de rainhas jovens, as quais são capazes de produzir crias por um período prolongado até próximo ao inverno, permitindo à colônia manter um nível populacional adequado e com abelhas jovens, as quais terão maior longevidade durante este crítico período de sobrevivência das colônias;
  • Fornece condições para a criação de um novo segmento de geração de renda para a agricultura familiar: a produção de rainhas;
  • Realização de cursos e capacitações para os agricultores e técnicos;

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

Recursos Humanos

 

  • 01 pesquisador zootecnista; 01 funcionário de campo; apicultores e extensionistas rurais.

Recursos materiais 

 

Infraestrutura necessária para a constituição de um laboratório de produção/avaliação de rainhas e realização da prática em nível estadual:
• Para a constituição de 01 Laboratório para produção de rainhas: estufa BOD, umidificador, ar condicionado (para aquecimento do ambiente no processo de transferência de larvas), balança de precisão, paquímetro, cilindro de CO2, geladeira, suportes para apoio dos favos contendo as larvas para transferência, estufas de transporte, outros materiais necessários para a transferência de larvas como cúpulas de acrílico, caixilhos porta cúpulas, pinças para transferência de larvas, marcadores de rainha, gaiolas para transporte e para introdução de rainhas.
• Apiários contendo colmeias compostas por ninho e melgueira padrão Langstroth para avaliação e seleção de colônias e formação de recrias para receber as larvas transferidas para a produção das rainhas;
• Apiário contendo os núcleos para a fecundação das rainhas produzidas.
• 01 veículo para deslocamento da equipe.

 

Infraestrutura necessária para a produção de rainhas pelo apicultor em sua propriedade:
• Espaço para realizar a transferência de larvas, onde seja possível manter a temperatura acima de 25°C e a umidade relativa acima de 65%, contendo: suportes para os favos com as larvas a serem transferidas, lanternas para iluminação, cúpulas de acrílico ou confeccionadas em cera, caixilhos porta cúpulas, pinças para transferência de larvas, marcadores de rainha, gaiolas para transporte e para introdução de rainhas;
• 01 apiário contendo as colmeias matrizes (colmeias que apresentarem as melhores características de comportamento higiênico e alta produtividade de mel e, as colmeias recria;
• 01 apiário contendo núcleos para a fecundação das rainhas produzidas (opcional).

 

6 - TRANSFERÊNCIA 

 

A prática já foi diretamente transferida a apicultores pertencentes aos municípios de Videira, Lebon Régis, Monte Castelo, Itaiópolis, Mafra, Santa Terezinha, Matos Costa e Porto União, sendo os dois últimos ligados à Associação Maquinista Molina- MOLIMEL. Foi amplamente difundida por meio de palestras, dias de campo, oficinas e acolhimento de excursões no Laboratório de Produção de Rainhas. Já foram realizados dias de campo nos municípios de Itaiópolis, Irineópolis, Matos Costa e Porto União com participação de 159 apicultores. A divulgação da experiência regional, da técnica e a importância da prática de substituição de rainhas com a utilização de material selecionado foi abordado por meio de palestras no Encontro Catarinense de Apicultores nos anos de 2011 e 2015, Seminário Regional de Apicultura de São Bento do Sul em 2015, Seminário Regional de Apicultura de Canoinhas em 2015 e Seminário Regional de Apicultura de Videira em 2016. Já foram recepcionados, para conhecimento do laboratório e visita às propriedades, excursões do Núcleo dos Apicultores da ACIRP, ARPROMEL e Casa Familiar Rural de Seara. Outra técnica de promoção da prática é por meio de oficinas e treinamentos, como foi o caso dos apicultores da Associação Maquinista Molina, do município de Lebon Régis, técnicos da Epagri, entre outros. 

 

Próximo a região de Videira, já receberam capacitação para a produção de rainhas os produtores dos municípios de Monte Castelo, Mafra e Santa Terezinha, que produzem anualmente rainhas para a substituição de aproximadamente 10% de suas colmeias. Mais recentemente a Associação Maquinista Molina vem adaptando a tecnologia, visando determinar um produtor de rainhas a fim de suprir a demanda de seus associados. A demanda dos apicultores, técnicos e os resultados de incremento na produção de mel demonstram que a prática pode ser adotada por outras instituições de assistência técnica e extensão rural, assim como por apicultores interessados na tecnologia de seleção e produção de rainhas.

 

 

7 -LIÇÕES APRENDIDAS

 

Embora os apicultores envolvidos já apresentem plena consciência da importância desta tecnologia, um dos principais entraves para que haja um maior número de adeptos, bem como os que já a utilizam aumentem o número de colmeias trabalhadas, é a dificuldade e falta de segurança no momento da substituição das rainhas antigas pelas selecionadas. Há, portanto, a necessidade de se trabalhar mais os métodos de substituição junto aos apicultores, afim de garantir maiores taxas de aceitação e proporcionar maior segurança a estes na realização deste manejo.

Outro entrave é o nível tecnológico dos apicultores de maneira geral. Há ainda a necessidade de adequar o manejo realizado nos apiários, como por exemplo a troca de favos velhos por favos com cera alveolada, preferencialmente com a utilização de lâminas inteiras. Também é preciso a disponibilização de espaço suficiente para o desenvolvimento da colônia e completa expressão da capacidade produtiva das rainhas selecionadas por meio da adição de sobreninhos ou melgueiras antes da total ocupação da colônia. Superado esses entraves, acredita-se que haverá maior dedicação por parte dos interessados na produção de rainhas, pois se tornarão mais evidentes os resultados positivos da seleção e substituição das rainhas nas colmeias. Há também a necessidade de maior cooperação entre agentes de pesquisa e extensão, apicultores e suas associações e agências de fomento à pesquisa, a fim de fortalecer as ações do projeto e engajar um maior número de adeptos comprometidos com o alcance dos objetivos.

As estratégias adotadas para a seleção e produção de rainhas pelo método de transferência de larvas pode ser considerada uma boa prática por elevar a produtividade de mel dos apicultores e ser passível de replicação da técnica na propriedade familiar com baixo investimento. A expectativa para os próximos anos é o desenvolvimento de um novo nicho de mercado para os apicultores, a venda de rainhas, tendo em vista a demanda crescente por este tipo de produto acarretando em melhoria da renda dos agricultores familiares.

    

8 -ORIGINALIDADE DA PRÁTICA

A produção de rainhas pelo método de transferência de larvas foi descrita inicialmente em 1889 por Gilbert M. Doolittle. Métodos de seleção e melhoramento de rainhas para resistência a doenças, baseados no comportamento higiênico das colônias, vem sendo empregados e aprimorados há muito tempo, principalmente em países da Europa e nos Estados Unidos. No Brasil os estudos são mais recentes. Com base nessas experiências, a Epagri desenvolveu uma metodologia específica de planejamento e implantação da prática. . 

 

 

 

A melhor época para visitação é entre os meses de setembro a dezembro. O número de visitantes para melhor condução dos trabalhos é de até 20 pessoas.

 

 

 

Assessoria Técnica e Editoração
Msc. Felipe Jhonatan Alessio - Assistente de Programas da Unidade de Coordenação de Projetos da FAO/ONU no Sul do Brasil.

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