A piscicultura é um setor importante para o desenvolvimento regional do oeste do Paraná. Sob uma perspectiva econômica a atividade é uma alternativa para a renda de agricultores que possuem pequenas propriedades. Ciente das dificuldades da região, a Emater PR e a Prefeitura de Maripá, em parceria com a associação de piscicultores AQUIMAP, buscaram desenvolver a cadeia de piscicultura na região oeste, estabelecendo um sistema sustentável de produção de peixes que seja viável num módulo mínimo para produtores da agricultura familiar.  

 

O trabalho é realizado através de diversas iniciativas que visam a assistência técnica e o desenvolvimento de tecnologias propícias para a região. Dentre os resultados alcançados, destacam-se: fortalecimento e organização dos produtores através da criação da Associação dos Aquicultores do Município de Maripá (AQUIMAP) que conta com 80 associados; profissionalização dos piscicultores familiares por meio de assistência e capacitação técnica; fornecimento de peixes com alta qualidade e com pesos variados (500 a 1000g), atendendo os interesses da indústria local, regional e nacional; elevação da população de tilápia por m² de 4 a 6 para 8 a 10; no município de Maripá, a produtividade média saiu de 3,0 ton/ha/ciclo em 1994 para 54,2 ton/ha/ciclo em 2016. A piscicultura tem se demonstrado uma alternativa viável para pequenas e médias propriedades rurais. 

  

A - Informações gerais

 

INÍCIO: 1993

TÉRMINO: Em andamento  

ENTIDADE EXECUTORA: Emater Paraná e Prefeitura Municipal de Maripá

ENTIDADE CO-EXECUTORA: Associação dos Aquicultores do Município de Maripá (AQUIMAP)

PARCEIROS: IAP, Adapar, Prefeitura Municipais de Palotina, Marechal Cândido Rondon, Nova Aurora, Nova Santa Rosa, Cafelândia e Assis Chateaubriand, Indústrias de Insumos  Indústrias Processadoras, Unioeste, Unipar, PUC, UTF, UFPR.

APRESENTADO POR: Gelson Hein e Cesar Antonio Ziliotto

RECURSOS: Próprios e de terceiros

FAIXA DE VALOR: Acima de US$ 25 mil 

CATEGORIA: Projeto

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Agricultura

PALAVRAS-CHAVE: Piscicultura, agricultura familiar, ATER, desenvolvimento regional, cadeias produtivas 

PÚBLICO-ALVO: Agricultores e piscicultores familiares

LOCALIZAÇÃO: Área rural

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Microrregional 

MUNICÍPIOS: As experiências do município de Maripá já foram replicadas em Toledo, Palotina, Marechal Cândido Rondon, Nova Aurora, Nova Santa Rosa, Cafelândia e Assis Chateaubriand

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: Comunidades rurais

 

B - Descrição da prática

 

1- ANTECEDENTES

A piscicultura é uma atividade recente no desenvolvimento regional no oeste do Estado do Paraná. As condições mínimas para a estruturação da cadeia produtiva datam da década de 1980 com a implantação do Programa de Manejo de Solos e Água do Governo do Paraná. Estabelecida as diretrizes necessárias para a conservação da água, um bem fundamental para o desenvolvimento da atividade, produtores da região passaram a incorporar a produção de peixes na renda familiar já no final da década de 1980.

No início a atividade parecia muito fácil e até divertida, mas logo ficou claro aos produtores que para alcançar um rendimento satisfatório seria necessário superar dificuldades estruturantes, relacionadas à falta de assistência técnica e conhecimento empírico em uma série de procedimentos: uso de técnicas de criação de peixes, movimentações de terra para construção de viveiros, barramento de nascentes e derivações de córregos e sangas, soltura dos peixes na água, produção de rações, entre outros.

Com a concretização do Lago de Itaipu a necessidade de reposição de espécies nativas neste ambiente, instala-se em Toledo um centro de pesquisa em aquicultura. No centro se iniciam as produções de alevinos que formam a base da criação e estimularam os produtores e técnicos nas primeiras criações de peixes em viveiros escavados. Somam-se a essa iniciativa o conhecimento desenvolvido através das universidades na região (Unioeste, Unipar, PUC, UTFpr, UFPr) com cursos voltados à formação de profissionais ligados à cadeia de piscicultura, qualificando a estrutura e suprindo muitas deficiências.

No município de Maripá, localizado no oeste do Estado do Paraná, de aptidão essencialmente agrícola e criações pecuárias de suínos, aves e bovinos de leite, começa na década de 90 de forma modesta e seguindo a tendência de outros municípios da região, a criação de peixes. Novamente encontram-se, um grande número de produtores que iniciam na criação de peixes com poucos critérios técnicos e conhecimento de manejo. A dificuldade de venda do produto também é observada em larga escala. Essas dificuldades de organização da cadeia produtiva demandaram do setor público o desenvolvimento de políticas públicas de fomento municipal e regional.

   

2- OBJETIVO GERAL

Desenvolver a cadeia de piscicultura na região Oeste do Paraná, estabelecendo um sistema sustentável de produção de peixes que seja viável num módulo mínimo para produtores da agricultura familiar.

Objetivos Específicos: 

  • Manter sob controle o uso dos recursos naturais, principalmente a água, evitando a poluição e promovendo a sua reutilização;
  • Organizar os produtores em prol das necessidades de conhecimento tecnológico, profissionalização, e retorno econômico;
  • Fornecer uma alternativa de produção viável para garantir a sucessão familiar e a permanência dos jovens rurais; . 

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

As ações para a estruturação da cadeia produtiva de peixes, em especial da tilápia, no município de Maripá-PR iniciaram a mais de 25 anos. Portanto, é um esforço dos agricultores, setores público, privado e sociedade civil, que ultrapassa gestões municipais/governamentais. Nesse processo, a base da cadeia de produção são os piscicultores, onde o conhecimento e a prática se completam, encontra na extensão rural oficial, através da EMATER PR um elo importante desde o início da conservação do solo, redução das erosões, construção dos viveiros, fomento da atividade, cursos, treinamentos e organização dos piscicultores, fomentando e estruturando a atividade na região. A tecnologia também desempenha uma função essencial para a sustentabilidade social, ambiental e econômica do setor.

No Município de Maripá, a assistência técnica disponibilizada pela EMATER-PR e a Prefeitura Municipal se somaram ao ímpeto empreendedor dos produtores rurais para construção dos viveiros e aprendizado na criação dos peixes. Em um primeiro momento, para validar e exemplificar novas tecnologias aos produtores, a Emater faz uso de algumas unidades de referência. Atualmente são 3 unidades de referência no município de Maripá, onde a criação é acompanhada sistematicamente com avaliação dos indicadores técnicos e econômicos. Esses dados geram informações que são utilizados em treinamento de técnicos e produtores em reuniões técnicas, práticas, dias de campo e outras metodologias grupais. Já nas propriedades, a assistência técnica é diversificada e periódica, buscando salientar as boas práticas na: construção de viveiros; criação e despesca; policultivo; espécies nativas e experimentações diversas buscando adaptar e criar condições de melhorar o sistema de produção; melhoramento genético e introdução de novas matrizes; acompanhamento sistemático da qualidade de água; biometrias mensais dos peixes; ajustes nas taxas de alimentação; aumento na disponibilidade de oxigênio com aeradores e uso de comedouros automáticos; comercialização e acesso aos mercados regionais; entre outras técnicas que elevam o controle e monitoramento da atividade. Por último, a implantação do sistema intensivo de criação de peixes, desenvolvido no município de Maripá, deve observar as exigências da legislação ambiental, a fim de garantir ao produtor o acesso as políticas de crédito rural.

A organização dos produtores em Associação também foi importante para o desenvolvimento sustentável da piscicultura na região. No ano de 1997 foi instituída a Associação dos Aquicultores de Maripá (AQUIMAP) com objetivo de organizar os produtores em torno das técnicas mais adequadas para a produção e estratégias de acesso aos canais de comercialização. Este último aspecto é fortalecido pela presença de empresas frigoríficas na região, que favorecem o escoamento da produção dos produtores, reduzindo custos de transporte, incentivando desenvolvimento tecnológico e contribuindo para a consolidação da cadeia produtiva. Atualmente a AQUIMAP congrega 80 produtores que comercializam para mais de 20 empresas frigoríficas da região de Toledo e Maripá.

O crescimento da atividade de piscicultura nas propriedades rurais ocorre em detrimento de ações que são desenvolvidas e discutidas entre os produtores e técnicos, de forma que se criou um ambiente de desenvolvimento com apoios mútuos. Os resultados obtidos na produção, as novas tecnologias e também as dificuldades são compartilhadas trazendo à tona situações que auxiliam no desenvolvimento e organização da cadeia, que transformou o peixe num atrativo da festa municipal, que juntamente com as orquídeas produzidas atraem pessoas em roteiros turísticos pelo interior do município. 

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

Dentre os resultados obtidos pelo desenvolvimento da cadeia produtiva de tilápias no oeste do Paraná:  

  • Fortalecimento e organização dos produtores através da criação da Associação dos Aquicultores de Maripá (AQUIMAP) que conta com 80 associados;
  • Profissionalização dos piscicultores familiares por meio de assistência e capacitação técnica;
  • Permanência ou retorno de jovens atraídos pelos rendimentos da atividade;
  • Aperfeiçoamento dos sistemas de produção em viveiros de terra, com índices de produtividade na região oeste do Paraná em torno de 30 ton/há/ciclo;
  • Fornecimento de peixes com alta qualidade e com pesos variados (500 a 1000g), atendendo os interesses da indústria local, regional e nacional;
  • Estima-se que o rendimento líquido seja de R$ 0,60 a 1,00 por kg de peixe;
  • Implantação de plantas frigoríficas. Atualmente existem na região 24 plantas frigoríficas de diversos tamanhos que abatem em torno de 200 toneladas de peixes por dia;
  • Enquanto a média da região oeste do Paraná é de 4 a 6 peixes por metro quadrado, em Maripá os piscicultores colocam de 8 a 10 peixes por metro quadrado;
  • No município de Maripá, a produtividade média partiu de 3,0 ton/ha/ciclo em 1994 para 54,2 ton/ha/ciclo em 2016;

  

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

Para a implantação de 1 hectare de viveiro (3 tanques) em sistema intensivo são necessários:

 

Recursos Humanos

  • Para Técnicos capacitados em piscicultura para a implantação e assistência periódica, 1 pessoa para manutenção do viveiro (taques) após a implantação. 

Recursos materiais 

  • Os recursos materiais variam conforme as condições da área:
  • água de qualidade e em abundância (10 litros/seg); licença ambiental; Padrão de Energia Elétrica; 100 a 200 horas de escavação; Tubulação – 36 a 40 tubos de concreto de 20 a 40cm, 01 monge por tanque; 6 aeradores de 2hp e 8 aeradores de 1,5hp; 3 alimentadores flutuantes;
    Estimativas da Emater para a implantação de 1ha: R$ 150.000,00 a 200.000,00. 

 

6 - TRANSFERÊNCIA 

 

Nos últimos anos o município de Maripá tem chamado atenção no cenário estadual e nacional pela alta produtividade obtida e a organização da cadeia produtiva da tilápia. As tecnologias desenvolvidas em Maripá e na  Emater-PR de Toledo, já foram implantadas em propriedades dos municípios de Palotina, Marechal Cândido Rondon, Nova Aurora, Nova Santa Rosa, Cafelândia, Assis Chateaubriand, entre outros. A transferência da tecnologia ocorre por meio de visitas técnicas de outras instituições, dias de campo, feiras regionais, e encontros de pesquisadores da área. Por exemplo, em março de 2017 o município recebeu uma comitiva com servidores da Prefeitura de Cascavel-PR, para conhecer a forma de desenvolvimento da atividade com os produtores locais, o sistema de organização da Associação dos Aquicultores de Maripá (Aquimap) e para aprender as técnicas de manejo utilizadas atualmente. Novamente, em Julho de 2017, nova ação de promoção do setor foi realizado em Maripá, através do Fórum de Piscicultura, encontro regional de piscicultores. Também se destaca a realização do Seminário Estadual de Piscicultura, que já está em sua 16ª edição e conta com a presença de especialistas nacionais e internacionais da área e público superior a 400 participantes.

 

 

7 -LIÇÕES APRENDIDAS

 

A principal lição aprendida pelos produtores e demais envolvidos no setor é a co-dependência. Existe uma relação muito importante e intima entre as propriedades pelo uso comum do recurso natural que é a água e que deve estar disponível a todos os produtores nas melhores condições de qualidade. A sustentabilidade do setor está ligada diretamente a conservação dos recursos naturais e ao uso racional da água.

Entre os entraves, a inadimplência das empresas perante o produtor teve um papel negativo em alguns casos. Portanto, a realização de um acordo/contrato formal de comercialização garante o cumprimento dos compromissos assumidos entre produtor e empresa. Para minimizar os riscos de inadimplência, os produtores têm buscado formas de maior segurança através da Associação (AQUIMAP), publicitando entre si as informações necessárias para evitar prejuízos na venda dos peixes.

Em termos produtivos, vale destacar a necessidade de maior investimento por parte dos setores público e privado no desenvolvimento de tecnologias que fortaleçam e elevem os níveis de produtividade. Existe uma demanda no setor por equipamentos e tecnologias específicas para a piscicultura, em especial a produção de tilápias.

A atividade de piscicultura exige altos desembolsos financeiros no custeio da atividade, principalmente com rações, e por períodos que variam entre 6 a 10 meses até a venda dos peixes. Por isso, o sistema de integração com cooperativas está sendo uma excelente opção para os piscicultores obterem maior segurança na comercialização, assistência técnica de qualidade e reduzirem seus riscos na atividade.

   

8 -ORIGINALIDADE DA PRÁTICA

A produção de tilápias é uma atividade difundida globalmente. A originalidade da prática está nas tecnologias, manejo e organização implantadas para o desenvolvimento do setor no município de Maripá.

 

 

 

Visitas de segunda a sexta em horário comercial. Número máximo de visitantes: 25 pessoas.

 

 

Assessoria Técnica e Editoração
Eng. Carlos Biasi - Oficial de Programas da FAO/ONU para a Região Sul do Brasil. 
Msc. Felipe Jhonatan Alessio - Assistente de Programas da Unidade de Coordenação de Projetos da FAO/ONU no Sul do Brasil.

 

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