Santa Catarina é um importante Estado produtor de bananas, sua produção está concentrada em propriedades familiares, localizadas em encostas e com grande interação com o ecossistema da Mata Atlântica. Em termos institucionais, é característico dos produtores se organizarem através de associações municipais. Neste sentido, a presente proposta visa trabalhar a capacitação do produtor sob o enfoque da produção integrada oportunizando práticas de cultivo voltadas a preservação ambiental e a viabilidade econômica do setor.  

 

As práticas foram disseminadas através de acompanhamento técnico, realização de dias de campo, produção de material genético, instalação e manutenção de unidades demonstrativas e jardins clonais, e a divulgação das tecnologias através de folders. Os principais resultados da prática são: a renovação de 131 ha (13 produtores) de banana que promoveram melhoria na qualidade de frutos e no aumento de produtividade em pelo menos 30%; conservação do solo por meio de coberturas verdes em 97 há (10 produtores); substituição de uso de herbicidas por roçadas em 616 há (60 produtores); Implantação de 05 unidades de referências nos municípios de Itajaí, Luiz Alves, Massaranduba, Corupá e Garuva.

  

A - Informações gerais

 

INÍCIO: Abril de 2015

TÉRMINO: Em andamento  

ENTIDADE EXECUTORA: Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina - EPAGRI

PARCEIROS: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA

APRESENTADO POR: André Boldrin Beltrame, Idelbrando Nora, Luana Aparecida Castilho Maro, Ramon Felipe Scherer, Rafael Ricardo Cantú, Ricardo Jose Zimmermann de Negreiros.

RECURSOS: Próprios e de terceiros

FAIXA DE VALOR: Acima de US$ 25 mil 

CATEGORIA: Unidade de Referência

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Agricultura

PALAVRAS-CHAVE: Bananicultura; Produção integrada; Organização dos produtores; Sistemas de cultivo; Renovação de bananais, Epagri.

PÚBLICO-ALVO: Produtores e suas associações, extensionistas rurais e técnicos de outras instituições.

LOCALIZAÇÃO: Área rural

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Microrregional

MUNICÍPIOS DA MICROREGIÃO: Itajaí, Luiz Alves, Corupá, Garuva e Massaranduba

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: Estação Experimental da Epagri e propriedades rurais com interação ou próximas à mata atlântica. No município de Itajaí a unidade de referência está implantada na Estação experimental da Epagri, localizada do bairro Itaipava. Por sua vez, nos municípios de Luiz Alves, Massaranduba, Corupá e Garuva foram instaladas nas comunidades Ribeirão Canoas, Massarandubinha, Estrada Felipe Schmidt e Três Barras, respectivamente.

 

B - Descrição da prática

 

1- ANTECEDENTES

Parcela considerável dos consumidores brasileiros vem adquirindo consciência sobre a compra de produtos com qualidade nutricional e sem contaminação por agrotóxicos, com atenção especial aos aspectos de produção, como a preservação do meio ambiente e a qualidade de vida do produtor rural. Acompanhando as demandas da sociedade, no final da década de 1990, a Epagri iniciou estudos sobre pré-aviso do mal de Sigatoka, doença causada pelos fungos Mycosphaerella fijiensis e Mycosphaerella musicola. Tecnologias de monitoramento e manejo desenvolvidas na época possibilitaram a redução de até 50% do número de aplicação de agrotóxico nos bananais catarinense.

Estudos recentes demonstram que muitos bananais de Santa Catarina possuem mais de 20 anos de cultivo, apresentando densidade de plantas não recomendada, bem como, distribuição espacial desuniforme. Em artigo publicado no ano de 2016¹, pesquisadores da Epagri concluíram que no litoral norte de Santa Catarina apenas 18% das áreas de cultivo de banana do subgrupo Cavendish com mais de 10 anos estão com a população de bananeiras recomendada pela Epagri (1.550-1.650 plantas por ha), sendo que 43% estão acima e 39% abaixo. A densidade afeta diretamente a produção, que pode ter redução de até 20%, além da perda da qualidade genética das plantas e dificuldades no manejo, ocasionando perda de eficiência no uso de insumos nos bananais.

O declive acentuado nessas regiões, aliado ao manejo incorreto do solo, também têm contribuído para a perda de solo e água. Dessa forma, extensionistas e pesquisadores de instituições governamentais, técnicos de associações de bananicultores e produtores, têm buscado alternativas de cultivo e boas práticas alinhadas ao manejo sustentável de suas lavouras, como por exemplo, o cultivo de plantas de cobertura. Como referência a esse novo modelo de produção, os bananicultores catarinenses contam com as Normas Técnicas da Produção Integrada de Banana (2005), cuja construção envolveu toda a cadeia produtiva dessa fruta. 

  

2- OBJETIVO GERAL

Desenvolver ações que potencializem a produção integrada de banana no Estado de Santa Catarina.

Objetivos Específicos: 

  • Realizar dias de campo para capacitar técnicos e agricultores sobre renovação de bananais e cobertura verde do solo;
  • Instalar e fornecer manutenção às unidades de cobertura de solo (8,0 ha) em Luiz Alves, Corupá, Garuva e Massaranduba;
  • Acompanhar e analisar as unidades de validação de tecnologias sobre renovação de bananais (8,0 ha) em Luiz Alves, Corupá, Garuva e Massaranduba;
  • Elaborar folderes sobre Produção Integrada de bananas e sistema de produção de mudas;
  • Prover e implantar conhecimentos técnicos nas unidades de referência;
  • Realizar a manutenção dos Jardins Clonais dos cultivares de banana: Prata Anã, Prata Catarina, Nanicão, Nanicão Corupá, Grande Naine e Willians;
  • Produzir explantes de banana em cultivo protegido nos jardins clonais;
  • Capacitar os produtores sobre os benefícios do investimento a longo prazo na prevenção das intempéries como granizo e geada.

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

Para a implantação e potencialização das tecnologias alinhadas à produção integrada da banana no Estado de Santa Catarina podemos destacar alguns passos desenvolvidos por pesquisadores e extensionistas da Epagri. O primeiro diz respeito à implantação e manutenção dos jardins clonais fornecedores de explantes. Os jardins proporcionam à cadeia produtiva mudas de bananeira com alta qualidade genética e sanitária. Estima-se que desde a obtenção de plantas matrizes livres de vírus até a obtenção de rizomas seja necessário um ano de cultivo nos telados. Por sua vez, após a inoculação dos explantes in vitro, é necessário mais um ano até a obtenção de uma muda que pode ser levada a campo.

O jardim clonal da Epagri é composto por dois telados: um com 1.020m2 e outro com 684m2. Eles são protegidos por tela antiafídica e apresentam irrigação sub copa. Os tratos culturais são semelhantes aos de pomares de banana, porém com algumas adaptações necessárias para o cultivo protegido e a produção de rizomas, tais como: quebra da dominância apical para a produção de maior quantidade de rizomas; maior densidade de plantio; e controle da temperatura interna dos telados com o uso de nebulizadores e ventiladores.

No local são mantidas as principais cultivares de banana plantadas em Santa Catarina e no Brasil: SCS451 Catarina (Prata Catarina) - resistente ao mal do Panamá e com boa produtividade, do subgrupo Prata; SCS452 Corupá (Nanicão Corupá) - menor porte e boa produtividade; Grande Naine - altamente produtiva e; BRS SCS Belluna - resistente as principais doenças da cultura, própria para a industrialização e para o consumo de crianças.

Em um segundo momento, foram realizadas a instalação de unidades demonstrativas de bananais, com foco na renovação de plantas, correção espacial desuniforme e utilização de coberturas de solo para demonstração em dias de campo. Entre algumas recomendações da Epagri para o manejo de bananais estão: a utilização da densidade de 1.550 a 1.650 plantas/ha para áreas de cultivo de banana do subgrupo Cavendish e de 1.150 a 1.250 plantas/ha para áreas de cultivo de banana do subgrupo Prata; uso de mudas micropropagadas provenientes de biofábricas com registro no MAPA; cobertura do solo como o cultivo da mistura de ervilhaca, nabo e azevém no inverno e; adubação do bananal de forma a cobrir toda a área (a lanço) em áreas com teores de matéria orgânica acima de 3% e localizada em áreas com baixos teores de matéria orgânica.

Para a implantação dessas técnicas, extensionistas da Epagri e técnicos de associações contataram produtores referência dos principais municípios produtores de banana de Santa Catarina. As instalações das unidades foram conduzidas pelos agricultores, extensionistas e pesquisadores da Epagri. O manejo de cada área é realizado pelo produtor responsável, porém o material necessário para a instalação e manutenção das variáveis implantadas, como plantas de cobertura e mudas de banana, são fornecidos e aplicados por técnicos da Epagri. O período desde o começo da implantação da Unidade Demonstrativa, até a obtenção de resultados, para a realização de um dia de campo, é de pelo menos dois ciclos do bananal (dois anos).

Por fim, a Epagri realiza a distribuição de materiais de divulgação sobre a temática, como folders e cartilhas sobre: o manejo dos bananais (monitoramento da Sigatoka, estrias da bananeira); cultivares (Prata Catarina, Nanição Corupá e Belluna); jardins clonais fornecedores de explantes; ponto de colheita de banana do subgrupo Cavendish e; normas da produção integrada da banana. Esses materiais técnicos estão à disposição dos produtores nos escritórios municipais da Epagri e nas associações de bananicultores, além de serem distribuídos em dias de campo e cursos para técnicos e jovens agricultores rurais organizados pela Epagri. Essas e outras ações realizadas pela Epagri auxiliam na divulgação dos resultados de pesquisa e extensão obtidos pela empresa, com o objetivo final de desenvolver a bananicultura catarinense.

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

Os resultados obtidos através da sistematização, promoção e difusão das tecnologias alinhadas à produção integrada da banana no estado de Santa Catarina são:

  • Redução de perdas em pré e pós-colheita devido à redução de danos nos frutos por ataque de pragas e doenças, por abrasão deles em folhas velhas, por queima de frutos ocasionadas por temperaturas extremas, por amassados no transporte e por uma maior limpeza de frutos e de embalagens, entre outros
  • Renovação de 131 ha (13 produtores) de banana, promovendo melhoria na qualidade de frutos e no aumento de produtividade em pelo menos 30%;
  • Conservação de solo:
    Utilização de coberturas verdes em 97 ha (10 produtores);
    Substituição do uso de herbicidas por roçadas em 616 ha (60 produtores);
  • 84 produtores capacitados em Produção Integrada;
  • Implantação e manutenção de 05 Unidades de Referência Técnica em Produção Integrada (Renovação de Bananais e Cobertura do Solo com Forrageiras de Verão e de Inverno);
  • Implantação de 1.704 m² de telados para cultivo protegido de Jardins Clonais de Matrizes de Cultivares de Bananas na Estação Experimental da Epagri de Itajaí;
  • Modernização e manutenção de laboratório de produção de mudas de meristema de bananas – 01 laboratório na Estação Experimental da Epagri de Itajaí;
  • Produção e divulgação de 2000 folders para divulgação sobre as técnicas utilizadas no Programa Integrado da Banana;
  • Construção de casas de embalagens adequadas às exigências do órgão de Defesa Sanitária Vegetal do Estado de Santa Catarina;
  • Aumento da vida útil do produto nas prateleiras de supermercados, variando de três a seis dias, dependendo de outras variáveis como clima e transporte. 

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

Para o desenvolvimento e manutenção dos jardins clonados e das unidades de referência são necessários:

 

Recursos Humanos

  • Equipe responsável pela pesquisa em fruticultura tropical da Estação Experimental de Itajaí: 05 pesquisadores engenheiros agrônomos com título de doutorado e 02 pesquisadores engenheiros agrônomos com título de mestrado, 01 técnico agrícola, 03 técnicos de laboratórios, 01 tratorista e 08 operários rurais;
  • Equipe responsável pela validação e divulgação das tecnologias aos produtores: 05 extensionistas com título de graduação em agronomia.

Recursos materiais 

  • Dois telados para cultivo protegido de bananas matrizes com área aproximada de 1.700 m²;
  • Laboratório de cultivo de tecido vegetal equipado com: 02 autoclaves verticais, 02 câmaras de fluxo laminar; 01 equipamento de osmose reversa; 01 sala de crescimento com ambiente controlado com estantes para cultivo in vitro iluminadas com lâmpadas LEDs; 01 fitotron com ambiente controlado com temperatura e iluminação de LEDs; além disso, o laboratório é equipado com outros equipamentos de laboratório como geladeiras, freezers, estufas de secagem, balanças científicas, pHmetros, reagentes de laboratório, etc;
  • 02 veículos para deslocamento de técnicos a campo.

 

6 - TRANSFERÊNCIA 

A replicação da prática poderá vir a ser adotada por outras instituições de assistência técnica e extensão rural, assim como produtores interessados na utilização das tecnologias disponíveis. Atualmente a difusão da prática é realizada em associações de bananicultores de municípios vizinhos aos que se encontram as Unidades de Referência Técnica, tais como: ABLA - Associação dos Bananicultores de Luiz Alves; ASBANCO - Associação dos Bananicultores de Corupá; APROBAM - Associação dos Produtores de Banana de Massaranduba; ABS - Associação Dos Bananicultores de Schroeder e;     Associação dos Produtores Rurais de Garuva.

 

 

7 -LIÇÕES APRENDIDAS

Grande parte das técnicas recomendas pela Epagri aos bananicultores já estavam alinhadas às boas práticas preconizadas pela Produção Integrada de Bananas, facilitando a adoção de tecnologias ou processos recomendados palas Normas Técnicas da PI. A organização dos bananicultores em Associações e Cooperativas facilitou a implantação das boas práticas, porém, a falta de reconhecimento pelo mercado, em curto prazo, e a contratação de empresas credenciadas pelo MAPA para auditoria da certificação, tem desestimulado muitos produtores a adotarem tais práticas.
A Produção Integrada de Banana é reconhecida como uma boa prática por atender às exigências globais por produção agrícola ambientalmente limpa, socialmente justa e sustentável economicamente, especificamente por: 

  • Integrar o uso dos recursos naturais disponíveis (diminuir uso de insumos externos);
  • Produção de alta qualidade;
  • Minimizar o aporte de insumos;
  • Uso de técnicas de monitoramento de pragas e doenças;
  • Garantir a competitividade;
  • Reduzir a contaminação ambiental;
  • Sustentabilidade do setor;
  • Segurança alimentar pela rastreabilidade da produção. 

Novas tecnologias, como o desenvolvimento de cultivares de bananas resistentes às suas principais doenças e que atendam às exigências do mercado consumidor, são os principais desafios da pesquisa atualmente, pois demandam longo tempo de estudos e recursos materiais e humanos.

 

8 -ORIGINALIDADE DA PRÁTICA

A Produção Integrada foi introduzida no Brasil em 1998, através da cultura da maçã. No ano de 2005 foi publicada a Instrução Normativa aprovando as Normas Técnicas Específicas Para a Produção Integrada de Banana. Portanto, verifica-se que existem normas que norteiam as técnicas utilizadas para a produção e auxiliaram no desenvolvimento da proposta. Por outro lado, o planejamento e as metodologias utilizadas para a implantação da prática são originais e foram desenvolvidas pela Epagri.

  

 

 

Visitação nos meses de fevereiro a junho, com agendamento prévio. Número máximo de 20 pessoas por grupo de visitantes.

 

¹NEGREIROS, Ricardo José Zimmermann de;  HINZ, Robert Harri; STUKER, Henri; MARO, Luana Aparecida Castilho. Estimativa da densidade populacional de bananeiras do subgrupo Cavendish em áreas de produção na região do litoral norte catarinense. Agropecuária Catarinense, Florianópolis, v.29, n.1, p.73-77, jan./abr. 2016. 

 

 

Assessoria Técnica e Editoração
Eng. Carlos Biasi - Oficial de Programas da FAO/ONU para a Região Sul do Brasil. 
Msc. Felipe Jhonatan Alessio - Assistente de Programas da Unidade de Coordenação de Projetos da FAO/ONU no Sul do Brasil.

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