A prática tem como objetivo prevenir eventuais danos ocasionados por granizos e geadas tardias na frutificação e consequente produção dos pomares. Para o desenvolvimento, controle e avaliação foi escolhido realizar a implantação do sistema em uma propriedade produtora de ameixas, localizada no município de Fraiburgo-SC. O sistema de prevenção de danos oriundos de granizo e geada consiste no uso de uma cobertura com tela antigranizo e um sistema de irrigação por aspersão. O número de propriedades no Alto Vale do Rio do Peixe, que simultaneamente utilizam as duas tecnologias, são de aproximadamente 15 (quinze), concentrando-se nos municípios de Fraiburgo, Videira, Pinheiro Preto, Rio das Antas, e Tangará. 

 

Os resultados do projeto são obtidos através da comparação de perdas e danos ocasionados em safras anteriores. Na propriedade do Sr. Geraldo Gaio, durante a safra 2013/2014 os prejuízos com geada e granizo chegaram a R$ 30.000,00 e na safra 2015/2016 ultrapassaram R$ 44.000,00. Já na safra 2016/2017, em que o sistema está em funcionamento, não foram computados prejuízos referente a intempéries dessa natureza.  Este projeto está inserido dentro do Programa SC Rural que apoia investimentos produtivos para a melhoria da qualidade da produção, segurança alimentar, aumento da produtividade, da competitividade e da renda familiar.

  

A - Informações gerais

 

INÍCIO: Abril de 2016

TÉRMINO: Em andamento  

ENTIDADE EXECUTORA: Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina - EPAGRI

ENTIDADES CO-EXECUTORASGeraldo Gaio – Fruticultor 

PARCEIROS: Programa SC Rural 

APRESENTADO POR: Marcus Henrique Pritsch

RECURSOS: Próprios e de terceiros

FAIXA DE VALOR: Entre US$ 15 mil e US$ 25 mil 

CATEGORIA: Projeto

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Agricultura

PALAVRAS-CHAVE: Cobertura tela antigranizo; controle de geadas; Epagri; Programa SC Rural; agricultores; fruticultura.

PÚBLICO-ALVO: Agricultores Familiares (fruticultores).

LOCALIZAÇÃO: Área rural

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Microrregional

MUNICÍPIOS DA MICROREGIÃO: Fraiburgo, Videira, Rio das Antas, Pinheiro Preto, e Tangará.

 

B - Descrição da prática

 

1- ANTECEDENTES

Os pomares de frutas de caroço estão expostos aos riscos climáticos como geadas tardias e granizo durante o ciclo vegetativo. Estes dois fatores reduzem a produtividade e a qualidade final da produção, além de provocar danos às plantas e diminuir a renda familiar. O histórico de perdas na produção de frutas na região é longo. Podemos citar algumas situações, como as chuvas de granizo de 2011 que provocaram perdas totais de 20% na produção de frutíferas em Fraiburgo. Já nessa safra (2016/2017), os 1677 hectares de frutas de caroço (pêssego, nectarina e ameixa) localizados no Alto Vale do Rio do Peixe sofreram perdas na ordem de 30%, sendo estimado um prejuízo financeiro aproximado de R$ 15.000.000,00 (quinze milhões de reais).

  

2- OBJETIVO GERAL

Prevenir eventuais danos ocasionados por granizos e geadas tardias na frutificação e produção de frutas de caroço (pêssego, nectarina e ameixa).

Objetivos Específicos: 

  • Produzir frutos com qualidade, sem danos por granizo e possíveis queimaduras de sol;
  • Capacitar os produtores sobre os benefícios do investimento a longo prazo na prevenção das intempéries como granizo e geada.

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

Preocupações sobre os efeitos climáticos no Planalto Serrano e região Meio-Oeste compõem um dos focos da extensão e pesquisa da Epagri na área de fruticultura. Cursos de capacitação aos agricultores sobre prevenção de geadas e granizo são comuns e foi justamente em um desses eventos que o interesse dos produtores pelo sistema de telado e a irrigação no controle de intempéries despertou. Para materializar a ideia outras reuniões relacionadas à instalação dos equipamentos foram realizadas com a presença de extensionistas da Epagri e fruticultores da região. Até a implantação do projeto foram efetuadas 08 visitas técnicas.

Dentre os fruticultores da região, o sr. Geraldo Gaio demonstrou interesse em investir no uso da tecnologia em sua propriedade. O projeto foi implantado em 1 hectare de pomar. A melhor época do ano para instalar o sistema vai de fevereiro a maio, período que antecede as primeiras temperaturas baixas na região e com a cultura em dormência. O prazo médio para instalação das duas tecnologias gira em torno de 18 dias.

O primeiro passo para a implantação da cobertura antigranizo é realizar um levantamento prévio da situação do pomar. Dimensões como a altura das plantas e o espaçamento influenciam no número e comprimento dos postes. Após os cálculos, parte-se para a fixação no solo de postes de eucalipto tratado nas fileiras com 6,0 m de altura a cada 15 m, amarração com arame, cordoalha e catracas galvanizadas. A colocação e fixação da tela são realizadas de maneira que fiquem bem esticadas e em forma de capela. A utilização das telas antigranizo, também contribuem para evitar ou diminuir a incidência de queimaduras nas frutas sob o telado, propiciando um fruto de qualidade superior ao cultivado em ambiente convencional. A tela utilizada é de cor preta e possui nível de sombreamento de 18%.

O sistema de irrigação por aspersão é composto por canos, aspersores, conjunto moto bomba e posteamento com cobertura telada. Inicialmente é realizado o dimensionamento das necessidades quantitativa de materiais baseada na distância do local de captação da água e total de área a ser irrigado. De posse dos materiais, parte-se para a colocação dos encanamentos e fixação dos aspersores e testes da rede. Essa tecnologia para o controle de geadas foi pesquisada e aprovada pelo Cetrevi (Centro de Treinamento de Videira- Epagri).

A orientação sobre o manejo dos sistemas é realizada por técnicos da Epagri. No caso do sistema de irrigação, o produtor deve monitorar a temperatura, sendo que entre 0 e 1 graus C° é aconselhável testar os equipamentos e então ligá-los caso a temperatura esteja abaixo de 0°. Já a cobertura telada para prevenção do granizo é fixa. No entanto, recomenda-se abrir a cobertura na época da florada (polinização), a fim de garantir a circulação das abelhas. Em outras épocas do ano, não há necessidade de abri-la.

Na propriedade do fruticultor Sr. Geraldo Gaio, estiveram envolvidos no processo os extensionistas da Epagri, a família do produtor e as pessoas contratadas para a execução da obra. Recentemente, quando do término dos dias frios e após um granizo ocorrido na região, alguns extensionistas dos municípios vizinhos, estiveram verificando in loco o bom funcionamento das tecnologias utilizadas.

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

Através do projeto Sistema de Cobertura Telada Antigranizo e Controle de Geadas foi possível obter os seguintes resultados:

  • Nesta safra, de 2016/2017, o pomar encontra-se em perfeitas condições sem danos ocasionados pelas intempéries climáticas. Há a expectativa que a produção atinja os índices de produtividade e a qualidade necessária para os padrões de mercado. Já outros fruticultores da região de Fraiburgo tiveram perdas significativas por granizo. Estima-se que as perdas na produção de ameixas e pêssegos sejam de 29,35%, ou R$ 4.992.597,00;
  • Quantitativamente, o resultado do projeto é expressivo quando comparado aos anos anteriores. Na safra 2015/2016, houveram perdas significativas em função das geadas tardias na ordem de 29.750 kg de ameixas, causando um prejuízo aproximado de R$ 44.000,00. Já na safra 2013/2014, houveram perdas por granizo em torno de 20.000 kg de ameixas, causando prejuízo aproximado de R$ 30.000,00;
  • A prática foi implantada em 15 propriedades nas cidades de Fraiburgo, Videira, Pinheiro Preto, Rio das Antas, e Tangará;
  • O sistema conjunto foi instalado em 15 ha de pomares. Com um adicional de 08 ha onde foi realizado apenas a instalação do sistema de irrigação por aspersão. 

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

Para instalação de 1 hectare (10.000 m2) são necessários:

 

Recursos Humanos

  • Um profissional da área agrícola para orientação técnica;
  • 4 pessoas durante 3 dias para mão-de-obra na instalação do sistema de irrigação;
  • 10 pessoas durante 18 dias para a colocação da cobertura telada. 

Recursos materiais para o sistema de irrigação (1ha)

O sistema de irrigação por aspersão convencional para 1,00 hectare é composto de: 96 emissores/conectores; 11 canos PVC rígido 3”; 190 canos PVC rígido 2”; 9 tubos de aço zincado; 4 derivação redução fêmea 3” x 2”; 12 registro esfera 2” ER; 4 te de linha 4” x 3”; 4 transição m/f 3” x 2”; 4 derivação saída fêmea 2”; 5 redução m/f ER 3” x 2”; 13 registro de esfera 2” ER; 96 saída para aspersor EP 2” x ¾”; 96 adaptador soldável CTO 25 mm x ¾”; 96 luva soldável rosca 25 mm x ½”; 32 tubo agro PN60 IRR DN25; 1 redução m/f ER de 5” x 4”; 1 motobomba Lamfredi 700/3; 5 mangote p/ sucção KP 5” laranja c/ 30 m; 1 nípel simples 5; 1 válvula de PÚ rosca 5; 2 abraçadeira p/ mangote 5”; 1 registro de gaveta haste bronze 3”; 1 inicial fêmea ER 5” x 3”; 1 curva dupla ER de 5”; 2 fita veda rosca 18 mm x 25 m; e 1 adesivo frasco c/ pincel 1756.
Valor Total de implantação do Sistema de Irrigação no Controle de Geadas (com mão de obra): R$ 26.029,39

 

Recursos materiais para o sistema de cobertura (1ha)

Sistema de cobertura de pomar com tela antigranizo: 11.000 m² de tela preta 18%; 6 rolos de arame zincado (1.000 m); 1 rolo cordoalha 7 fios (250 m); 100 catracas galvanizadas; 60 âncoras zincada; 176 palanques eucalipto tratado com 6,00 m; 10 cx. grampo galvanizado (1.000 un.); 2.000 presilhas PVC; e 2.000 garras PVC.
Valor total sistema de cobertura telada antigranizo: R$ 48.244,00

 

Valor total das duas práticas: R$ 74.273,39.

 

 

6 - TRANSFERÊNCIA

Como as áreas trabalhadas estão localizadas nas propriedades, facilita o acesso às informações e aumenta o impacto das ações de pesquisa nas comunidades e sua imediata incorporação à cadeia produtiva do agronegócio do palmito. As áreas trabalhadas foram previamente escolhidas com a participação de extensionistas para funcionar como ponto de convergência na transferência de resultados. Diversos fruticultores da região estão adotando esta prática como uma solução para diminuir os prejuízos causados pela geada tardia e granizo. Com o auxílio da Epagri, a prática tem sido aplicada com o devido acompanhamento técnico. Até o momento, 15 produtores utilizam as duas técnicas em conjunto (controle de geadas com irrigação e cobertura com tela antigranizo), abrangendo 5 municípios do Alto Vale do Rio do Peixe (Fraiburgo, Videira, Rio das Antas, Pinheiro Preto, e Tangará). 

 

 

7 -LIÇÕES APRENDIDAS

Para que esta prática se consolide como uma tecnologia de grande importância para o setor, além da tomada de decisão do fruticultor, serão necessários o aporte de recursos financeiros respectivamente altos. Os fatores que contribuíram para o uso desta tecnologia, sem dúvida foram à redução das perdas ocorridas pelas intempéries, além de cursos e reuniões técnicas específicas ministradas aos produtores e técnicos.

Como principal entrave estão os altos custos e investimentos necessários para a aplicação da tecnologia. Sem uma linha de crédito direcionada para este fim, o proponente não tem condições de arcar com recursos próprios. A linha de crédito que os produtores vêm utilizando, é a normal nos bancos oficiais do Pronaf Mais Alimentos, e no caso do produtor Sr. Geraldo Gaio, uma parte foi com recursos próprios.

 

8 -ORIGINALIDADE DA PRÁTICA

A tecnologia utilizada para o controle de geadas foi pesquisada e aprovada pelo Cetrevi (Centro de Treinamento de Videira- Epagri) através da orientação do Engº Agrônomo Valerio Pietro Mondin. Trata-se de uma prática original.  Já a cobertura dos pomares para controle do granizo foi adaptada da cultura da macieira.

  

 

 

Visitas com objetivo de conhecer a prática de controle de geadas deverão ser feitas na época propícia em que elas ocorrem (inverno). Já para a cobertura antigranizo, poderá ser em qualquer época, durante o horário comercial, de segunda a sexta com grupos de aproximadamente 30 pessoas.

 

 

Assessoria Técnica e Editoração
Eng. Carlos Biasi - Oficial de Programas da FAO/ONU para a Região Sul do Brasil. 
Msc. Felipe Jhonatan Alessio - Assistente de Programas da Unidade de Coordenação de Projetos da FAO/ONU no Sul do Brasil.

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