O projeto tem como objetivo disponibilizar aos produtores tecnologias que dão suporte à atividade de produção da palmeira pupunha (Bactris gasipaes) para palmito no Litoral Paranaense. Foram conduzidos experimentos pela Embrapa Florestas e parceiros em toda a cadeia produtiva com ênfase para a produção de mudas, novas práticas de tratos culturais e indicadores de custos e rentabilidade.

 

A aplicação das tecnologias desenvolvidas proporciona precocidade do primeiro corte, podendo ser efetuado aos 18 meses de idade. Já a capacidade de perfilhamento da pupunha possibilita mais de uma colheita ao ano. A atividade apresenta retornos positivos a partir do quarto ano de exploração. Sendo que no quinto ano (ano base 2016) o retorno líquido (não descontados) foi de R$ 5.926,00 por hectare/ano. Destaca-se ainda o desenvolvimento de um protocolo pós-colheita para aumentar a vida útil do palmito in natura de 10 para 21 dias. Os resultados mostram que o cultivo da pupunheira é uma boa alternativa agroecológica para diversificar e melhorar a renda do produtor no litoral paranaense.

  

A - Informações gerais

 

INÍCIO: Janeiro de 2000

TÉRMINO: Em andamento  

ENTIDADE EXECUTORA: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa Florestas

ENTIDADES CO-EXECUTORAS: Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural – EMATER- PR (Cirino Correia Júnior e Sebastião Bellettini); Embrapa Agroindústria de Alimentos – RJ (Antonio Gomes Soares); Universidade Estadual de Maringá (UEM), Maringá- PR (Dauri José Tessmann); Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR), Curitiba-PR (Francisco Paulo Chaimsohn). 

PARCEIROS: Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Ponta Grossa-PR; Universidade Federal do Paraná (UFPR), Curitiba-PR; Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), Curitiba-PR; Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (EPAGRI), Joinville-SC; Embrapa Milho e Sorgo, Sete Lagoas-MG; Embrapa Soja, Londrina-PR; Fundação Municipal de Desenvolvimento Rural 25 de Julho, Joinville-SC; Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte-MG; Fundação da Universidade Federal do Paraná (Funpar), Curitiba-PR. 

APRESENTADO POR: Álvaro Figueredo dos Santos (Líder do Projeto), Edinelson José Maciel Neves, Joel Ferreira Penteado Junior, Antonio Nascim Kalil Filho e Cristiane Vieira Helm. 

RECURSOS: Próprios e de terceiros

FAIXA DE VALOR: Até US$ 5 mil 

CATEGORIA: Projeto

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Agricultura

PALAVRAS-CHAVE: Pupunha para palmito, Agricultura familiar, Embrapa Florestas, Emater-PR

PÚBLICO-ALVO: Agricultores familiares, empreendedores rurais, extensionistas rurais, técnicos das prefeituras municipais e autônomos.

LOCALIZAÇÃO: Área rural

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Microrregional

MUNICÍPIOS DA MICROREGIÃO: O cultivo da pupunheira abrange os municípios do litoral do Paraná que são: Paranaguá, Morretes, Antonina, Guaratuba, Pontal do Paraná, Matinhos e Guaraqueçaba. 

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: Municípios de Antonina, Morretes e Paranaguá - PR.

 

B - Descrição da prática

 

1- ANTECEDENTES

A atividade rural do Litoral paranaense é caracterizada pela agricultura familiar de subsistência em pequenas propriedades. Ao longo dos anos faltaram sistemas agrícolas sustentáveis e passíveis de utilização por seus agricultores. A prática da agricultura de subsistência ininterrupta, deficitária economicamente, favoreceu o êxodo rural e/ou a exploração, por vezes predatória, dos recursos disponíveis na Mata Atlântica. A juçara (Euterpe edulis) foi uma das espécies que sofreu o impacto desse tipo de atividade, devido à exploração extrativista e ilegal do palmito, colocando-a em risco de extinção.

A prática ilegal do extrativismo aliado ao apelo da sociedade por alimentos produzidos em bases ecologicamente sustentáveis, demandou por uma espécie de palmito que pudesse ser cultivada de modo sustentável e cujo produto pudesse ser consumido in natura. O palmito pupunha destaca-se em relação a outras espécies, por não oxidar e por apresentar corte precoce e abundante perfilhamento. O fato de não oxidar permite sua comercialização in natura.

Ciente da oportunidade a Embrapa Florestas identificou a necessidade de realizar ações para potencializar a cadeia produtiva da pupunha e oferecer uma alternativa de exploração sustentável aos agricultores da região. No ano 2000 os cultivos da pupunha para produção de palmito no Litoral Paranaense, abrangendo os municípios de Guaratuba, Pontal do Paraná, Paranaguá, Morretes, Antonina e Guaraqueçaba, apresentavam as seguintes peculiaridades: produtores familiares e pequenas áreas de cultivo (0,2 a 1 ha), baixo/médio nível tecnológico, dificuldade de aquisição de mudas e sementes, expansão lenta da área plantada e falta de matéria-prima para a agroindústria. O Litoral Paranaense possuía apenas 65 produtores e 75 ha plantados.

 

2- OBJETIVO GERAL

Disponibilizar aos produtores rurais tecnologias inovadoras que deem suporte à atividade de produção da palmeira pupunha para palmito de forma sustentável, através do aproveitamento de áreas abandonadas pela agricultura no domínio da Mata Atlântica.

Objetivos Específicos: 

  • Desenvolver tecnologias de manejo para a produção de palmito de pupunha;
  • Determinar indicadores de custos, produtividade e rentabilidade do negócio palmito;
  • Desenvolver tecnologia pós-colheita para palmito de pupunha minimamente processado visando o prolongamento de sua vida útil.

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

No ano 2000 foi estabelecida a primeira ação conjunta com Pupunheira para Palmito no Sul do Brasil, com a formação de um grupo multidisciplinar e interinstitucional, liderado pela Embrapa Florestas e a participação do IAPAR, Universidade Estadual de Maringá, UEPG, Funpar e EMATER-PR. Este grupo, com o apoio de prefeituras municipais e associações montou um projeto que foi financiado pelo Prodetab/Embrapa (Projeto de Apoio ao Desenvolvimento de Tecnologias Agropecuárias para o Brasil), sob coordenação da Embrapa Florestas, com o objetivo de desenvolver e adaptar tecnologias para produção e processamento de palmito de pupunha no estado do Paraná.

A etapa inicial do Projeto Pupunha para Palmito na Agricultura Familiar consistiu em realizar reuniões com produtores, extensionistas, agroindustriais e secretarias de agricultura visando identificar gargalos, oportunidades, e prospectar temas para a pesquisa. A escolha da palmeira pupunha deu-se em razão dos agricultores estarem familiarizados com este tipo de atividade face à sua experiência com a exploração extrativista do palmito da juçara. O apelo da sociedade por produtos produzidos com bases ecologicamente sustentáveis demanda uma espécie de palmito que possa ser cultivada de modo sustentável e, também, consumido in natura. A pupunha sobressai-se sobre todas as espécies das quais pode ser extraído o palmito, pois não oxida, tornando-a adequada para venda in natura.

Para a gestão do projeto foi montada uma equipe com membros dos institutos de pesquisa (Embrapa Florestas, Embrapa Agroindústria de Alimentos e IAPAR), assistência técnica (EMATER-PR) e universidades (UEM e UEPG). Os experimentos foram instalados em áreas de produtores, com a participação de extensionistas locais na seleção de produtores nos municípios de Morretes e Paranaguá. Para o desenvolvimento dos experimentos foram realizadas as seguintes etapas:

- preparo e correção de acidez do solo;
- produção de mudas; densidade de 5.000 plantas/hectare;
- plantio; adubação;
- controle de plantas daninhas, pragas e doenças;
- época de corte e manejo da touceira.
- pesquisa e introdução de tecnologias para aumentar a vida útil do palmito in natura.

Os extensionistas foram capacitados para atuar como multiplicadores das soluções tecnológicas e tiveram participação em ações de treinamento de produtores, trabalhos de validação das tecnologias geradas, visitas aos experimentos, reuniões técnicas e divulgação dos resultados por meio de dias-de-campo, unidades de observação e publicações, tais como livro, cartilhas e folders. A universidade possibilitou o envolvimento de estudantes de mestrado e doutorado, além de graduandos. Já a parceria com as agroindústrias possibilitou o processamento do palmito e de seus derivados. Os resultados do Projeto contribuem para que municípios de outras regiões e de outros estados incentivem o cultivo da pupunha.

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

O Projeto Pupunha para Palmito na Agricultura Familiar iniciou no ano 2000 em Morretes e Paranaguá. Nesta época, a região contava com 65 produtores de pupunha em uma área de 75 ha. No decorrer dos últimos 15 anos, a área cultivada e o incentivo ao uso de novas tecnologias de produção foram expandidos para todo o litoral paranaense, atingindo em 2015 a marca expressiva de 640 produtores, com aproximadamente 1.800 ha plantados. No Paraná a produção de palmito pupunha cresceu em média 26% no período de 2001 a 2010, passando de 119 t em 2001, para 1.214 t em 2010, ano em que gerou uma receita nominal de 5,4 milhões de reais.

Atualmente a comercialização da pupunha é feita de forma envasada e in natura em Curitiba e outras cidades. A diversificação da área produzida e os ganhos em produtividades possibilitaram a aproximação do agricultor aos restaurantes. Anteriormente estes estabelecimentos ofereciam aos consumidores apenas palmitos em conserva e atualmente oferecem palmito in natura nos mais diversos e sofisticados pratos. O produtor tem a opção de vender o palmito in natura à agroindústria, no valor de R$ 3,00/haste ou a R$10,00/haste diretamente ao consumidor (base de preço, 2016) em feiras e mercados. O mercado também se adequou ao aumento da produção de pupunha, novas agroindústrias de processamento em conserva e in natura foram implantadas na região. Atualmente, 12 agroindústrias de palmito envasado e seis de processamento de palmito in natura atuam no Litoral Paranaense.

Além de se tornar a preferência de consumo que antes era do palmito de açaí, a pupunha também vem ocupando espaço no mercado que antes era dominado pelo palmito juçara. O juçara é explorado em sistema extrativista, só podendo ser comercializado mediante a aprovação de rigoroso plano de manejo, o que acarretou redução drástica de produção.

É importante ressaltar que a falta de informações sobre o cultivo e a rentabilidade dessa cultura eram entraves na propagação e desenvolvimento da cadeia produtiva. Para tanto, a fase inicial do projeto se dedicou à determinar indicadores de custos, produtividade e rentabilidade do negócio palmito. Os estudos demonstraram que a atividade apresenta retornos positivos a partir do quarto ano de exploração.

No quinto ano (ano base 2016) o retorno líquido (não descontados) foi de R$ 5.926,00 por hectare/ano. Destaca-se ainda o desenvolvimento de um protocolo de processamento mínimo para aumentar a vida útil do palmito in natura de 10 para 21 dias. Neste procedimento o palmito recebe uma solução filmogênica comestível (revestimento comestível). O uso desta tecnologia propicia aos produtores e às agroindústrias novas perspectivas de mercado tanto no Brasil como no exterior.

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

Para instalação de um módulo de plantio de 1 hectare (10.000 m2) são necessários:

 

Recursos Humanos: Um técnico (assistência técnica sobre as práticas adequadas para condução do plantio);

 

Recursos Materiais: Insumos: 5.000 plantas/hectare (10.000 m2) (espaçamento de 2 X 1 metro), calcário, fertilizantes, de acordo com a análise de solo.
Equipamentos necessários: equipamentos para preparo de solo, abertura de covas, capinas.

 

 

6 - TRANSFERÊNCIA

Como as áreas trabalhadas estão localizadas nas propriedades, facilita o acesso às informações e aumenta o impacto das ações de pesquisa nas comunidades e sua imediata incorporação à cadeia produtiva do agronegócio do palmito. As áreas trabalhadas foram previamente escolhidas com a participação de extensionistas para funcionar como ponto de convergência na transferência de resultados.

No início do projeto, nos anos 2000, foram identificados 65 produtores de pupunha que desenvolviam suas atividades em Morretes e Paranaguá. Em um levantamento recente (2015), já são 640 produtores que expandiram a área de produção de palmito pupunha para os municípios litorâneos de Guaraqueçaba, Antonina, Guaratuba, e Pontal do Paraná. O acompanhamento do projeto é realizado através de uma avaliação de impacto socioambiental, cuja finalidade é levantar dados sobre a renda, inclusão social e conservação ambiental da propriedade.

A metodologia utilizada para a expansão da prática em outras regiões consiste em dias de campos, unidades demonstrativas, cursos, distribuição de folders e publicações diversas. Para um maior alcance foram feitos Encontros Regionais envolvendo produtores, pesquisadores, estudantes, agroindustriais e extensionistas, tais como: 1º Encontro Paranaense sobre Palmitos Cultivados: o Agronegócio Pupunha e Palmeira-Real, 05 a 07/09/2002, em Pontal do Paraná; 2º Encontro Paranaense sobre Palmitos Cultivados: o Agronegócio Pupunha e Palmeira-Real, 16 a 17/09/2004, em Umuarama; Encontro de Produtores de Palmeiras para Palmito do Litoral do Paraná, 10/12/2003, em Paranaguá, dentre outros. As tecnologias/experiências são passíveis de reprodução em outros estados/países, como é o caso da embalagem para o palmito in natura, assim como outras tecnologias relacionadas aos tratos culturais (tratamento de sementes e controle de doenças, pragas e plantas daninhas; calagem, adubação, corte, manejo de perfilhos e da touceira; e custos).

 

7 - LIÇÕES APRENDIDAS

Entre os pontos positivos no desenvolvimento da prática destacam-se: (1) o palmito é um produto com bom preço no mercado e grande aceitação pelo consumidor; (2) a sensibilização do consumidor perante a exploração ilegal do palmito nativo potencializou o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva da pupunha; (3) a experiência adquirida pelos agricultores com a exploração extrativista do palmito da juçara facilitou a adoção do cultivo da pupunheira; (4) os produtores demonstraram boa aceitação aos novos métodos de produção. Cabe destacar ainda que o consumo do palmito faz parte da culinária brasileira, especialmente nas regiões Sul e Sudeste. Tal fato facilitou a comercialização do palmito in natura para uso nos mais diversos e sofisticados pratos. A instalação dos experimentos nas propriedades dos produtores com a participação de extensionistas (EMATER-PR) na seleção dos mesmos, também ampliou o impacto dos resultados da pesquisa nas comunidades rurais e sua imediata incorporação à cadeia produtiva do palmito.

As principais dificuldades para a implantação do projeto eram: (1) legislação – a legislação vigente na época exigia autorização ambiental para o corte da pupunha como um mecanismo para prevenir o corte da Juçara. A autorização era necessária inclusive nos experimentos desenvolvidos pela Embrapa. Adequações à legislação foram realizadas nos anos seguintes, dispensando a necessidade de autorização; (2) resistência do mercado – os consumidores litorâneos estavam habituados a consumir o palmito juçara, de coloração branca. A rejeição foi superada com divulgação da pupunha e a utilização por chefs de cozinha; (3) produção de mudas - a semente utilizada pelos poucos viveiristas da época era adquirida da Amazônia, o que elevava o custo final da muda.

 

8 - ORIGINALIDADE DA PRÁTICA

A pupunheira é uma palmeira nativa da região amazônica tradicionalmente utilizada para consumo dos frutos. A prática se caracteriza como original por adaptar e desenvolver tecnologias próprias para a cadeia produtiva do palmito na região litorânea do Paraná. 

 

 

Visitas poderão ser realizadas durante os meses de novembro a março. O numero de pessoas recomendado para visitas é de no máximo 10 indivíduos.  

 

 

Assessoria Técnica e Editoração
Eng. Carlos Biasi - Oficial de Programas da FAO/ONU para a Região Sul do Brasil.
Msc. Felipe Jhonatan Alessio - Assistente de Programas da Unidade de Coordenação de Projetos da FAO/ONU no Sul do Brasil.

powered by contentmap
Homeopatia na Agropecuária no Oeste do Paraná  (17 A)

Homeopatia na Agropecuária no Oeste do Paraná (17 A)

 O trabalho com homeopatia na agropecuária na Região Oeste do Paraná iniciou-se no ano de 2004 e objetiva viabilizar a produção sem ou com menor uso de agroquímicos, a redução dos custos de produção e proporcionar maior autonomia e renda aos agricult ...

Leia Mais
Projeto Agroflorestar, co-operando com a Natureza  (22 A)

Projeto Agroflorestar, co-operando com a Natureza (22 A)

O Projeto “Agroflorestar, co-operando com a Natureza” busca resgatar saberes, produzir conhecimento e irradiar práticas e valores para a transformação da agricultura, por meio da agrofloresta agroecológica.    {gallery}cooperafloresta{/gallery} De ...

Leia Mais
Pupunha para Palmito na Agricultura Familiar  (23 A)

Pupunha para Palmito na Agricultura Familiar (23 A)

O projeto tem como objetivo disponibilizar aos produtores tecnologias que dão suporte à atividade de produção da palmeira pupunha (Bactris gasipaes) para palmito no Litoral Paranaense. Foram conduzidos experimentos pela Embrapa Florestas e parceiros ...

Leia Mais
Conselhos Municipais de Sanidade Agropecuária: Criação e Fortalecimento (01 A)

Conselhos Municipais de Sanidade Agropecuária: Criação e Fortalecimento (01 A)

O projeto promove a participação da comunidade no sistema de defesa sanitária, através da estruturação dos Conselhos Municipais de Sanidade Agropecuária (CSA) em 91% dos municípios do Estado do Paraná. As ações do serviço oficial de defesa foram pote ...

Leia Mais
 Produção de Leite a Base de Pasto Utilizando Manejo Rotativo nas Pastagens (29 A)

Produção de Leite a Base de Pasto Utilizando Manejo Rotativo nas Pastagens (29 A)

A cadeia produtiva do leite no Estado de Santa Catarina está alicerçada em diferentes sistemas produtivos, que por sua vez são identificados através do manejo e fonte da alimentação animal, nível tecnológico e da produtividade obtida. Dentre os siste ...

Leia Mais
Programa Leite MAIS (03 A)

Programa Leite MAIS (03 A)

O Programa Leite MAIS visa o aumento da produtividade, qualidade e rentabilidade da atividade leiteira, através da prestação de orientação técnica personalizada aos produtores assistidos, mediante a utilização de um modelo de assistência que foi form ...

Leia Mais
Sistema de Cobertura Telada Antigranizo e Controle de Geadas (24 A)

Sistema de Cobertura Telada Antigranizo e Controle de Geadas (24 A)

A prática tem como objetivo prevenir eventuais danos ocasionados por granizos e geadas tardias na frutificação e consequente produção dos pomares. Para o desenvolvimento, controle e avaliação foi escolhido realizar a implantação do sistema em uma pro ...

Leia Mais
Programa Sistema de Plantio Direto com Qualidade (11 A)

Programa Sistema de Plantio Direto com Qualidade (11 A)

O Programa de Plantio Direto com Qualidade foi uma estratégia de ação, que teve origem na metade da década de 1990, quando a Itaipu  Binacional, motivada pela permanente preocupação com o assoreamento de seu reservatório, iniciou contatos com o Insti ...

Leia Mais
Sistematização, Promoção e Difusão das Tecnologias Alinhadas à Produção Integrada da Banana no Estado de Santa Catarina (PI - BANANA) (25 A)

Sistematização, Promoção e Difusão das Tecnologias Alinhadas à Produção Integrada da Banana no Estado de Santa Catarina (PI - BANANA) (25 A)

Santa Catarina é um importante Estado produtor de bananas, sua produção está concentrada em propriedades familiares, localizadas em encostas e com grande interação com o ecossistema da Mata Atlântica. Em termos institucionais, é característico dos pr ...

Leia Mais
Piscicultura e a Promoção do Desenvolvimento Regional: Maripá um Modelo de Competência e Organização Produtiva (27 A)

Piscicultura e a Promoção do Desenvolvimento Regional: Maripá um Modelo de Competência e Organização Produtiva (27 A)

A piscicultura é um setor importante para o desenvolvimento regional do oeste do Paraná. Sob uma perspectiva econômica a atividade é uma alternativa para a renda de agricultores que possuem pequenas propriedades. Ciente das dificuldades da região, a ...

Leia Mais
Desenvolvimento da Cultura do Morangueiro no Norte Pioneiro do Paraná (07 A)

Desenvolvimento da Cultura do Morangueiro no Norte Pioneiro do Paraná (07 A)

Iniciado pelo Instituto EMATER em 1992, a proposta de diversificação de explorações agrícolas e organização rural buscou reverter à baixa rentabilidade em pequenas propriedades, aumentar a oferta de trabalho e permitir o acesso à terra para aqueles q ...

Leia Mais
Intercooperação para Implantação de Ações de Incentivo ao Desenvolvimento Regional. (19 A)

Intercooperação para Implantação de Ações de Incentivo ao Desenvolvimento Regional. (19 A)

Este case destaca dois princípios universais do cooperativismo:  •Educação, Formação e Informação;  •Interesse pela Comunidade.   Por meio desses princípios, aborda-se a parceria que a SICREDI desenvolve desde o ano de 2007 com a CoperAmetista – C ...

Leia Mais
Projeto Grãos - Centro Sul de Feijão e Milho (18 A)

Projeto Grãos - Centro Sul de Feijão e Milho (18 A)

Os cultivos do feijão e do milho são tradicionais na agricultura familiar da região Centro-Sul do Paraná, contribuindo na formação da renda nas propriedades através da venda dos grãos e na transformação em carne, leite e derivados. O Projeto Grãos - ...

Leia Mais
Construção de Redes de Referências Técnicas e Econômicas para o Desenvolvimento Sustentável da Agricultura Familiar (10 A)

Construção de Redes de Referências Técnicas e Econômicas para o Desenvolvimento Sustentável da Agricultura Familiar (10 A)

Criadas com o objetivo de apoiar o desenvolvimento de sistemas de produção sustentáveis para a agricultura familiar paranaense, as Redes de Referências para a Agricultura Familiar baseiam suas ações em um conjunto de propriedades representativas de d ...

Leia Mais
Desenvolvimento Rural Sustentável (DRS) (15 A)

Desenvolvimento Rural Sustentável (DRS) (15 A)

O Programa Desenvolvimento Rural Sustentável (DRS) busca apoiar e fortalecer os segmentos mais vulneráveis da população rural, na região da Bacia do Rio Paraná lll, incentivando a produção agropecuária sustentável. Desenvolve ações de assistência téc ...

Leia Mais
Sistema de Plantio Direto de Hortaliças: Uma Ferramenta de Transição para uma Agricultura Familiar Sustentável (26 A)

Sistema de Plantio Direto de Hortaliças: Uma Ferramenta de Transição para uma Agricultura Familiar Sustentável (26 A)

O Sistema de Plantio Direto de Hortaliças (SPDH) é uma proposta de transição para toda a agricultura familiar, dependente de insumos externos à propriedade, para sistemas mais limpos, equilibrados e autônomos. Em seu eixo técnico-cientifico tem como ...

Leia Mais
Manejo Integrado de Pragas da Soja (MIP) - safra 2014/15 - Paraná  (21 A)

Manejo Integrado de Pragas da Soja (MIP) - safra 2014/15 - Paraná (21 A)

O Manejo Integrado de Pragas (MIP) é uma tecnologia baseada na amostragem e monitoramento da lavoura para a tomada de decisão em relação ao controle de pragas. É uma ferramenta adequada para a racionalização do uso de inseticidas e redução nos custos ...

Leia Mais
Agricultura de Precisão na Pequena Propriedade Rural (04 A)

Agricultura de Precisão na Pequena Propriedade Rural (04 A)

As atuais demandas da sociedade exigem da agricultura um incremento constante de produção por unidade de área, aliada a minimização dos efeitos ambientais danosos. Neste contexto, a agricultura de precisão tem se mostrado um sistema capaz de atender ...

Leia Mais
Produção Integrada de Cebola para o Estado de Santa Catarina - PIC (13 A)

Produção Integrada de Cebola para o Estado de Santa Catarina - PIC (13 A)

O projeto de Produção Integrada de Cebola - PIC tem por objetivo o desenvolvimento de pesquisas e ações de extensão rural que orientem os produtores para o uso das Boas Práticas Agrícolas e adoção da produção integrada na cultura da cebola, atividade ...

Leia Mais
Diversificação Produtiva Local Através do Desenvolvimento da Cultura da Banana (06 A)

Diversificação Produtiva Local Através do Desenvolvimento da Cultura da Banana (06 A)

A partir dos desafios surgidos com o declínio de culturas regionais tradicionais, este projeto possibilitou aos agricultores familiares do Município de Novo Itacolomi, Estado do Paraná, a diversificação produtiva através da introdução da cultura da b ...

Leia Mais
Seleção e Produção de Abelhas Rainhas - Apis mellifera (30 A)

Seleção e Produção de Abelhas Rainhas - Apis mellifera (30 A)

A substituição periódica de rainhas é um procedimento necessário e reconhecido pelos apicultores para o bom desenvolvimento da atividade. Visando potencializar a produção de mel no Estado, a prática desenvolvida pela Epagri tem como objetivo a seleçã ...

Leia Mais
Projeto Vitória: Assistência Técnica para Produção Leiteira (02 A)

Projeto Vitória: Assistência Técnica para Produção Leiteira (02 A)

O Projeto Vitória baseia-se no desenvolvimento de uma estratégia metodológica que parte da realidade da propriedade rural, propõe desafios para aumentar a produção de leite, produtividade e renda, através de tecnologias já validadas, avaliadas in loc ...

Leia Mais
Programa Propriedade Sustentável (20 A)

Programa Propriedade Sustentável (20 A)

Buscando fortalecer os ideais cooperativos e amparada por sua missão de como sistema cooperativo, valorizar o relacionamento, oferecer soluções financeiras para agregar renda e contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos associados e da socie ...

Leia Mais
Sistema de Produção Integrada do Tomate Tutorado (SISPIT) (09 A)

Sistema de Produção Integrada do Tomate Tutorado (SISPIT) (09 A)

Dentro da missão da EPAGRI, que é levar “Conhecimento, tecnologia e extensão para o desenvolvimento sustentável do meio rural, em benefício da sociedade” a Estação Experimental de Caçador desenvolveu um sistema inovador de produção de tomate que trou ...

Leia Mais
Uso da Rede Social na Assistência Técnica e Extensão Rural (05 A)

Uso da Rede Social na Assistência Técnica e Extensão Rural (05 A)

Objetivando dinamizar o processo de comunicação junto aos produtores de soja na região de Londrina, no ano de 2015 a EMATER-PR implementou o uso de rede social na assistência técnica e extensão rural. De posse das informações recebidas sobre a ocorrê ...

Leia Mais
Rede de Propriedades de Referência Tecnológicas - REPROTEC (08 A)

Rede de Propriedades de Referência Tecnológicas - REPROTEC (08 A)

O REPROTEC busca aumentar a produtividade da pecuária de corte por meio da melhoria dos índices zootécnicos, com ações de pesquisa e extensão com tecnologias adaptadas para as condições da região. Ações de assistência técnica, organização dos produto ...

Leia Mais
Produção de Morangos em Sistema Semi-hidropônico Suspenso (28 A)

Produção de Morangos em Sistema Semi-hidropônico Suspenso (28 A)

O cultivo de morangos em semi-hidroponia de forma suspensa tem conquistado muitos adeptos. A preferência é justificada pela melhor utilização do espaço na pequena propriedade com bons resultados econômicos, adaptação à realidade da mão-de-obra dispon ...

Leia Mais
Projeto Plantas Medicinais (16 A)

Projeto Plantas Medicinais (16 A)

Uma das estratégias do Programa Cultivando Água Boa é a utilização de plantas medicinais na atenção à saúde e na manutenção da biodiversidade vegetal e cultural da Região Oeste do Paraná. Com isso, em 2003, foi criado o projeto Plantas Medicinais, qu ...

Leia Mais
Propriedades Demonstrativas de Leite a Pasto (12 A)

Propriedades Demonstrativas de Leite a Pasto (12 A)

A implantação de Unidades Demonstrativas de Leite a Pasto, implementada pelo Instituto EMATER-PR na região de Medianeira, possibilita o incremento da produtividade de leite na pequena propriedade através da adoção de técnicas que incentivam o desenvo ...

Leia Mais
Assistência Técnica na Propriedade Leiteira Familiar - Formando Unidades de Referência (14 A)

Assistência Técnica na Propriedade Leiteira Familiar - Formando Unidades de Referência (14 A)

A produção leiteira tem crescido em muitas regiões do país, no Paraná merecem destaque as regiões oeste e sudoeste. Estes resultados muito se devem ao crescimento da atividade na agricultura familiar e a assistência técnica presente nestas propriedad ...

Leia Mais
  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5
  6. 6
  7. 7
  8. 8
  9. 9
  10. 10