O Projeto “Agroflorestar, co-operando com a Natureza” busca resgatar saberes, produzir conhecimento e irradiar práticas e valores para a transformação da agricultura, por meio da agrofloresta agroecológica. 

 

Dessa forma, agricultores familiares, quilombolas e assentados da reforma agrária vêm demonstrando que é possível conciliar elevadas produtividades com ampliação da biodiversidade e conservação ambiental, no mesmo espaço, promovendo a fartura, a solidariedade, a segurança alimentar e a qualidade de vida.

  

A - Informações gerais

 

INÍCIO: Dezembro de 2010

TÉRMINO: Em andamento  

ENTIDADE EXECUTORA: Cooperafloresta- Associação dos Agricultores Agroflorestais de Barra do Turvo e Adrianópolis

PARCEIROS: Patrocínio da PETROBRAS - por meio do Programa Petrobras Socioambiental, APA Planalto Turvo; Associação Propsperidade Pantanal, Associação de Defesa do Meio Ambiente de Antonina – ADEMADAN, Associação dos Produtores Agroecológicos da Mata Atlântica do Vale do Ribeira – ECOOVALLE, Associação dos Remanescentes de Quilombos do Bairro Areia Branca , Associação Nova Esperança Quilomba do Bairro Cedro , Associação dos Remanescentes de Quilombos do Estreitinho, Centro Campo e Cidade, Centro de Desenvolvimento Sustentável e Capacitação em Agroecologia – CEAGRO, Centro de Formação Sócio-Agrícola Dom Hélder Câmara, CooperativaTerra Livre , Escola Estadual do Bairro Rio Vermelho, Escola Estadual Luiz Darly, EMATER Antonina, EMATER Morretes, EMBRAPA Florestas, Escola Rosa Luxemburgo, Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz -ESLAQ/USP-Depto de Ciências Florestais , Escola Latinoamericana de Agroecologia- ELAA , Grupo Terena de Gestão Territorial Ambiental, Instituto Chico Mendes de Conservação Biodiversidade –ICMBio –Coord. Reg. Sul/CEPSUL, Instituto para o Desenvolvimento Sustentável e Cidadania do Vale do Ribeira – IDESC, Instituto Técnico de Ensino, Pesquisa e Extensão em Agroecologia Laudenor de Souza, Motirõ Sociedade Cooperativa, Parque Estadual do Rio Turvo, Prefeitura Municipal de Adrianópolis,Prefeitura Municipal de Apiaí, Prefeitura Municipal de Barra do Turvo, Prefeitura Municipal de Morretes, Reservas de Desenvolvimento Sustentável - RDS Barreiro Anhemas, Reservas de Desenvolvimento Sustentável - RDS Quilombos de Barra do Turvo, Reservas de Desenvolvimento Sustentável – RDS dos Pinheirinhos, Universidade Federal do Paraná –Litoral -UFPR  Litoral – Curso de Gestão e Empreendorismo, Universidade Federal do Paraná – Departamento de Solos, Universidade Federal da Fronteira Sul UFFS – Curso de Agronomia 

APRESENTADO POR: Joana Mamedes e Walter Steenbock

RECURSOS: Próprios e de terceiros

FAIXA DE VALOR: Acima de US$ 25 mil

CATEGORIA: Projeto

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Agricultura

PALAVRAS-CHAVE: Agricultura, Sistemas Agroflorestais, Agrofloresta Agroecológica, Conservação Ambiental, Segurança Alimentar e Nutricional, Inclusão Sócio-Produtiva, Cooperafloresta, Agricultores Familiares, Quilombolas, Assentados da Reforma Agrária

PÚBLICO-ALVO: Agricultores Familiares, Quilombolas, Assentados da Reforma Agrária, suas Associações, Escolas e Movimentos Sociais 

LOCALIZAÇÃO: Área rural

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Microrregional

No estado de São Paulo: Barra do Turvo/SP, Apiaí/SP, Ribeirão Preto/SP

No estado do Paraná: Adrianópolis/PR, Bocaiúva do Sul/PR, Lapa/PR, Antonina/PR, Morretes/PR, Guaraqueçaba/PR, Paranaguá/PR

 

B - Descrição da prática

 

1- ANTECEDENTES

A Cooperafloresta foi formada em 1996, no Alto Vale do Rio Ribeira (PR/SP), região de baixíssimo IDH. As famílias hoje associadas praticavam agricultura de roça e queima. A produção era vendida a atravessadores e rendia de um a três salários mínimos/ano.

Em duas décadas de existência, as práticas agroflorestais da Cooperafloresta permitiram um grande aumento de renda (para um a dois salários mínimos/mês), a partir de um sistema que une excelente produtividade com recuperação ambiental e que tem servido como referência para muita gente. 

A partir de 2010, o “Projeto Agroflorestar” (patrocinado pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Ambiental) passou a apoiar a iniciativa, aportando recursos para a expansão de áreas e do número de agricultores agroflorestais, para a formação (Escola Agroflorestal) e para a pesquisa, trazendo análises científicas à prática agroflorestal. 

Desde 2012, passou a haver maior aproximação com agricultores de assentamentos de reforma agrária, gerando a segunda versão do Projeto, cuja missão tem sido implantar os conceitos e práticas agroflorestais já consagradas em assentamentos localizados em outros ecossistemas.

 

2- OBJETIVO GERAL

Promover a recuperação e conservação dos recursos naturais por meio do aprimoramento e ampliação da prática agroflorestal junto à agricultura familiar, quilombolas e assentados da reforma agrária. 

Objetivos Específicos: 

  • Gerar referenciais técnicos e metodológicos;
  • Socializar e multiplicar os conhecimentos e experiências construídos por meio de atividades de formação, capacitação, intercâmbios e educação ambiental. 

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

Unir agricultura e recuperação dos recursos naturais é questão central para a qualidade e oferta de água, biodiversidade e alimentos em nível global, contribuindo fortemente para o re-equacionamento do antagonismo entre produção de alimentos, floresta e disponibilidade de água, com repercussões que vão muito além do contexto local e regional. 

Os sistemas agroflorestais (SAFs) agroecológicos podem produzir alimentos com fartura e, ao mesmo tempo, acelerar o processo que regenera a vida das florestas e a integridade do ciclo ecológico. Além disso, a referida modalidade contribui para modificar os padrões de produção e consumo da sociedade, construindo uma perspectiva inovadora e sólida de sustentabilidade com autonomia e soberania das comunidades rurais.

Para atingir o objetivo do Projeto, as estratégias delineadas buscaram produzir os elementos a saber:

- Qualificar e ampliar a produção agroflorestal junto a 400 famílias agrícolas, assentadas e quilombolas, por meio de assessoria técnica, formação de multiplicadores, planejamento coletivo de agroflorestas e implantação e manejo de agroflorestas de forma articulada à realização de mutirões e intercâmbios;

- Implementar ações de pesquisa participante, sob a ótica da biodiversidade, da fertilidade e demais características físicas do solo e do carbono na prática agroflorestal, monitorando indicadores ambientais e produtivos;

- Fortalecer a “Escola Agroflorestal” considerada como a construção constante de conhecimento quando as famílias desenvolvem suas agroflorestas. Igualmente quando agentes multiplicadores e técnicos assessoram os grupos na qualificação da sua produção, quando se praticam os mutirões, se processa a produção e a comercialização de forma coletiva, e quando os pesquisadores desenvolvem experimentos, estudos e intercâmbio com os agricultores. 

- Sistematizar as experiências é um ponto importante neste processo, pois oportuniza a reflexão e avaliação, além de gerar referenciais para serem socializados na perspectiva da multiplicação da prática agroflorestal. Aqui, há um enfoque especial para a irradiação das práticas agroflorestais a 50 assentamentos de reforma agrária nos estados de São Paulo e Paraná, a partir dos assentamentos de atuação direta do Projeto.

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

Dentro de um âmbito geral, os resultados mais expressivos do Projeto Agroflorestar podem ser observados pelas seguintes contextualizações:

  • No Alto Vale do Rio Ribeira, área de atuação histórica da Cooperafloresta, as ações do Projeto permitiram maior qualificação dos processos produtivos e, especialmente, da organização da produção, agroindustrialização e comercialização:
  • Hoje, 112 famílias formam a Cooperafloresta, em 1.100 hectares de sistemas agroflorestais estabelecidos, nos quais anualmente são fixadas em média 6,7 toneladas de carbono; 
  • Nestes sistemas, são manejadas quase 200 espécies, produzindo aproximadamente 1.000 toneladas de alimentos por ano;
  • A renda média mensal das famílias associadas está entre R$ 551,00 a R$ 1.100,00 (contra R$ 450,00 mensais para a média regional); 
  • Cerca de 25% da produção é direcionada para consumo próprio – garantindo a segurança alimentar e nutricional – sendo o restante direcionado à comercialização;

O êxito do trabalho vem servindo de referência para cursos e visitas técnicas, nos quais têm participado de 1.000 a 1.500 pessoas por ano, especialmente agricultores, quilombolas e indígenas, de diferentes partes do Brasil.

A organicidade do trabalho da Cooperafloresta foi fundamental para  aportar elementos conceituais e práticos para o desenvolvimento de agroflorestas nos assentamentos Mário Lago (Ribeirão Preto/SP), Contestado (Lapa/PR) e em assentamentos do litoral do Paraná. Este desenvolvimento tem servido como referência para outros 50 assentamentos destes estados, por meio de cursos e visitas técnicas de seus agricultores, o que tem possibilitado a implantação gradativa de práticas agroflorestais por quase 900 famílias assentadas. 

Nestes assentamentos, muito embora já houvessem iniciativas em prol da agroecologia, o pacote agroquímico ainda predominava. O fazer agroflorestal vem modificando a paisagem e a relação dos agricultores com o processo produtivo, além de promover a aproximação entre agricultores e consumidores. 

As ações de pesquisa vêm demonstrando a rápida evolução de fertilidade do solo, da fixação de carbono e da biodiversidade nas agroflorestas, de forma associada ao incremento de renda.

Com relação aos aspectos mercadológicos, o Projeto Agroflorestar,  trabalha na consolidação de canais de comercialização, diversificação e na agroindustrialização, procurando construir uma lógica de mercado em que se consuma por razões de ética social e ambiental, indo muito além da inclusão social. Esta lógica é uma ferramenta fundamental para a formação de uma sociedade solidária e baseada na ética de cooperação dos seres humanos entre si e com a natureza, objetivo guia da Cooperafloresta.

Ainda, dentro do âmbito da comercialização, o projeto Agroflorestar, desenvolve o empreendedorismo cooperativo através de portal específico no endereço eletrônico http://www.rbma.org.br/mercado/empreendedores.php. Neste espaço virtual podem ser encontradas uma vasta gama de produtos artesanais, todos eles confeccionados com produtos naturais e obtidos de forma sustentável.

Por fim, a iniciativa aqui registrada – Projeto Agroflorestar - conferiu em 2014, à Cooperafloresta, o agraciamento pela Fundação Banco do Brasil (FBB) de Tecnologia Social, de classifica-lo entre 1.011 inscritos, como um dos 15 melhores projetos em curso no Brasil.

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

Recursos Humanos: Os recursos foram fortemente focados para as atividades de assessoria técnica de uma equipe capacitada formada por eng. agrônomos, eng. florestais, técnicos em práticas agroflorestais, biólogos, gestores ambientais e profissionais de comunicação e marketing, objetivando a formação de multiplicadores, para a implantação coletiva de áreas referenciais e para a realização de intercâmbios, oficinas e seminários.

 

Recursos Materiais: Foi necessária também a aquisição de mudas, sementes e insumos, bem como a adaptação de máquinas simples para o manejo agroflorestal nas áreas dos assentamentos, o que vem criando referências técnicas importantes. Além disso, priorizou-se também a confecção de folders, boletins informativos, cartilhas, livros e outros materiais de comunicação. 

 

 

6 - TRANSFERÊNCIA

A formação dos agentes multiplicadores tem sido um elemento importante para a consolidação e ampliação das práticas agroflorestais, especialmente considerando o envolvimento destes agentes com órgãos de extensão rural, prefeituras, sindicatos e ONGs relacionadas à agroecologia em âmbito regional e nacional. Por outro lado, têm sido criadas condições para discussão e proposição ao Poder Público de políticas de ensino, crédito agrícola, extensão rural, pesquisa e legislação ambiental que considerem os elementos técnicos, produtivos e de conservação ambiental das práticas agroflorestais. 

Com base na referência construída pela Cooperafloresta nas últimas duas décadas, vem se construindo pontes para a aplicação das práticas agroflorestais em assentamentos de reforma agrária, nos quais a sustentabilidade ecológica já vem sendo buscada através de amplos processos, liderados por organizações sociais, direcionados à formação, mobilização e potencialização de práticas que possam referenciar a adoção da agroecologia. 

Devido à organicidade e capacidade de mobilização das organizações envolvidas, abre-se um caminho muito promissor na direção social, econômica e ambiental para tornar a agrofloresta agroecológica uma forma de fazer agricultura cada vez mais praticada pelo mundo afora.

 

7 - LIÇÕES APRENDIDAS

O Projeto impulsionou os processos de diálogo, reconstruindo fundamentos e princípios da prática agrícola e agroflorestal na capacitação das famílias agricultoras através da prática reflexiva (aprender fazendo), priorizando o trabalho coletivo (especialmente por meio do mutirão agroflorestal) e a formação de referenciais locais (pessoas, processos e metodologias). 

A partir deste enfoque e do desenvolvimento da pesquisa participante, da construção de parcerias e da capacidade de incidência política, a proposta vem sendo irradiada, considerando aspectos positivos das práticas agroflorestais em diferentes áreas a saber: 

  • Ambiental: Geração e manutenção da fertilidade do solo; regulação do ciclo hidrológico; aumento da biodiversidade; diminuição da emissão de gases efeito estufa e fixação de carbono;
  • Agronômica: Elevada produtividade com recuperação e conservação dos recursos naturais;
  • Econômica: Geração de renda através da comercialização coletiva em redes de canais de mercados éticos, justos e solidários;
  • Política: Geração de referências para formulação de políticas públicas;
  • Social: Fortalecimento da organização das famílias agricultoras;
  • Cultural: Resgate e valorização dos conhecimentos e práticas tradicionais.

Como principal entrave à iniciativa pode-se destacar o contraste técnico e cultural existente entre os sistemas agroflorestais e os sistemas agrícolas convencionalmente praticados pelas famílias agricultoras. Por vezes, este contraste tem gerado dificuldades na concepção e no entendimento da dinâmica das agroflorestas. Essas dificuldades são naturais e esperadas, e estão sendo pouco a pouco superadas, porém ainda se colocam como entraves para a evolução do sistema.

 

8 - ORIGINALIDADE DA PRÁTICA

A iniciativa de agroflorestas, embora amplamente disseminada pelo país, considera-se original em suas particularidades e aplicações práticas conforme constam ao presente case

 

A visitação e o intercâmbio são parte inerente ao Projeto, e o agendamento é prática comum e simplificada. Portanto, não há limites de visitantes e nem épocas ou horários específicos para que ocorram.

 

 

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