Os cultivos do feijão e do milho são tradicionais na agricultura familiar da região Centro-Sul do Paraná, contribuindo na formação da renda nas propriedades através da venda dos grãos e na transformação em carne, leite e derivados.

O Projeto Grãos - Centro-Sul de Feijão e Milho, iniciou-se há 25 anos, na safra 1988-1989, abrange as regiões administrativas do Instituto Emater/Seab de Guarapuava, Irati, Ponta Grossa, União da Vitória, Curitiba, Ivaiporã e Santo Antônio da Platina. Num total de 61 municípios que possuem aproximadamente, 120 mil agricultores, dos quais, 97 mil somente de agricultores familiares. Embora iniciado há duas décadas e meia, somente na safra 1999-2000, houve o fortalecimento da proposta, dentro do formato que segue até hoje, e com a denominação de Projeto Centro-Sul de Feijão e Milho. Projeto que se desenvolve dentro de um âmbito onde, cerca de 54 mil produtores, plantam Feijão, numa área total de 330 mil hectares, e mais de 78 mil, plantam Milho, em área total de 466 mil hectares, demonstrando a importância dessas culturas para este público, em sua maioria, prioritário do serviço de Extensão Rural Oficial. 

 

O Projeto trata da profissionalização de agricultores familiares, nas lavouras de feijão e milho, numa visão de desenvolvimento, onde, por meio do aumento da produtividade,  produção e renda, seja possível gerar poupança, para a introdução de outras atividades também sustentáveis nas propriedades. Porém, mantendo as lavouras de feijão e milho no sistema, o enfoque de produção sustentável trata da utilização de boas práticas agrícolas de produção, envolvendo as questões do manejo adequado do solo em ações de fortalecimento do uso do plantio direto com qualidade, segurança do agricultor, preocupação com o meio-ambiente e a produção de alimentos seguros.

Como estratégias de ação, desenvolvem-se a articulação com parcerias, o envolvimento das regiões administrativas do Sistema Seab-PR, instalação de unidade demonstrativas (unidades de referência) com áreas de 1,0 hectare, a capacitação dos técnicos executores, o trabalho com grupos de agricultores,a discussão/resultados de UPFs (Unidades Produtivas Familiares). Compostos por 20 a 25 pessoas, tais UFPs possuem interesses e problemas comuns, relativamente ao uso de metodologias individuais e metodologias grupais, técnicas e práticas nas diversas fases do desenvolvimento das culturas, e socialização dos resultados através de documentos disponibilizados e  elaborados anualmente e, ainda, eventos grupais e divulgação.

Os resultados da safra 2014/2015 corresponderam a produtividades médias, na área acima mencionada, de 2.585 kg/hectare nas lavouras de feijão e cerca de 9.318 kg/hectare nas lavouras de milho.

 

A - Informações gerais

 

INÍCIO: 07/1999* (em andamento) - *Nota: Data em que se iniciou o projeto com o seu formato atual

ENTIDADE EXECUTORA: EMATER - Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural – Instituição vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento do Paraná (SEAB).

PARCEIROS: São 03 os parceiros diretos no desenvolvimento do projeto a saber:

1.O IAPAR, parceiro institucional, participa de forma conjunta, fornecendo sementes básicas de feijão para implantação das unidades demonstrativas. Colabora com instrutores para capacitação de técnicos e agricultores e, assessoria técnica ao projeto;

2.A EMBRAPA, parceiro institucional, participa de forma conjunta, fornecendo sementes básicas de feijão para implantação das unidades demonstrativas.Colabora com instrutores para capacitação de técnicos e agricultores e, assessoria técnica ao projeto.

3.Empresa SYNGENTA, parceiro institucional, participa com o fornecimento insumos, especialmente sementes de milho para a implantação das Unidades Demonstrativas. Fornece também,  os recursos para treinamento de técnicos e agricultores, realização de eventos grupais, além da contratação de um engenheiro agrônomo para apoio ao projeto.

Existem ainda, vários colaboradores e apoiadores que atuam de forma direta ou indireta como: Fundação Terra (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Rural), Prefeituras Municipais da Região Centro-Sul do Paraná, MDA (Ministério de Desenvolvimento Agrário), FEBRAPDP (Federação Brasileira de Plantio Direto e Irrigação), Forquímica, Fundação ABC (Fundação ABC Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário) e IAP (Instituto Ambiental do Paraná).

APRESENTADO POR: Germano do Rosario Ferreira Kusdra

RECURSOS: Próprios e de terceiros

FAIXA DE VALOR: Acima de US$ 25 mil

CATEGORIA: Projetos

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Agricultura

PALAVRAS-CHAVE: Agricultura familiar, parceria, feijão, milho, produção sustentável e renda.

PÚBLICO-ALVO: Agricultores familiares que compõem as unidades de produção rural, organizados em grupos de vizinhança ou associações comunitárias. Agricultores cooperados, assentados e técnicos da iniciativa privada e do setor público.

LOCALIZAÇÃO: Área rural

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Microrregional

MUNICÍPIOS DA MICRORREGIÃO: Municípios da safra 2014/2015:

Região de Curitiba: Agudos do Sul, Araucária,  Campo Magro, Campo do Tenente, Lapa e Rio Negro;

Região de Guarapuava: Candói, Cantagalo, Foz do Jordão, Guarapuava, Goioxim, Pinhão, Prudentópolis e Reserva do Iguaçu;

Região de Irati: Fernandes Pinheiro, Guamiranga, Imbituva, Irati, Mallet, Rebouças e Teixeira Soares;

Região de Ivaiporã: Cândido de Abreu e Manoel Ribas;

Região de Ponta Grossa: Arapoti, Castro, Imbaú, Ipiranga, Ivaí, Jaguariaíva, Ortigueira, Palmeira, Ponta Grossa, Reserva, São João do Triunfo, Tibagi, e Ventania;

Região de União da Vitória: Antônio Olinto, Bituruna, Cruz Machado, Paula Freitas, Paulo Frontin, São Mateus do Sul e União da Vitória.

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: Microrregiões de Curitiba,Guarapuava,Irati,Ivaiporã, Ponta Grossa e União da Vitória

 

 

B - Descrição da prática

 

1- ANTECEDENTES

O cultivo do feijão e do milho é considerado tradicional na agricultura familiar, da região centro-sul do Paraná. A região possui 96.616 agricultores familiares, dos quais, 78.720 dedicam-se à cultura do milho e 54.120 à cultura do feijão, respondendo ambas por importante parcela da renda das propriedades rurais.

A área média de cultivo dos agricultores familiares na região centro-sul do Paraná, situava-se em torno de 20 hectares, dos quais, 4,7 hectares explorados com feijão e 6,2 hectares com milho na safra 1999/2000, situação que persiste até os dias atuais.

Apesar da quantidade expressiva de produtores, e também, expressiva área, as produtividades regionais de Feijão e Milho eram baixas. No ano de 1999, início do projeto, a produtividade média regional do feijão era de 1.087 kg/ha, e do milho 3.779 kg/ha, ambas inferiores às produtividades médias paranaenses. Estas baixas produtividades estavam relacionadas ao uso inadequado de tecnologia, tais como: falta de correção dos solos e fertilização adequada, uso de sementes de baixo potencial e, manejo inadequado de plantas invasoras, pragas e doenças.

 

2- OBJETIVO GERAL

Profissionalizar agricultores familiares nos cultivos de feijão e milho, numa visão de desenvolvimento em que, por meio do aumento da produtividade, produção e renda, seja possível gerar poupança para a introdução de outras atividades também sustentáveis, na propriedade, porém, mantendo as lavouras de feijão e milho no sistema.

Objetivos específicos – Safra 2014/2015*

•Obter produtividades médias em Unidades Demonstrativas de Feijão, superiores a 2.400 kg/ha, com base em uma tecnologia mínima, adequada ao sistema predominante;

•Obter produtividades médias em Unidades Demonstrativas de Milho, superiores a 8.500 kg/ha, com base em uma tecnologia mínima, adequada ao sistema predominante;

•Obter produtividades médias superiores a 2.000 kg/ha na cultura do Feijão, e 7.000 kg/ha, na cultura do Milho, para produtores participantes dos grupos de discussão/resultados;

•Profissionalizar 88 produtores colaboradores, responsáveis pelas unidades demonstrativas e 1.700 produtores participantes dos grupos de resultados na cultura do feijão;

• Profissionalizar 77 produtores colaboradores, responsáveis pelas unidades demonstrativas e 1.500 produtores participantes dos grupos de resultados na cultura do milho, com enfoque nas questões tecnológicas, econômicas e do meio ambiente.

Nota: *Os objetivos específicos variam em cada safra de acordo com o andamento do projeto.

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

Para o alcance dos objetivos propostos foram adotadas as seguintes alternativas:

•Fortalecimento de parcerias e articulação com colaboradores/apoiadores;

•Articulação com técnicos executores através de reuniões e visitas, visando aprofundar a proposta e o comprometimento mútuo;

•Promoção de reuniões anuais de avaliação de safra, visando a discussão e o entendimento da proposta da próxima safra; 

•Estabelecimento dos compromissos por meio de posicionamentos do Instituto Emater, parceiros, colaboradores e  técnicos envolvidos (públicos e privados); 

•Realização de capacitações/atualizações/reciclagens anuais, com técnicos executores em feijão e milho, para tratar de tecnologia de produção, reconhecimento e manejo de pragas, doenças e plantas daninhas, manejo de plantas de cobertura, fertilidade do solo, plantio direto, mercado e outros conteúdos demandados pelos técnicos executores;

•Realização de Intercâmbio para troca de conhecimentos entre técnicos;

•Articulação com o Iapar, Embrapa, Universidades e outras instituições públicas e privadas, visando à proposição de alternativas de renda para a agricultura familiar, aprimoramento técnico e intercâmbio de conhecimentos;

•Seleção de agricultores colaboradores de acordo com critérios pré-estabelecidos (exemplo: receptividade, disponibilidade, interesse, disponibilidade de insumos e equipamentos);

•Implantação de Unidades Demonstrativas de Feijão e de Milho, com área de 1,0 ha cada, enfocando o uso do Plantio Direto, tendo como base o manejo adequado da cobertura do solo;

•Organização de grupos com 20 a 25 produtores participantes, chamados grupos de resultados, que participam diretamente das atividades realizadas nas unidades demonstrativas onde se desenvolvem atividades grupais, visitas técnicas de acompanhamento e difusão das tecnologias desenvolvidas;

•Participação dos agricultores em diversos processos de capacitação visando sua profissionalização, bem como a socialização das informações durante o transcorrer da safra;

•Realização de eventos grupais junto aos agricultores dos municípios (reuniões técnicas e práticas, dias de campo, excursões e cursos);

•Divulgação dos resultados e atividades, através de materiais impressos e digitais, informativos, notícias institucionais e em jornais de circulação local, regional e estadual.

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

Em 12 anos de ação do Projeto (1999 a 2010 - 61 municípios), observaram-se incrementos extremamente significativos em produtividade das culturas de feijão e milho nos municípios da abrangência do projeto, chegando a 72% e 122% respectivamente (IPARDES – BDEweb (pesquisa 09/11/2011).

As tecnologias desenvolvidas, nos diversos setores do processo produtivo, foram decisivas para esse incremento, mas são evidentes os acréscimos em produtividade, também, na agricultura familiar, onde as ações deste projeto foram fundamentais, com a participação da extensão rural aliada aos diversos parceiros e colaboradores atuantes no processo.

Resultados históricos levantados na área abrangida pelo projeto, mostram a evolução das culturas do feijão e do milho, desde o formato atual de execução descrito (safra 1999/2000 a 2014/2015):

  • Evolução de produtividade das safras do feijão 1999 a 2015 (kg/ha)

 a) Brasil - 719,0 kg/ha para 1.050,0 kg/ha;

 b) Paraná - 897,0 kg/ha para 1.775,0 kg/ha;

 c) Projeto Centro Sul - 1.087,0 kg/ha para 2.585,0 kg/ha.

  • Evolução de produtividade das safras de milho 1999 a 2015 (kg/ha)

a) Brasil - 2.480,0 kg/ha para 5.382,0 kg/ha;

 b) Paraná - 2.638,0 kg/ha para 6.457,0 kg/ha;

 c) Projeto Centro-Sul - 6.230,0 kg/ha para 9.318,0 kg/ha.

  • Margem Bruta das culturas no Projeto Centro Sul (R$/ha) - por safra 2010 a 2015

 a) Média Feijão = R$ 1.238,43 para R$ 3.051,27;

 b) Máxima Feijão = R$ 2.405,70 para R$ 6.509,74;

 c) Média Milho = R$ 684,98 para R$ 1.285,63;

 d) Máxima Milho = R$ 1.690,00 para R$ 3.110,74.

 Nota: Margem Bruta = Receita da Produção (Valor de Venda) – Custo Variável (Despesa)

  • Ações Realizadas - safra 2014/2015

a) Reuniões = 82 reuniões executadas, com a participação de 1.472 produtores;

b) Dias de Campo = 57 dias de campo com a participação de 3.191 produtores;

c) Semana de Campo = 01 semana de campo com a participação de 1.431 produtores;

d) Encontros = 12 encontros com a participação de 2.518 produtores;

e) Oficinas = 01 oficina com a participação de 16 produtores; e

f) Excursões = 91 excursões com a participação de 2.492 produtores.

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

– Equipe

Um coordenador do projeto, da área de ciências agrárias, responsável pelo acompanhamento, suporte ao time (técnicos executores), articulação institucional com parcerias e colaboradores e, controle de atividades e resultados, numa ação macro.

Pelo menos 01 técnico de ciências agrárias, de nível médio ou superior, para cada município que se pretenda a instalação da unidade didática (unidade demonstrativa - UD), para acompanhamento dessa unidade e do grupo de produtores (grupo de resultados), articulação institucional e organização das atividades grupais e, ainda, um produtor colaborador por UDs.

– Infraestrutura

Nas unidade municipais (escritório), da sede dos municípios de abrangência, com unidade didática, contendo máquinas, equipamentos, telefone, acesso à internet, GPS, papelaria e veículo.

– Insumos

Recursos financeiros para manutenção de escritório e veículo, custeio dos técnicos responsáveis, insumos para subsidiar instalação de UDs, como sementes, agroquímicos, fertilizantes, financiamento de eventos e pagamento de material gráfico (folders, banners, impressão de relatórios).

– Custeio das Unidades Demonstrativas

O desembolso dos agricultores familiares que implantaram unidades demonstrativas de feijão, variou entre R$ 1.440,00 a R$ 3.241,00, com valor médio de R$ 2.269,00. 

Quanto às unidades demonstrativas de milho, a variação foi de R$ 1.388,00 a R$ 3.271,00, com valor médio de R$ 2.174,00. Os principais custos estão relacionados a aquisição de insumos. 

 

 

6 - TRANSFERÊNCIA

O projeto tem como estratégia básica de ação a instalação de unidades demonstrativa – UDs (unidades de referência). Como já descrito, a metodologia para a replicação das tecnologias nas propriedades dos grupos de participantes do processo, desenvolve-se por meio de reuniões, visitas, dias de campo municipais, intermunicipais ou regionais e excursões.

O projeto foi citado como referência em assistência técnica para a cultura do feijão, na Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Feijão, do Ministério da Agricultura (MAPA), havendo sido também, divulgado em diversos canais de comunicação como jornais e revistas.

O processo de transferência tem ocorrido anualmente, conforme informações constantes no ítem “Resultados Alcançados” do presente compêndio. Na safra 1999/2000, as atividades foram desenvolvidas em 28 municípios, através de 40 unidades demonstrativas de feijão e 22 unidades demonstrativas de milho. Na safra 2014/2015 a atuação ocorreu em 43 municípios, com 88 unidades de feijão e 77 de milho.

 

7 - LIÇÕES APRENDIDAS

Denota-se do projeto desenvolvido, a importância dos processos de articulação de parcerias, fator que permite a captação dos recursos financeiros, insumos e, qualificação técnica dos executores e público alvo. Do estabelecimento de Unidades Didáticas (UDs), com áreas de 1,0 hectare, obtém-se a projeção potencial da lavoura pelos agricultores, relativamente a resultados passíveis de alcançar e, portanto, que podem ser extrapolados para qualquer tamanho de área.

Referenda o uso de tecnologias consolidadas e apropriadas ao público foco e propicia essa utilização. Das novas tecnologias que chegam em primeira mão ao público trabalhado, disponibiliza-se a oportunidade de conhecimento, formação e aporte de metodologias anteriormente de uso exclusivo de grandes produtores.

Com os eventos de difusão, permite-se a socialização dos resultados e a aferição da evolução de ganhos nos resultados da proposta.

Como possíveis entraves à iniciativa, recomenda-se a necessidade de um corpo técnico qualificado e com número suficiente de colaboradores para o efeito da assistência técnica, bem como a necessidade de uma criteriosa seleção dos produtores colaboradores, em cujas propriedades devem ser instaladas as unidades demonstrativas. Tudo isso caracteriza a necessária disponibilidade financeira para a execução das diversas fases da proposta. 

 

8 - ORIGINALIDADE DA PRÁTICA

Trata-se de um projeto que utiliza sistemáticas já conhecidas e, amplamente consolidadas e utilizadas, tais como as unidades demonstrativas e a adoção de métodos grupais para a transmissão de conhecimentos e tecnologias. Entretanto, não existe até ao momento, conhecimento de que exista no país, iniciativa semelhante em curso, no tocante à produção de feijão e milho.

 

Visitação entre os meses de novembro e dezembro, entre 2ª a 6ª feira, entre 9 e 15 horas, com até 10 visitantes.

 

 

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