Criadas com o objetivo de apoiar o desenvolvimento de sistemas de produção sustentáveis para a agricultura familiar paranaense, as Redes de Referências para a Agricultura Familiar baseiam suas ações em um conjunto de propriedades representativas de determinado sistema de produção agrícola, gerando referências técnicas e econômicas para produtores rurais do estado.

Em conjunto com mais de duzentas famílias de agricultores colaboradores, estas equipes implementaram uma metodologia de pesquisa e desenvolvimento (P&D) adaptada a partir da experiência do Institut l’Elevage da França, visando a validação e transferência de tecnologias viáveis para os sistemas de produção estudados.

A - Informações gerais

 

INÍCIO: Junho de 1998 (em andamento)

ENTIDADE EXECUTORA:  Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR) e Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER-PR)

PARCEIROS: CONSEPA (Conselho Nacional das Organizações Estaduais de Pesquisa Agropecuária), CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), Institut de l´Elevage (França), Itaipu Binacional, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Petrobrás – Petróleo Brasileiro S/A e Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia – SETI

APRESENTADO POR: Dimas Soares Junior, Rafael Fuentes Llanillo, Edson Diogo de Almeida.

RECURSOS: Próprios e de terceiros

FAIXA DE VALOR: Acima de US$25 mil

CATEGORIA: Projeto

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Agricultura

PALAVRAS-CHAVE: Agricultura Familiar, Sistemas de Produção, Unidades de Referências, Gestão Agrícola, Articulação, Pesquisa e Extensão, Redes de Referências

PÚBLICO-ALVO: Agricultores familiares 

LOCALIZAÇÃO: Área rural

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Estadual

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: Presente atualmente, em doze regiões administrativas do Instituto Emater: Apucarana, Campo Mourão, Cascavel, Cianorte, Francisco Beltrão, Laranjeiras do Sul, Maringá, Pato Branco, Ponta Grossa, Toledo, Umuarama, União da Vitória.

 

B - Descrição da prática

 

1 -ANTECEDENTES

A sistemática de trabalho da extensão durante os anos 80-90  fundamentava-se na pontualidade da ATER (assistência a problemas específicos existentes na exploração), na ausência de uma visão que não previa o planejamento da propriedade a médio e longo prazos, ações voltadas para “dentro da porteira”, e trabalhos em ações técnicas (agropecuárias) com reduzida atividade educativa.

O IAPAR iniciou no começo da década de 80, o desenvolvimento de pesquisas com enfoque sistêmico, que posteriormente tiveram significativa importância na programação de pesquisa do Instituto.

Assim, em 1998, foram implantadas as Redes de Referências para a Agricultura Familiar, trabalho pioneiro na articulação de esforços da pesquisa e extensão, com a participação dos agricultores no Paraná. Tal metodologia foi desenvolvida diante da constatação de que os esforços das agências públicas e privadas de pesquisa e desenvolvimento, não permitiam a realização de uma interação dinâmica entre as demais instâncias. Ou seja, concepção (pesquisa), transferência (extensionismo) e usufruto da atividade técnico-científica (agricultores), e por fim,  a sustentabilidade dos diversos segmentos da produção agrícola.

A proposta surgiu a partir da adaptação de um método de trabalho desenvolvido na França, pelo Institut l´Elevage, e sua implantação coincidiu com o início do Programa "Paraná 12 Meses". Projeto direcionado ao desenvolvimento, e em que o trabalho em redes tinha como principal função, servir de apoio básico à intensificação da produção em determinadas regiões do estado do Paraná que possuíam base produtiva mais estabilizada.

 

2 - OBJETIVO GERAL

Apoiar o desenvolvimento de sistemas de produção sustentáveis para a agricultura familiar, ofertando tecnologias e/ou atividades que ampliem a eficiência dos sistemas de produção.

Objetivos específicos

  • Levantar as principais demandas para a pesquisa a partir de diagnósticos nas unidades produtivas; - Realizar testes, ajustes e validação de tecnologias;
  • Disponibilizar informações e propor métodos para orientar os agricultores na gestão da propriedade rural;
  • Servir como polo de difusão e capacitação de técnicos e agricultores;e
  • Subsidiar a formulação de políticas públicas para o desenvolvimento sustentável da agricultura familiar.

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

A estrutura organizacional do Projeto compreende:

  • na esfera estadual, “um articulador do IAPAR e um da EMATER” que tem missão de gerir a interface entre as instituições e trabalhar para o adequado funcionamento das redes;
  • na esfera mesorregional, centros de pesquisa e desenvolvimento (difusão), formados por equipes interdisciplinares de especialistas que têm como função “animar, apoiar e coordenar” os trabalhos nos sistemas de referências; e
  • na esfera regional, a base na qual tudo acontece efetivamente - devem existir dez redes de propriedades instaladas em cada uma das regiões administrativas da EMATER. Cada extensionista é responsável por acompanhar tecnicamente um conjunto de vinte propriedades de referência, com quatro ou cinco sistemas diferentes  Existem ainda os comitês técnicos que são organismos deliberativos que têm, entre outros, o propósito de fazer reflexões acerca dos sistemas de produção agrícola prioritários. São formados por “organismos representativos” dos produtores rurais e por integrantes da comissão regional do Paraná 12 Meses e “outros agentes de desenvolvimento” (IAPAR, EMATER, prefeituras, universidade, ONGs e outros).

A metodologia basicamente consiste em inicialmente, realizar estudo prévio sobre a região onde se instalará o trabalho, identificando recursos naturais e condições socioeconômicas. Na sequência é realizada a tipologia das unidades produtivas, levando em conta as atividades econômicas mais importantes na geração de renda e a disponibilidade de terra, trabalho e capital, permitindo a identificação dos principais sistemas de produção, seja pela frequência com que ocorrem ou pelo potencial como opção para o desenvolvimento regional. 

De posse dessas informações, são selecionados os sistemas a integrarem as Redes. Com auxílio de extensionistas da região, são escolhidos os agricultores que representarão esses sistemas de produção, em número mínimo de quatro por sistema. Os estabelecimentos escolhidos passam por diagnóstico, realizado com base em informações fornecidas pelos agricultores e observações dos profissionais em visitas ao campo.  O diagnóstico será a base para a formulação de um plano de melhorias de curto prazo, visando redução das perdas e correção de possíveis incoerências entre os objetivos dos agricultores e suas famílias, e o sistema de produção adotado.  

No processo de implantação do plano elaborado, em conjunto entre técnico e agricultor, todos os dados e informações são registrados de modo a permitir a confirmação dos resultados positivos em relação ao estado inicial. Ao final de um ano, é possível a formulação de um projeto de longo prazo, buscando a otimização no uso dos recursos da propriedade para atingir melhores resultados. As propostas elaboradas são implantadas num processo que pode levar de três a cinco anos, durante o período, todos os registros técnicos e econômicos são efetuados. 

Validadas as propostas, os dados constituirão as referências técnicas e econômicas que servirão para orientação aos agricultores com características semelhantes, representados nas Redes.Também merece destaque uma estratégia de difusão típica utilizada em propriedades das Redes, chamada de “porteira aberta”. Em dias definidos preliminarmente, o agricultor e sua família abrem as portas de sua propriedade para a visita de outros agricultores e técnicos, e lhes apresentam, apoiados pelo técnico das Redes, as práticas que tem validado na constituição de seu sistema de produção melhorado e os resultados técnicos e econômicos que tem alcançado.

Esse método de trabalho começou a ser desenvolvido ainda nos anos 80 no Institut de l´Elevage, instituição de pesquisa e desenvolvimento que atua junto às organizações de produtores de leite e carne da França, sendo adaptado às condições paranaenses pelas equipes do IAPAR e EMATER.

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

Em decorrência da abrangência das ações desenvolvidas, as Redes apresentam resultados de diferentes tipos:

  • As quase quatrocentas famílias colaboradoras do projeto desde sua implantação, diretamente beneficiárias por receberem o planejamento e o acompanhamento técnico e econômico específico para as suas unidades produtivas, ofereceram as bases para o desenvolvimento das demais iniciativas;
  • Produção escrita: as Redes alcançaram 22 sistemas de referências, cinco referências modulares e dois estudos de caso de seus produtos mais característicos; contemplou também a elaboração de uma tese, oito dissertações, três monografias, 41 artigos e 15 resumos apresentados em eventos técnico científicos. Toda essa produção pode ser consultada em (http://www.iapar.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=535);
  • Elaboração de políticas públicas específicas como a organização de sistema público-privado de assistência técnica para produtores de leite no noroeste do estado e uma lei municipal de apoio à implantação de sistemas agrossilvipastoris no município de Porto Vitória também tiveram origem no trabalho das Redes;
  • Realização de mais de 200 eventos de difusão entre  seminários regionais, encontros, dias de campo, excursões, cursos e outros. Mais de 6.000 pessoas, entre agricultores e técnicos, participaram em eventos que trataram de questões tecnológicas, econômicas e de desenvolvimento envolvendo os sistemas de produção e atividades inseridos nas Redes;
  • Implantação de 80 Unidades teste e validação (UTVs), trabalho desenvolvido em parceria com instituições como Itaipu Binacional, e programas e projetos do IAPAR apoiados pelo CNPq;

Com base em informações obtidas na análise dos trabalhos das Redes, foi elaborada proposta voltada ao desenvolvimento para as Regiões Oeste e Sudoeste do Paraná, envolvendo as explorações de bovinocultura de leite, fruticultura e piscicultura em reservatórios de hidrelétricas.

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

O projeto se estrutura a partir dos recursos financeiros habitualmente empregados nas ações da pesquisa agropecuária e extensão rural. Demanda sobretudo, a articulação dos recursos humanos em um plano de trabalho com objetivos comuns a saber:

  • A implantação das Redes requer extensionistas responsáveis pelo acompanhamento das propriedades em visitas mensais, os quais se articulam com profissionais da pesquisa no âmbito das mesorregiões de trabalho. No âmbito mesorregional demanda-se o trabalho de dois coordenadores, um pesquisador e um extensionista, atuando em conjunto. A esses, desejavelmente, se soma um terceiro profissional, cujo perfil permita atender tecnicamente os sistemas de produção estudados;
  • Além dos custos dos técnicos há necessidade de recursos para as despesas de custeio (diárias, combustível, manutenção dos veículos), contratação de serviços de informática, produção de materiais técnicos de apoio, formulários de acompanhamento ou notebooks com as planilhas;
  • Para fazer frente a tais necessidades, ao longo de sua operação, as Redes contaram com o apoio de diferentes parceiros (CONSEPA, CNPq, FINEP, Itaipu, Petrobrás e SETI), os quais participaram da proposta com a oferta de recursos financeiros e humanos (Bolsas de Iniciação Científica e de Recém Graduados) complementares, todos fundamentais para a consolidação do projeto.

 

6 - TRANSFERÊNCIA

Embora em processo de construção constante, dada à dinâmica do trabalho, as Redes se constituem hoje em uma estratégia consolidada de integração entre a pesquisa, extensão e agricultores. Entre os eventos de transferência e difusão de tecnologias já mencionados, como seminários regionais, encontros, dias de campo, excursões, cursos e outros, merece destaque uma estratégia de difusão peculiar adotada no projeto. Denominada de “porteira aberta”, tal estratégia preconiza que em dias definidos preliminarmente, o agricultor e sua família abrem as portas de sua propriedade para a visita de outros agricultores e técnicos, ocasião em que apresentam apoiados por técnicos das Redes, as práticas que tem validado na constituição de seu sistema de produção melhorado e os resultados técnicos e econômicos que tem alcançado.  

Resultados obtidos levaram o CONSEPA e a ASBRAER a apresentar projeto junto ao Ministério do Desenvolvimento Agrário, para a instalação dos trabalhos em outros Estados brasileiros. A proposta foi encampada pelo MDA como possível política pública para o País. 

 

7 - LIÇÕES APRENDIDAS

A prática das Redes deve ser considerada como uma Boa Prática, pela capacidade de mudar paradigmas, gerar conhecimentos e permitir a melhoria do desempenho técnico e econômico dos sistemas de produção acompanhados. Os aspectos que mais contribuem para o sucesso do trabalho consistem no fato de integrar extensionistas, pesquisadores e agricultores em uma agenda comum, permitindo com que os agricultores passem a ser e se sentirem como agentes importantes da transformação. Eles não só acompanham como são de fato, os principais executores do processo. Outro fator importante é que, os resultados obtidos, servem como apoio para potencializar o alcance de políticas públicas, como por exemplo, a utilização criteriosa do crédito rural. 

O principal entrave decorre do tempo de maturação do projeto que, ainda que apresente resultados preliminares ao longo de seu primeiro ano, demanda um esforço contínuo para sua consolidação. As características pouco usuais do trabalho, especialmente no tocante ao enfoque sistêmico adotado, que se contrapõe à visão reducionista de grande parte dos técnicos e projetos, e à forma de relacionamento institucional entre extensão e pesquisa, que nas Redes é mais integrada em relação à tradicional, também trouxeram dificuldades. Entre as quais, a impossibilidade de se contar com a equipe completa desde o início, também prejudicou a implantação e desenvolvimento dos trabalhos. 

 

Há possibilidade de visitas, em cuja melhor época, situa-se entre os meses de Março  a Novembro

N° máximo de visitantes por vez: 10 visitantes

 

 

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