Dentro da missão da EPAGRI, que é levar “Conhecimento, tecnologia e extensão para o desenvolvimento sustentável do meio rural, em benefício da sociedade” a Estação Experimental de Caçador desenvolveu um sistema inovador de produção de tomate que trouxe benefícios ao meio ambiente, à sustentabilidade econômica e a saúde de produtores e consumidores.

O Sistema de Produção Integrada do Tomate Tutorado (SISPIT) envolve todas as etapas de cultivo do tomate de mesa e utiliza as mais avançadas tecnologias para a produção de alimentos seguros e com certificação de qualidade. 

Os resultados atuais mostram que com a adoção deste sistema de produção é possível reduzir em mais da metade o número de aplicações de agrotóxicos na cultura e, através da redução dos custos de produção, elevar a margem líquida do produtor em até 120%, garantindo menor impacto ambiental, aumento na renda e qualidade da produção no campo e do alimento a ser consumido. 

 

A - Informações gerais

 

INÍCIO: Novembro de 2004 (em andamento)

ENTIDADE EXECUTORA:  Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de santa Catarina - EPAGRI

ENTIDADE CO-EXECUTORA: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq, Fundação de Amparo à pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina - FAPESC, Secretaria de Estado da Agricultura e Pesca de Santa Catarina, e UNIARPE - Universidade do Alto Vale do Rio do Peixe

PARCEIROS: Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Sindicato dos Produtores Rurais, Associação dos Produtores de Tomate de Caçador

APRESENTADO POR: Walter Becker

RECURSOS: Próprios e de terceiros

FAIXA DE VALOR: Entre U$ 15 mil a U$25 mil

CATEGORIA: Projeto

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Agricultura

PALAVRAS-CHAVE:  Tomaticultura, Produção Integrada, Produção Convencional, Sistema de Condução, Manejo Integrado de Pragas, Manejo Integrado de Doenças, Adubação Mineral, Adubação Orgânica, Sistema de Previsão, Monitoramento,  Rastreabilidade, Sustentabilidade, Impacto Ambiental, Lycopersicum esculentum,Tomate tutorado, Tomate de Mesa, Epagri, Organização Estadual de Pesquisa Agropecuária (OEPA), Agricultura Familiar, Rede de Supermercados, Consumidores

PÚBLICO-ALVO: Produtores de tomate da região do Alto Vale do Rio do Peixe, Associação de produtores de tomate, Redes de Supermercados, Sindicato de Trabalhadores Rurais,  Sindicato de Produtores Rurais, Público consumidor de tomate in natura, Programa de rastreabilidade (RAMA) da rede de supermercados

LOCALIZAÇÃO: Área rural

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Microrregional - Municípios que compõem a microrregião do Alto Vale do Rio do Peixe 

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: Municípios de Arroio Trinta, Caçador, Calmon, Fraiburgo, Ibiam, Lebon Régis, Matos Costa, Macieira, Iomerê, Pinheiro Preto, Rio das Antas, Salto Veloso, Timbó Grande, Videira

 

B - Descrição da prática

 

1 - ANTECEDENTES

O Brasil ocupa posição de destaque na produção de tomates da América do Sul, sendo o maior produtor com 54% do volume produzido. Em termos de produtividade (58.633kg/ha) ocupa o segundo lugar, ficando atrás do Chile. 

A região do Alto Vale do Rio do Peixe é a maior produtora de tomate de Santa Catarina, com destaque para o município de Caçador, com cerca de 800 ha cultivados e 400 produtores.

Com uma produção em torno de 54 mil toneladas, Caçador é um dos principais fornecedores de tomate de mesa para abastecimento do mercado nacional durante o verão. A estrutura fundiária é de pequenas propriedades, com menos de 50 ha. Práticas como análise de solo, plantio em nível, uso de cobertura do solo e manejo adequado da fertirrigação são pouco utilizadas, sendo muito comum o excesso de adubação e a baixa eficiência no uso da água.

O controle de pragas e doenças é comumente realizado em até três vezes na semana dependendo das condições climáticas, podendo chegar a um extremo de 60 pulverizações por ciclo. Não há uma lógica de aplicação, sendo realizadas logo a partir do transplante das mudas até o término da colheita, se os preços forem favoráveis. Também não há critério para uso de produtos de acordo com a classificação toxicológica ou período de carência dos mesmos.

A aplicação de produtos fitossanitários para controle de pragas e doenças é comumente realizado em até três vezes na semana, porém não há critérios para uso destes produtos, como à classificação toxicológica e o período de carência dos mesmos. A comercialização da produção é feita principalmente por atravessadores e, nos últimos anos, o valor recebido pela produção tem permitido não muito mais que cobrir os custos de produção. Diante disso, fica evidente a necessidade de incorporar técnicas que reduzam a inversão de insumos largamente utilizados pelos agricultores.

 

 2 - OBJETIVO GERAL

Desenvolver e implementar a Produção Integrada de Tomate na região do Alto Vale do Rio Peixe pelo uso de boas práticas agronômicas advindas de tecnologias existentes, ou a serem desenvolvidas, baseadas na regulação do ecossistema, preservação dos recursos naturais e minimização dos efeitos secundários inconvenientes decorrentes da atividade agrícola. 

Objetivos Específicos: 

Especificamente, busca-se agregar nesta atividade, a reciclagem regular dos conhecimentos, do empresário rural por meio de reuniões técnicas e seminários.

Para isto, as seguintes etapas foram desenvolvidas:

  • Instituir comitê gestor (CG) para definir diretrizes e normas, com a participação de representantes da cadeia produtiva, de modo a permitir o uso racional dos recursos naturais e da normatização da atividade para assegurar uma produção agrícola de qualidade, passível de ser auditada por empresas certificadoras;
  • Desenvolver e implantar o sistema de rastreabilidade, mantendo e operando o banco de dados com os históricos de localização e utilização de produtos em conformidade com as normas da Produção Integrada (PI).
  • Adotar a utilização de “Caderno de Campo” e de “Caderno de Pós-colheita” para permitir a rastreabilidade do sistema;
  • Identificar e executar ações de pesquisas necessárias à implementação do Sistema de Produção Integrada do Tomate (SISPIT) no âmbito das instituições de pesquisa participantes e de propriedades de agricultores em comparação ao sistema convencional;
  • Adaptar e/ou desenvolver sistemas de alerta (previsão) para as principais doenças do tomateiro;
  • Adaptar e/ou desenvolver sistemas de monitoramento de pragas e determinação de níveis de danos;
  • Orientar a tomada de decisão sobre o momento de controle de pragas e doenças por meios químicos ou biológicos;
  • Determinar o sistema de condução da cultura mais adequado a produção integrada;
  • Monitorar as características físico-químicas do solo e nutrição da planta com base para a determinação das dosagens de nitrogênio e potássio a serem aplicados durante o ciclo;
  • Determinar a correlação entre doses de N e K e a fitossanidade da cultura;
  • Monitorar a qualidade da água empregada na irrigação e como veículo de produtos químicos aplicados na cultura;
  • Avaliar o custo econômico e social da implantação do sistema de produção integrada e compará-lo com o sistema convencional utilizado pelo agricultor;
  • Capacitar a equipe de pesquisadores para treinar extensionistas, produtores e demais técnicos para a condução da Produção Integrada;
  • Promover reuniões técnicas, simpósios e elaborar documentação específica para divulgação dos resultados da Produção Integrada do tomate (PIT) em comparação ao sistema convencional;
  • Elaborar manual de Boas Práticas Agrícolas (BPAs) e um diagrama de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) da cultura do tomate; e
  • Estender a abrangência de atuação do SISPIT (10% dos produtores de tomate do Alto Vale do Rio do Peixe).

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

Pela experimentação em produção integrada (PI), ficaram estabelecidas todas as normas de produção do tomate. As ações que foram geradoras das bases tecnológicas do sistema PI abrangeram técnicas de manejo de solo, rotação de culturas, sistemas de condução, manejo de pragas, manejo de doenças, difusão de tecnologia em reuniões e unidades de demonstração com produtores. O procedimento da produção integrada foi comparado com o sistema, chamado convencional, que é aquele praticado pelo produtor. As unidades de comparação (Unidades de Observação I, II e III) foram executadas em três propriedades agrícolas dos municípios de Caçador, uma propriedade agrícola em Lebon Régis e uma propriedade agrícola em Rio das Antas, pertencentes à microrregião do Alto Vale do Rio do Peixe, e na EPAGRI/Estação Experimental de Caçador (Unidade Piloto).

As entidades representadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq e a Fundação de Amparo à pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina - FAPESC participaram da iniciativa através do financiamento dos projetos: “Produção Integrada de Tomate na Região do Alto Vale do Rio do Peixe: Construção das Bases Tecnológicas” e Avanços tecnológicas para a busca da sustentabilidade na cadeia produtiva do tomate de mesa desenvolvidos no período de 2007 a 2013.

A participação da Universidade do Alto Vale do rio do Peixe - UNIARPE deu-se através do prof. Leandro Marcuzzo na execução do experimento de previsão da Mancha Bacteriana ( Xanthomonas spp) do tomateiro. A participação da Secretaria da Agricultura é institucional e deu-se no aporte financeiro à EPAGRI no pagamento de salários dos funcionários desta empresa. Os sindicatos e associação de produtores por sua vez contribuíram com divulgação dos dias de campo e reuniões técnicas entre os produtores.

Os resultados destas ações foram divulgados por meio de publicações técnico-científicas, dias de campo, artigos de jornais e revistas e palestras, bem como a apresentação de trabalhos em congressos.

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

Dos resultados de maior destaque com a utilização do sistema de produção integrada de mesa, SISPIT ressaltam-se:

1) Custo de produção: o SISPIT proporcionou redução de até R$ 4mil reais/ha com uma margem real de ganho em até 40% superior à Produção Convencional (PC); 

2) Sistema de condução. O melhor método foi o de condução da cultura em sistema verticalizado com uso de fitilho ou bambu como tutores, o que proporcionou maior produtividade, melhor controle fitossanitário e redução dos custos de produção;

3) Adubação: a PI proporcionou uma produtividade maior e um custo significativamente menor em comparação à PC;

4) Manejo de Doenças: o uso do sistema de alerta no SISPIT permitiu um menor número de aplicações de fungicidas, (23-28%), assim como na quantidade de ingrediente ativo (34,5-60,9%) em relação à PC. A produtividade foi significativamente maior na PI (7,6-25,5%) e a redução de custo em fungicida superior a R$960,00/ha;

5) Manejo de Pragas: devido à adoção do monitoramento, utilizou-se um menor número de aplicações de inseticidas para o controle de insetos na PI em relação à PC; e

6) Foram efetivadas um total de 25 publicações envolvendo as atividade da produção integrada e o sistema de produção está em fase de finalização para publicação em 2016.

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

Equipamentos necessários: Laboratório de Fitopatologia (1); Laboratório de Entomologia (1); 10 computadores; trator 4x4 75 cv – 1; trator gabinado traçado 40cv ; bomba elétrica 1 hp; pulverizador 200 l (1); calcareadeira-adubadeira (1); grade (1); carreta (1); veículo (1); sistemas de irrigação por gotejo; Mini-estação agrometeorológica (1). 

Mão de obra: Fitopatologista-Doutor (2); Fitotecnista-Doutor (4); Entomologista Doutor (2); Solo e Nutrição de plantas – Doutor (1); Economista-Mestre (1); Bacharel Agronomia – especialização (1).

Insumos: Sementes 1 ha (13 mil unidades); adubo NPK (60 sacos); etc.

 

6 - TRANSFERÊNCIA

Para a transferência da tecnologia SISPIT foram utilizadas três Unidades de Demonstração (UD) abrangendo os municípios de Caçador, Rio das Antas e Lebon Régis. Em cada local foram instaladas estações agro-meteorológicas junto às UDs durante três safras consecutivas. Os dados de produção e fitossanidade foram divulgados por meio de dias-de-campo efetuados nestes mesmos locais para agricultores e técnicos.

A Emater PR, através dos técnicos dos escritórios do município de Reserva (PR) e Marilândia (PR) desenvolveram unidades de demonstração dos SISPIT. A unidade de demonstração de Reserva sofreu solução de continuidade devido a transferência do Eng. agrônomo responsável. A de Marilândia foi repetida por dois anos e aguarda os desdobramentos da oficialização da Norma Tècnica específica (NTE) para o Tomate objetivando dar continuidade ao sistema.

O sistema de produção integrada de tomate tutorado está descrito no Sistema de Produção da EPAGRI (em elaboração) e obedece a um conjunto de normas temáticas descritas na NTE (Norma Técnica Específica) do tomateiro tutorado conforme as instruções do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA.

 

7 - LIÇÕES APRENDIDAS

A racionalização dos insumos agrícolas, da água e energia, a implantação de práticas conservacionistas e de proteção ao solo, o manejo de insetos-pragas e doenças no momento oportuno, a fertirrigação pela curva de crescimento da planta, o sistema de alerta (previsão) de doenças e a planilha de custos de produção podem ser relacionados com a boa aceitação do SISPIT por parte dos produtores. A execução dos ensaios comparativos Produção Integrada x Produção Convencional, efetuadas pelo próprio produtor, em muito contribui para a aceitação da tecnologia.

O maior entrave desta técnica está na necessidade de elementos qualificados (assistência técnica permanente) e da aceitação da comercialização diferenciada por parte dos segmentos de transporte e comercialização na cadeia produtivas do tomate. A falta de uma legislação federal e estadual pertinente com a produção de alimento certificado também aparece como um entrave na expansão da produção integrada. 

 

8 - ORIGINALIDADE DA PRÁTICA

A prática do Sistema de Produção Integrada do Tomate Tutorado (SISPIT) foi originalmente desenvolvida pela EPAGRI.

Existe a possibilidade de visitação à prática SISPIT, sob as condições a saber:

 - melhor época -  entre os meses de janeiro e fevereiro;

-  número máximo de visitantes - grupos de 25 pessoas.

 

Anexos:
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