O REPROTEC busca aumentar a produtividade da pecuária de corte por meio da melhoria dos índices zootécnicos, com ações de pesquisa e extensão com tecnologias adaptadas para as condições da região. Ações de assistência técnica, organização dos produtores, e acesso ao crédito rural, leva em consideração os anseios da família e a realidade onde as propriedades estão inseridas. O diagnóstico de propriedade foi o passo inicial para definir as ações de intervenção de curto, médio e longo prazo, sendo implantado em seis propriedades de referência nos municípios de maior rebanho de bovinos de corte na região da Serra Catarinense. 

A partir da consolidação do trabalho de intervenção as propriedades tornam-se referência na região, abrindo as porteiras para ações de difusão da experiência. Propriedades acompanhadas reduziram a idade de entoure de novilhas em um ano, aumentaram em 50% os índices de natalidade, comercializam terneiros mais pesados e abatem animais mais jovens com cruzamentos orientados para o mercado, priorizando acabamento de carcaça melhor e valor agregado, quando comparados à pecuária tradicional. Com 44 meses de execução do projeto 4.585 produtores rurais foram capacitados por meio de ações de extensão rural.

 

A - Informações gerais

 

INÍCIO: Dezembro de 2011 (em andamento)

ENTIDADE EXECUTORA: Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (EPAGRI), Associação Rural de Lages  - Executor, Fundo de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina - FAPESC - Financiador

PARCEIROS: Sindicato Rural de São Joaquim, Sindicato Rural de Lages, Prefeitura Municipal de São Joaquim, Prefeitura Municipal de Capão Alto, Embrapa Pecuária Sul

APRESENTADO POR: Cassiano Eduardo Pinto e Newton Borges da Costa Júnior

RECURSOS: Próprios e de terceiros

VALOR DO PROJETO: Entre U$10 e U$15 mil 

CATEGORIA: Projeto

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Agricultura

PALAVRAS-CHAVE: Manejo de pastagens, tecnologias de processo, agropecuária familiar, rentabilidade, conservação da biodiversidade, extensão rural, sequestro de carbono

PÚBLICO-ALVO: Pecuaristas familiares, agricultores, técnicos, estudantes, cooperativas de assistência técnica, associações profissionais, associações rurais, lideranças locais 

LOCALIZAÇÃO: Área rural

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Microrregional

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: Região Serrana de Santa Catarina, em particular os municípios de São Joaquim, Lages, Capão Alto, São José do Cerrito, Painel, Palmeira, Bom Jardim da Serra.

 

B - Descrição da prática

 

1 -ANTECEDENTES

O modelo de desenvolvimento agropecuário catarinense alterou a fisionomia da paisagem, convertendo biomas naturais em sistemas agropecuários. Neste contexto, ainda que as pastagens naturais tenham perdido grande parte de sua cobertura original, Santa Catarina tem nos encraves de campo e campos de altitude no Bioma Mata Atlântica a principal base alimentar da pecuária de corte no Planalto Catarinense. 

A manutenção desta paisagem tem uma função ecológica e econômica primordial, pela renda gerada com a pecuária de corte, potencial turístico com as belezas cênicas regionais, e forte apelo ecológico. Estes campos se caracterizam como um recurso natural de inestimável valor pela sua biodiversidade, pela cobertura vegetal que proporcionam aos solos que lhes dá sustentação, e pela produção econômica da pecuária de corte. 

A grande dificuldade para preservação dos campos do Planalto Catarinense são os baixos índices de produtividade alcançados, permanecendo suscetível a diversos tipos de pressão para sua substituição por culturas mais rentáveis como florestas cultivadas e culturas anuais. Em grande parte, estas culturas implantadas não consideram as aptidões edafoclimáticas regionais, provocando perdas de biodiversidade, degradação do solo, fragmentação da paisagem, e problemas de êxodo rural pela falta de alternativas econômicas.

O melhoramento e manejo das pastagens naturais se configuram como uma alternativa viável para a conservação produtiva das pastagens naturais da serra catarinense, já que a exploração agrícola em nossa região sofre restrições quanto à utilização dos solos, em aproximadamente 70% da área total. O melhoramento aumenta o potencial das pastagens naturais, pela correção dos fatores limitantes do solo, introdução de espécies hibernais e a manutenção da cobertura de espécies originais. 

O diagnóstico inicial das propriedades participantes do projeto realizado antes das intervenções identificou-se que os pecuaristas familiares possuíam uma área media de 255,36 hectares e a pecuária de corte estava presente em mais 87% dos estabelecimentos, mas com baixa proporção de pastagem cultivada, aproximadamente 4%. A lotação media era de 0,43 unidade animal / hectare. O índice de natalidade da ordem de 50% e o peso de desmane inferior a 180 quilos. A idade de abate dos bovinos variava de 03 a 04 anos.

 

 2 - OBJETIVO GERAL

Transformar a base produtiva da pecuária de baixa rentabilidade em uma pecuária lucrativa e produtiva, levando tecnologias desenvolvidas pelos centros de pesquisas, e adaptadas à realidade local dos pecuaristas familiares considerando as suas realidades e suas potencialidades visando aumentar os índices zootécnicos e a produção de terneiros. As ações desenvolvidas integram as questões culturais das famílias e seus anseios quanto aos aspectos econômicos e de sucessão das propriedades. 

Objetivos Específicos: 

  • Aumentar a produção de terneiros de qualidade como intuito de aumentar a oferta de carne para o Estado;
  • Aumentar a rentabilidade no perfil de pecuaristas familiares que possuem baixo uso de tecnologias nos sistemas produtivos;
  • Conservar pelo uso das pastagens naturais com manejo adequado, redução das queimadas, promovendo o sequestro de carbono, e a manutenção da biodiversidade dos encraves de campos e campos de altitude do Bioma Mata Atlântica. 

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

Dentro deste propósito de desenvolver a vocação da região para a pecuária de cria com base em pastagens naturais, com o desafio de aumentar a produção de terneiros de qualidade, no perfil de pecuaristas familiares que possuem baixo uso de tecnologias nos sistemas produtivos, a Associação Rural de Lages apresenta-se como entidade proponente do projeto tendo participação nas decisões quanto às ações executadas.

Quando falamos em pecuária de corte em Santa Catarina devemos ter em mente que estamos em um dos menores Estados da Federação o único com o status sanitário de Zona livre de Aftosa sem vacinação , caracterizado por pequenas propriedades, quando comparados a sistemas produtivos do Brasil Central e do Rio Grande do Sul. A pecuária está presente em 87% dos estabelecimentos rurais do planalto sul catarinense, uma vocação natural da região, apresentando um perfil de baixo de uso de tecnologias e gerenciamento dos recursos disponíveis, principalmente por não haver até o momento iniciativas de fortalecimento e desenvolvimento para o setor.

As propriedades foram selecionadas com o propósito de representar os sistemas tradicionais da região. Em um primeiro momento optou-se pelos municípios com maior rebanho bovino na região. Levou-se em consideração na seleção dos produtores critérios de pecuarista familiar, que ocupa a mão de obra familiar na propriedade, principal fonte de renda oriunda da pecuária, exploração tradicional com baixo nível tecnológico e que desejavam melhorar a pecuária de corte.  

O diagnóstico inicial realizado nas propriedades integrantes do projeto de desenvolvimento da pecuária da serra catarinense representa muito bem os sistemas tradicionais. Realizado em 2012 mostra uma realidade pouco animadora. Os dados apontam uma lotação média de 0,43 UA/ha, dedicando-se a pecuária de cria e recria de bovinos com área média de 78 ha (CEPA 2011). Pastagens cultivadas representam menos do que 4% da área total das propriedades, a idade média ao primeiro entoure é de 36 meses, índice de natalidade de 60%, peso médio ao desmame de 190 kg/PV/cab, e intervalo entre partos de 485 dias. Este arranjo de fatores proporciona uma baixa rentabilidade aos pecuaristas, que sofrem pressões do mercado para substituição das pastagens naturais por culturas mais rentáveis como florestamento de pinus em um passado recente e atualmente culturas anuais de verão, principalmente a soja.

As ações iniciaram pela análise do diagnóstico das seis propriedades rurais dedicadas a produção de terneiros, que possuem pastagens naturais como substrato forrageiro. Este diagnóstico considerou os anseios socioeconômico das famílias envolvidas, a realidade onde as propriedades estão inseridas e o potencial de tecnologias que podem ser utilizadas com sucesso em função do perfil das propriedades. As tomadas de decisão em cada uma das propriedades foram estruturadas em reuniões após o diagnóstico de propriedade, entre os técnicos e os pecuaristas durante o início do projeto. Ações de ajustes de curto, médio e longo prazo foram definidas. Os técnicos levaram em consideração a capacidade gerencial que os produtores seriam capazes de manejar e ter sucesso em suas propriedades. 

O trabalho com os pecuaristas familiares consistiu na implantação de tecnologias de processos envolvendo o seu conhecimento e os costumes tradicionais com  a adaptação do conhecimento gerado e disponível pelos centros de pesquisa a mais de 70 anos, tornando acessíveis aos produtores com baixo desembolso financeiro, basicamente com adaptação/ajustes do manejo realizado nas propriedades.

As tecnologias propostas para a implantação nas seis propriedades foram: 

- manejo reprodutivo das fêmeas: Seleção das melhores fêmeas levando-se em consideração os ganhos genéticos do rebanho, a intensificação do sistema através da redução na idade de entoure das fêmeas em um ano (três para dois anos), buscando  a estabilidade do rebanho através de ações que influenciam diretamente nos índices zootécnicos (maior índice de repetição de prenhes, maior peso do terneiro no desmame, menor índice de mortalidade), como: calendário sanitário estratégico, mineralização de inverno e verão adequadas, estação de monta definida, manejo das pastagens naturais para otimizar a produção de forragem em quantidade e qualidade para esta categoria do rebanho.

- Seleção de touros com exames da aptidão reprodutiva como exames andrológicos, relação touro/vacas, limite de idade reprodutiva ideal aumentando a eficiência reprodutiva e ganhos econômicos, ganhos genéticos para o rebanho, são cuidados que refletem diretamente com expressivo ganho no capital financeiro em um rebanho de cria. Estas ações aumentam os índices zootécnicos refletindo já no primeiro ciclo completo entre a estação de monta e o aparte dos terneiros (aproximadamente 16 meses na região do projeto), aumentando em aproximadamente 25% os ganhos financeiros diretamente no sistema.

A partir deste primeiro momento, quando houve a implantação das tecnologias propostas, foi possível aumentar os índices produtivos, capitalizando os pecuaristas para a realização de investimento em calagem, adubação, introdução de espécies hibernais para o melhoramento de pastagens naturais, e/ou implantação de pastagens perenes, ocorrendo a intensificação dos sistemas produtivos disponibilizando alimentação em maior quantidade e melhor qualidade ao rebanho durante todo o ano. 

Assim que os primeiros resultados positivos foram alcançados, as propriedades passaram a serem utilizadas como Unidades Demonstrativas a fim de permitir que as ações de manejo e gerenciamento fossem divulgadas através de metodologias de extensão rural adotadas pela EPAGRI, como dias de campo, excursões e visitas a propriedades da região. Todas as ações de massificação das informações e dados das propriedades tinham como público alvo pecuaristas familiares da região. O objetivo dos dias de campo é de mostrar a viabilidade das técnicas desenvolvidas na propriedade enfrentando todas as dificuldades do dia a dia. Tendo como atores principais os próprios produtores como difusores dos resultados, o que demonstra a fidelidade dos alcances obtidos. A mobilização dos produtores é realizada pela EPAGRIi, Associação Rural  de Lages e pelos próprios pecuaristas anfitriões.

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

Dentre os resultados alcançados com o REPROTEC destacam-se: 

 

  • Aproximadamente 4.475 produtores, técnicos e estudantes capacitados por meio de dias de campo, palestras, seminários, excursões dentro dos objetivos e potencialidades do projeto, pelas metodologias de extensão rural em 44 meses de execução do projeto (Tabela 1); 
  • Manutenção da cultura, história e vocação regional para 14 famílias envolvidas de forma direta com o projeto;
  • As propriedades de referência no sistema de cria com base em pastagens naturais durante 40 meses, obtiveram aumento de 50% nos índices de natalidade do rebanho, passando de uma taxa média de desmame de 50% para 75%. Possibilitando ganho reais no sistema produtivo de 25% com base no aumento de animais produzidos com o mesmo custo fixo da manutenção das matrizes (Quadro 1);
  • Desmame de terneiros 20% mais pesados do que os indicados no diagnóstico inicial do projeto; com o aumento do peso dos terneiros ao desmame e a melhoria da qualidade genética dos animais, há incrementos na receita em torno de 30% por animal;
  • Redução da idade de entoure de novilhas em um ano (de três para dois anos) nas propriedades acompanhadas pelo projeto, aumentando em 25% os índices de natalidade, permitindo a comercialização terneiros mais pesados. Estima-se com essa redução da idade de entoure uma economia de 20% no custo de manutenção das fêmeas em cria podendo se aumentar o percentual de descarte;
  • Repetição de prenhes da ordem de 92%, resultado próximo a uma meta produtiva de 1 terneiro/vaca/ano, aumentando sensivelmente a rentabilidade dos sistemas produtivos; 
  • Em sistemas intensivos de produção com ciclo completo e com uma proporção maior da área total com pastagens cultivadas foram obtidos terneiros desmamados com 230kg de peso vivo, índices de 92% de natalidade do rebanho, com produtividade de 468 kg de peso vivo/ha nas áreas de pastagens para terminação; o que importa em aumentos de 30% no peso dos terneiros desmamados, 80% na taxa de natalidade;
  • Animais precoces de raças britânicas foram abatidos ao sobreano com peso vivo médio de 430 kg/cabeça, com 53% de rendimento de carcaça, terminados a pasto com suplementação energética. Conseguindo assim redução em mais de um ano no período de terminação dos animais para abate;
  • Preservação da biodiversidade dos encraves de campo e campos de altitude do Bioma Mata Atlântica, através da conservação do solo com manejo adequado contribuindo na redução de queimadas das pastagens naturais de aproximadamente 1.532,18 ha;
  • Estimativa de sequestro de 150.218,00 toneladas de carbono por ano com a aplicação de boas práticas agropecuárias.

 

O Projeto recebeu em 2012 o Prêmio Expressão de Ecologia na categoria agropecuária, promovido anualmente pela Editora Expressão e pela Federação da Indústria do Estado de Santa Catarina (FIESC), competindo com mais de 130 projetos do Brasil.

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

O desembolso financeiro maior nas seis propriedades varia de US$950,00 a US$1200,00/ha para implantação de pastagens. Os produtores em geral dispõem de máquinas e implementos para implantação de pastagens, além da possibilidade de contratar serviços de terceiros ou associação de produtores a custos baixos. 

O projeto contou com uma equipe pesquisadores e extensionistas do corpo técnico da Estação Experimental de Lages e da Gerência Regional de Lages. Três técnicos de nível superior em tempo integral como coordenadores do projeto e sete técnicos de nível superior com tempo parcial (20% do tempo dedicado ao projeto). 

O projeto foi financiado pela FAPESC, e a estrutura de equipamentos, pró labore dos técnicos, máquinas e veículos (2 plantadeiras, dois veículos utilitários e um caminhão) foram disponibilizados pela EPAGRI.

 

6 - TRANSFERÊNCIA

Neste período recebemos diversas excursões e visitas técnicas de produtores, associações, sindicatos, universidades, centros de pesquisa de mais de 50 municípios dos três Estados da Região Sul do Brasil, como o Instituto Federal de Santa Catarina - Campus Sombrio, Universidade Federal de Santa Catarina – Campus Curitibanos e Campus Florianópolis, Instituto Federal de Santa Catarina - Campus Rio do Sul, Universidade do Estado de Santa Catarina – Campus Lages, Universidade Barriga Verde – Campus Orleans, Associação dos Engenheiros Agrônomos da Serra (ASSEA), Cooperativa dos Engenheiros Agrônomos (UNEAGRO), Sindicato Rural de Santa Cecília, Sindicato Rural de Campo Belo do Sul, Clube de Integração e Troca de Experiências de Urubici.

Cada vez mais pecuaristas tem buscado tecnologias para aplicação em suas propriedades, há um retorno positivo de agropecuaristas aplicando as tecnologias propostas pelo projeto. Principalmente uso eficiente dos processos como manejo do pasto, cruzamentos entre raças, manejo sanitário adequado, entre outros aspectos.

Há interesse de estender este projeto para demais regiões de Santa Catarina, neste momento o projeto tem buscado capacitar técnicos de nível médio, superior, da iniciativa privada e pública como forma de multiplicar o esforço de ações de multiplicar experiências positivas.

 

7 - LIÇÕES APRENDIDAS

Os resultados das propriedades de referência são alentadores no sentido de demonstrar que é possível atender o mercado consumidor local, e o cenário de transformação dos sistemas produtivos, por meio do tripé: mercado aquecido, pecuaristas motivados e técnicos habilitados para levar tecnologias adequadas para dentro da porteira. 

Os índices produtivos alcançados colocam a pecuária de corte no mesmo patamar de rentabilidade que culturas intensivas de grãos como a soja e o milho. 

Pecuaristas tem se sensibilizado com as mudanças dos cenários da pecuária de corte, e respondido com participação nas ações de difusão promovido pelo projeto. Por meio de metodologia de extensão rural utilizada nos diferentes componentes tivemos a participação de mais de 4.475 produtores, técnicos, estudantes e lideranças nos eventos promovidos em 40 meses de projeto. 

Esta situação trouxe visibilidade perante a sociedade, comprometimento dos produtores envolvidos, e mudança de postura de lideranças em relação ao trabalho desenvolvido pela EPAGRIi. 

Em contrapartida gerou-se uma demanda crescente de público a ser atendida para transformar em realidade o que obtivemos nas propriedades de referência, a pecuária de corte competitiva e rentável aos pecuaristas familiares da serra catarinense.

 

8 - ORIGINALIDADE DA PRÁTICA

A metodologia de unidades de referência e/ou propriedades de referência é uma prática comum de extensão rural desenvolvida com sucesso em diferentes culturas e realidades. O diferencial desta proposta foi levar conhecimento, ou seja, tecnologias de processos e tecnologias de insumos gerados pelos centros de pesquisa de forma integrada com a extensão rural em uma visão sistêmica que engloba os anseios das famílias envolvidas e o potencial edáfico de cada realidade. Neste sentido o projeto Juntos para Competir desenvolvido no Rio Grande do Sul pelo SENAR, FARSUL, SEBRAE e UFRGS possui uma metodologia semelhante e foi utilizado como exemplo de sucesso.

 

Há possibilidade de visita a algumas unidades mediante agendamento, preferencialmente entre o período de setembro a abril, entre terça-feira e quinta-feira. 

Nº de visitantes: Até 50 pessoas

 

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