Iniciado pelo Instituto EMATER em 1992, a proposta de diversificação de explorações agrícolas e organização rural buscou reverter à baixa rentabilidade em pequenas propriedades, aumentar a oferta de trabalho e permitir o acesso à terra para aqueles que não a possuíam. A cultura do morangueiro, mesmo desconhecida na região, foi escolhida por apresentar alta renda por área e gerar trabalho, apresentando potencial para reverter a situação dos beneficiários do projeto. 

Os resultados alcançados superaram as expectativas e a cultura do morangueiro continua proporcionando expressiva renda e trabalho aos pequenos produtores, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico da região Norte Pioneiro do Paraná. 

 

A - Informações gerais

 

INÍCIO: Janeiro de 1992 (em andamento)

ENTIDADE EXECUTORA:  Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural - EMATER

PARCEIROS: Município de Ibaiti e Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná – CODAPAR

APRESENTADO POR: Edson Roberto Vaz Ronque

RECURSOS: Próprios e de terceiros

FAIXA DE VALOR: Acima de US$25 mil

CATEGORIA: Projeto

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Agricultura

PALAVRAS-CHAVE: Morango; EMATER; Fruticultura; Agricultura Familiar, Assistência Técnica; Renda Agrícola; Trabalho, Norte Pioneiro do Paraná

PÚBLICO-ALVO: Agricultores familiares, arrendatários e parceiros, empresários rurais, empresas de assistência técnica e extensão rural, cooperativas

LOCALIZAÇÃO: Área rural

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Microrregional

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: Município de Pinhalão, Jaboti, Japira, Ibaiti, Santana do Itararé, Conselheiro Mairinck, Tomazina, Ribeirão Claro, Curiúva, Santo Antônio da Platina e Figueira, Estado do Paraná

 

B - Descrição da prática

 

1 -ANTECEDENTES

Em 1992 os pequenos agricultores familiares da região nordeste do Paraná, compostos por proprietários, arrendatários e parceiros, vivenciavam situação conjuntural desfavorável, que os mantinham em situação social precária e economicamente ameaçados. Diante deste quadro, as unidades de Pinhalão e Ibaiti do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural - EMATER propuseram um projeto de implantação da cultura do morangueiro e de organização rural, visando aumentar a viabilidade e a capitalização da pequena propriedade familiar, a melhoria de qualidade de vida dos pequenos produtores familiares e dar condições econômicas aos arrendatários de terem sua própria terra.

A maioria dos produtores exploravam as culturas de café, feijão e a bovinocultura de leite. Porém, em razão de condições como rentabilidade insuficiente e pouca disponibilidade de trabalho, vivenciavam um processo de descapitalização e inviabilização, com significativa evasão de jovens das áreas rurais.

A fruticultura e o cooperativismo apresentavam pelas suas características, potencial para solucionar grande parte dos problemas enfrentados pelos agricultores familiares. Assim, optou-se pela introdução da cultura do morangueiro na região, promovendo a diversificação das atividades produtivas e organização dos produtores.

  

 2 - OBJETIVO GERAL

Introduzir a cultura do morangueiro no Norte Pioneiro do Paraná, visando a diversificação das explorações, o fortalecimento da agricultura familiar, o aumento da qualidade de vida da família rural e a diminuição da transferência do jovem rural e de arrendatários para os grandes centros urbanos, através do aumento da renda, da disponibilidade de trabalho e da organização rural.

Objetivos específicos

  • Diversificar as explorações da agricultura familiar na região;
  • Introduzir a cultura do morangueiro na região;
  • Fomentar a organização dos agricultores familiares através de grupos formais;
  • Melhorar a qualidade de vida dos agricultores familiares através do aumento da renda;
  • Capacitar e qualificar técnicos e produtores em fruticultura, gerando referência técnica sobre a cultura do morango;
  • Criar uma organização de produtores (cooperativa de agricultura familiar).

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

Inicialmente a estratégia utilizada foi a discussão junto aos produtores e apresentação da viabilidade da cultura do morango, seu potencial de rentabilidade, geração de trabalho e sua adequação ao modelo de produção familiar. Ainda no início, por tratar-se de uma cultura pouco conhecida pelos produtores e técnicos da região, foi elaborado um cronograma de capacitação que incluíam excursões para regiões produtoras no Estado de São Paulo (região de Atibaia) e Minas Gerais (região de Pouso Alegre) para conhecer e avaliar a dinâmica de produção do morangueiro, realização de cursos técnicos de capacitação e assistência técnica intensiva.

O projeto foi implantado inicialmente em 8 hectares com aproximadamente 480 mil plantas, em três municípios: Pinhalão, Ibaiti e Conselheiro Mairinck. As primeiras propriedades onde foi implantada a cultura foram utilizadas como unidades demonstrativas, onde eram realizadas reuniões técnicas e dias de campo com produtores e técnicos, visando difundir e ampliar o desenvolvimento do morangueiro. Esta ação foi possível devido a parceria inicial entre o Instituto EMATER e a Companhia de Desenvolvimento do Paraná – CODAPAR, que produziu as mudas de morangueiro para os produtores.

As discussões sobre organização rural, visando principalmente a fundação de uma cooperativa, foram realizadas através de fóruns de discussão, onde buscavam-se soluções para problemas comumente encontrados na implantação de uma nova cultura, especialmente em regiões tradicionalistas.

O Instituto EMATER também proporcionou a formação de um grupo técnico multi-institucional responsável pelo planejamento e execução de trabalhos em fruticultura na região, dando continuidade ao projeto morango.

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

O número de beneficiados direta ou indiretamente com a implementação da cultura do morangueiro é estimada atualmente em mais de 1.500 famílias, localizadas em diversos municípios da região Norte Pioneiro do Paraná. Dentre os principais resultados alcançados com a implementação do projeto destacam-se:

  • Maior estruturação das propriedades com a aquisição de tratores e equipamentos, câmaras frias, veículos de transporte da produção, sistemas de irrigação, estufas, etc;
  • Criação da cooperativa, que conta atualmente com 32 cooperados, para a aquisição de insumos e  comercialização direta da produção, o que proporciona mais renda e menor custo ao produtor;
  • Geração de conhecimento técnico através dos estudos regionais realizados pelos profissionais locais e parcerias com instituições de pesquisa, como a Universidade Estadual de Londrina – UEL e a Universidade Federal do Paraná – UFPR, transformando a região em referência técnica na cadeia produtiva do morango, com a publicação de 3 livros, 1 artigo e participação em outros trabalhos publicados;
  • Melhoria na qualidade de vida das famílias envolvidas;
  • Injeção de recursos financeiros na economia regional, capitalizando a agricultura familiar e fortalecendo a economia dos pequenos municípios;
  • Maior qualificação de técnicos e produtores de morango, garantindo melhor qualidade da produção, sustentabilidade ambiental e social, segurança no trabalho para produtores e segurança alimentar para os consumidores com produtos livres de contaminação;
  • Adoção de tecnologia de controle biológico de pragas e doença e adequação ambiental das propriedades;
  • Permanência dos jovens na atividade rural.

Quantificação econômica da produção de morango na região (Safra 2014 à 2015)

  • Área plantada de 150 ha com aproximadamente 7,350 milhões de plantas e mais de 350 produtores;
  • Evolução da produtividade – de 500 a 600 g/planta no início do projeto para 800 a 1200 g/planta na última safra;
  • Produção estimada de 7.500 t de morango na safra 2015,  o que representa 21% da produção estadual de morango;
  • Receita líquida estimada de R$ 35.000,00/ha;
  • Uso de mão de obra – 9 pessoas/ha/ano integral + 10 a 20 pessoas/ha/ano temporário, proporcionando aproximadamente 2.000 empregos diretos e indiretos.

 A região Norte Pioneiro do Paraná transformou-se no segundo maior polo produtor de morango no estado, conforme acompanhamento da evolução de área e produção da Secretaria da Agricultura e Abastecimento - SEAB.

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

Os recursos utilizados para a implantação do projeto foram:

- 1 engenheiro agrônomo, veículo e despesas operacionais (cedidos pelo Instituto EMATER);

- Estrutura física para produção de mudas no início do projeto (cedidos pela CODAPAR);

 

6 - TRANSFERÊNCIA

O projeto, desde sua implantação, apresenta expansão da área de produção da cultura e tendência contínua de aumento. Para isto, o Instituto EMATER promove a capacitação dos produtores em novas tecnologias de produção de morango, priorizando técnicas menos agressivas ao homem e ao meio ambiente. A transferência também se dá com o recebimento de excursões de produtores e técnicos de outras regiões e através da publicação de material técnico sobre a cultura.

 

7 - LIÇÕES APRENDIDAS

Com a implantação do projeto de introdução da cultura do morangueiro nas pequenas propriedades familiares da região, o Instituto EMATER comprovou que, apesar de ser uma ação de caráter técnico e econômico, apresenta significativos benefícios sociais como a contribuição para a melhoria da qualidade de vida, proporcionando ocupação e renda e consequentemente a melhoria de fatores como a habitação, alimentação, saúde, educação, lazer, etc. Muitos agricultores de morango atualmente também produzem outras frutas como maracujá, uva comum, abacaxi entre outras, buscando diversificar seus investimentos, elevando o padrão tecnológico e administrativo e maximizando a renda.

Identificou-se que o trabalho da extensão rural, utilizando sua metodologia de reuniões técnicas e de dinamização, excursões, cursos, assistência técnica e outras, proporciona as condições básicas para a implantação de um projeto desta natureza. Atualmente, dando continuidade ao projeto, trabalha-se na implantação da certificação do morangos certificados, utilizando o protocolo da “Produção Integrada de Frutas” – PIF Brasil (Morango PIMo). Isto proporcionará, como resultados das novas tecnologias adotadas, um produto seguro ao consumidor e ao produtor e a preservação do meio ambiente.

Entre os entraves para a expansão maior da cultura na região, podem ser citadas a baixa disponibilidade de mão de obra, questões técnicas relacionadas com um reduzido número de pesquisas, baixa qualidade das mudas e uso de agrotóxicos, dificuldades em infraestrutura como falta de câmaras frias, tratores e equipamentos, e excesso de intermediários nos processos de comercialização. Ainda que estes entraves tenham sido amenizados através da organização dos agricultores e maior capacitação técnica e consciência ambiental, restam ainda questões a serem solucionadas, relativas ao fortalecimento da cooperativa (veículos e câmaras frias).

Com relação ao processo de comercialização do produto, foi identificada a necessidade de um longo trabalho de conscientização e amadurecimento em organização. Esse trabalho resultou na constituição da Cooperativa de Produtores de Frutas, Olerícolas e Flores do Norte Pioneiro – COOFRUNORPI, que se prepara para iniciar processos de comercialização de morango.

 

Há possibilidade de visita durante todo o ano mediante agendamento, preferencialmente entre os meses de julho e agosto. 

Nº de visitantes: Até 10 pessoas. 

 

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