A partir dos desafios surgidos com o declínio de culturas regionais tradicionais, este projeto possibilitou aos agricultores familiares do Município de Novo Itacolomi, Estado do Paraná, a diversificação produtiva através da introdução da cultura da banana. Apesar do baixo nível tecnológico dos primeiros pomares implantados no município, a cultura teve uma boa resposta em produtividade e renda, o que motivou a imediata ampliação da área cultivada e do número de agricultores na atividade, estimulando famílias propensas a deixar a propriedade a repensar sua permanência no campo.

A cultura da banana em Novo Itacolomi, além de possibilitar o aumento da renda dos agricultores familiares diretamente envolvidos na atividade, propiciou a estruturação e agregação de valor em toda a cadeia produtiva, consolidando o município como um dos principais pólos produtores de banana do Estado do Paraná. Neste processo, a criação da Cooperativa dos Agricultores Familiares de Novo Itacolomi - COFAI constituiu-se em um evento de grande relevância.  

 

A - Informações gerais

 

INÍCIO: Agosto de 1994 (em andamento)

ENTIDADE EXECUTORA:  Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural - EMATER

ENTIDADE CO-EXECUTORA: Cooperativa dos Agricultores Familiares de Novo Itacolomi - COFAI

PARCEIROS: Município de Novo Itacolomi, Banco do Brasil S.A, Sicredi Participações S.A - SICREDI, Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento - SEAB

APRESENTADO POR: Ovídio Cesar Barbosa

RECURSOS: Próprios

FAIXA DE VALOR: Acima de US$25 mil

CATEGORIA: Projeto

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Agricultura

PALAVRAS-CHAVE:  Banana; Diversificação; Agricultura Familiar; Desenvolvimento Local; Associativismo

PÚBLICO-ALVO: Agricultores familiares do Município de Novo Itacolomi

LOCALIZAÇÃO: Área rural

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Municipal

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: Município de Novo Itacolomi, Paraná

 

B - Descrição da prática

 

1 -ANTECEDENTES

O Município de Novo Itacolomi, situado na Região Centro-Norte do Paraná, assim como outros municípios do Estado do Paraná, apresentou significativa redução populacional no período compreendido entre os anos 2000 e 2010. Segundo os dados do IBGE, a população do município em 2000 era de 2.866 habitantes, apresentando redução em 2010, quando a população era de 2.827 habitantes.

Neste mesmo período também constatou-se a diminuição da população rural. Em 2000 residiam na zona rural 56,11% dos habitantes, passando a 48,83% em 2010. Especificamente em Novo Itacolomi, esta situação foi resultante da decadência da cultura do algodão, do processo de granelização da coleta do leite (que excluiu da atividade os agricultores familiares que não puderam adequar-se às novas normas), das crises cíclicas da cultura do café e, sobretudo, como resultado da perda de importância das atividades tradicionalmente exploradas no município. Somam-se ainda o aumento das oportunidades de emprego no setor industrial, principalmente nos municípios vizinhos de Apucarana e Arapongas. Estes fatos contribuíram para o êxodo rural, com destaque para a evasão da população mais jovem.

O município possuía cerca de 526 estabelecimentos rurais, sendo que 417 caracterizavam-se como propriedades rurais familiares, público característico inserido na cadeia produtiva da cultura da banana. A área média dos estabelecimentos seguia o perfil característico dos 13 municípios da região administrativa de Apucarana, bem como dos 399 municípios do Estado do Paraná (Tabela 01)

Em consequência desta realidade, os agricultores familiares buscavam novas alternativas que possibilitassem a geração de renda aproveitando a mão de obra disponível no município que, em sua maioria, ainda residia na zona rural.

 

 2 - OBJETIVO GERAL

Desenvolver a cultura da banana no Município de Novo Itacolomi, oferecendo nova oportunidade de renda e trabalho para os agricultores familiares.

Objetivos específicos

  • Possibilitar a dinamização da economia, assegurando a aplicação dos recursos no comércio do município;
  • Reduzir o êxodo rural a partir da geração de emprego no campo e nas demais atividades da cadeia produtiva (transporte, indústria e serviços); 
  • Tornar-se polo de difusão de tecnologias, contribuindo para o desenvolvimento regional e do estado;
  • Apoiar a diversificação das atividades agrícolas do município, com ênfase para culturas olerícolas e a fruticultura.

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

Estimulados pelos extensionistas do Instituto EMATER e apoiados pelo Município de Novo Itacolomi, os pequenos produtores locais tiveram o primeiro contato com a cultura da banana através de visitas e excursões aos municípios de Apucarana e Andirá. Nestes eventos os extensionistas do Instituto EMATER apresentaram aos agricultores informações sobre a tecnologia de produção da cultura (época de plantio, pragas, doenças, colheita e pós-colheita, mercado e viabilidade econômica da atividade). Os agricultores interessados tiveram contato com os bananicultores que lhes apresentaram experiências bem sucedidas na exploração da banana. Estas visitas contribuíram para a adesão inicial de dois agricultores familiares ao projeto, que adotaram a cultura em suas propriedades com o acompanhamento da equipe local de assistência técnica e extensão rural da EMATER no Município de Novo Itacolomi. Os escassos recursos financeiros dos agricultores familiares pioneiros para investimento na cultura determinou inicialmente um baixo padrão tecnológico na sua implantação, que ainda assim estabeleceu-se muito em razão da fertilidade natural dos solos e ausência de pragas e doenças.

Apesar das dificuldades iniciais, os resultados exitosos de produtividade e renda destes pioneiros, aliados ao incentivo da equipe técnica do município, serviram de estímulo ao ingresso de outros produtores na atividade. Com a ampliação do número de famílias na atividade o consequente aumento da área plantada no município, novas desafios de ordem tecnológica surgiram, como o aparecimento de pragas, doenças, baixa produtividade, manejo da cultura e mercado, demonstrando a necessidade de melhorar o padrão tecnológico da cultura.

Visando atender a estas questões, agricultores, prefeitura e a equipe técnica do Instituto EMATER passaram a detalhar, de forma participativa, ações que pudessem solucionar tais problemas. Assim, foi discutido e implantado um plano de trabalho de assistência técnica, com ações e atividades calendarizadas, oportunizando a aplicação de diversas metodologias de extensão rural relacionadas aos aspectos técnicos, sociais e econômicos da atividade. Dentre as estratégias metodológicas destacam-se:

  • Excursões para conhecimento dos trabalhos de pesquisa com novas tecnologias produtivas para a cultura da banana, desenvolvidas pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina – EPAGRI;
  • Criação do Encontro Regional de Produtores de Banana que, além de palestras técnicas proporcionadas aos produtores, realiza o Concurso de Cachos de Banana;
  • Assistência técnica aos agricultores familiares prestada pelo Instituto EMATER;
  • O Município de Novo Itacolomi, além de dar apoio aos agricultores familiares nas questões relativas à conservação de solos e melhoria e conservação da malha viária do município, colabora com a EMATER na assistência técnica, tendo como prioridade a bananicultura;
  • O Banco do Brasil S.A. e o Sicredi Participações S.A - SICREDI viabilizam recursos para crédito para custeio ou investimento do agricultores familiares, priorizando os recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar - PRONAF.

 Em meados de 2009, os agricultores familiares percebendo as dificuldades enfrentadas para consolidar a cultura da banana, incentivados pelo Município e orientados pelo Instituto EMATER, iniciaram a discussão sobre a constituição de uma organização que viesse, além de representá-los, apresentar soluções aos problemas que os mesmos enfrentavam. Este processo culminou com a organização dos produtores através da criação de uma Cooperativa, visando otimizar o processo de aquisição de insumos e comercialização da produção.

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

  • Contribuição da cultura da banana para a estabilização populacional do Município de Novo Itacolomi: dados do IBGE demonstram um leve aumento no crescimento populacional a partir de 2007, coincidindo com o incremento da área explorada pela cultura;
  • Aumento do Valor Bruto de Produção (VBP): segundo dados do Departamento de Economia Rural - DERAL, da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, o Valor Bruto de Produção - VBP no Município de Novo Itacolomi na safra 1999/00 era R$ 21.210,65, passando para R$ 2.535.906,98 na safra 2009/10 e para 5.124.850,31 na safra 2012/13, tornando o município referência estadual na produção de banana;
  • Aumento do número de bananicultores: entre 1998 e 2014 houve o crescimento do número de agricultores envolvidos na produção de banana (08 para 90), gerando 378 empregos diretos; houve também incremento na área plantada - de 10 hectares para 450 hectares - e produtividade - de 16.529 kg/ha para 26.000 kg/ha. Regionalmente, no mesmo período, houve também um crescimento no número de bananicultores - de 55 produtores para 200; da área plantada - de 109 hectares para 696 hectares; e produtividade - de 15.562 kg/ha para 22.540 kg/ha. É importante ressaltar que a cultura da banana em Novo Itacolomi faz parte de um processo de diversificação que inclui também o cultivo de goiaba, olerícolas (tomate, repolho e mandioca), leite e avicultura de corte;
  • Criação da Cooperativa dos Agricultores Familiares de Novo Itacolomi – COFAI: criação de uma cooperativa ao final do ano de 2009, conquista que contribuiu significativamente para o fortalecimento da cultura da banana no município e região, possibilitando a inserção dos produtores no mercado institucional (Programa Nacional de Alimentação Escolar - PNAE e Programa de Aquisição de Alimentos – PAA). A Cooperativa participa da Chamada Pública Mais Gestão, sendo assessorada pelo Instituto EMATER na gestão do empreendimento;
  • Estruturação da cadeia produtiva da banana: a cadeira produtiva foi fortalecida em seus diversos seguimentos - produção, venda de insumos, comercialização da produção e industrialização. Com relação à comercialização, além da cooperativa, o município conta com 7 intermediários que fazem o processo de maturação e comercialização da fruta para toda a região Norte do estado, incluindo as Centrais de Abastecimento do Estado do Paraná - CEASA - unidades de Londrina e Maringá. Estas unidades contam com funcionários e logística própria, o que tem ajudado na dinamização da economia local;  
  • Instalação de agroindústria:  instalação de uma fábrica de doces de banana que produz mensalmente cerca de 9.000 kg de doces comercializados em todo o território nacional. Esta agroindústria gera atualmente 15 empregos diretos;
  • Maior facilidade de acesso ao crédito agrícola: a região de Apucarana não fazia parte do zoneamento agrícola da cultura da banana, isto impedia os agricultores acessar crédito agrícola para custeio ou investimento. Com o aumento da importância econômica da atividade, o Instituto EMATER, com o apoio do Banco do Brasil, COFAI e Município de Novo Itacolomi sensibilizaram o Instituto Agronômico do Paraná - IAPAR na inclusão da região no zoneamento agrícola da bananicultura, viabilizando o acesso ao crédito agrícola para a produção da banana. 

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

A equipe que trabalhou na implantação e condução da proposta do projeto é basicamente composta por quatro técnicos agropecuários e três agrônomos do Instituto EMATER, sendo um deles especialista em fruticultura. Eventualmente ocorre o apoio de técnicos da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento - SEAB e de empresas de revenda de insumos.

Com relação ao deslocamento para as ações técnicas fora do município - visitas, excursões, reuniões, em geral é realizado com recursos dos programas governamentais - PRÓ-RURAL ou PRONAF, recursos do Município de Novo Itacolomi, da COFAI e dos próprios agricultores envolvidos.

A COFAI, através de um termo de parceria, tem sua sede instalada junto ao Instituto EMATER, dispondo de material administrativo (computadores, mesa, cadeira, armários) para suas atividades de rotina.

 

6 - TRANSFERÊNCIA

O Município de Novo Itacolomi vem transformando-se em referência tecnológica para outros municípios da região e do Estado do Paraná, recebendo com frequência excursões para troca de experiências e conhecimento dos bons resultados do município.
Os municípios vizinhos de Cambira, Arapongas, Bom Sucesso, Mandaguari, Sabáudia e Borrazópolis também passaram a explorar a bananicultura. Juntos, eles formam o quarto polo produtor de banana do Estado do Paraná com 705 hectares cultivados na safra 2012/13.
Dentre as instituições que tem buscado informações sobre a prática destacam-se o Serviço Social da Indústria - 
SESI, com o movimento "8 Jeitos de Mudar o Mundo", o Campus Avançado da Universidade Federal do Paraná - Jandaia do Sul e as unidades do  Serviço Social do Comércio - SESC de Londrina, Maringá e Campo Mourão.

 

7 - LIÇÕES APRENDIDAS

A vontade dos agricultores em resolver seus problemas de forma coletiva, culminando com a formação de uma cooperativa com 157 sócios em apenas seis anos de existência, responsável pela comercialização de 10% da produção municipal, foi um dos principais fatores que contribuíram para o sucesso da prática.

Por outro lado, a baixa capacidade de investimento dos agricultores e a falta de técnicos especializados tanto de entidades oficiais quanto privadas para prestar assistência técnica em fruticultura destacam-se como entraves para o fortalecimento da atividade na região. A COFAI, juntamente com os demais parceiros, vêm procurando traçar estratégias para solucionar este problema. 

Também é urgente a necessidade de adoção de novas técnicas de colheita, transporte, classificação e maturação. Para tanto, faz-se necessário recursos técnicos e financeiros para reestruturação deste setor tanto a nível de propriedade quanto na cooperativa. 

 

 

Há possibilidade de visita durante todo o ano nos dias de semana, mediante agendamento, não havendo limitação quanto ao número de visitantes.

 

Anexos:
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