Objetivando dinamizar o processo de comunicação junto aos produtores de soja na região de Londrina, no ano de 2015 a EMATER-PR implementou o uso de rede social na assistência técnica e extensão rural. De posse das informações recebidas sobre a ocorrência de pragas ou doenças em unidades de referências, os agricultores passaram a tomar a decisão sobre a necessidade ou não da aplicação de agroquímico, evitando pulverizações desnecessárias e calendarizadas, bem como a compra antecipada dos produtos.

As informações possibilitaram uma redução do número de aplicações de agroquímicos na cultura da soja, passando em média de três para uma aplicação de fungicida e de cinco para duas aplicações de inseticida por safra.

 

A - Informações gerais

 

INÍCIO: Janeiro de 2015 (em andamento)

ENTIDADE EXECUTORA:  Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural - EMATER

PARCEIRO: Empresa Siga – Consultoria Agrícola 

APRESENTADO POR: Paulo Roberto Mrtvi

RECURSOS: Próprios

FAIXA DE VALOR: Até US$5 mil

CATEGORIA: Projeto

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Agricultura

PALAVRAS-CHAVE: Manejo de Pragas e Doenças, Tecnologia de Informação, Whatsapp, Agricultura Familiar, EMATER, Assistência Técnica.

PÚBLICO-ALVO: Agricultores familiares, empreendedores rurais, estudantes de agronomia, extensionistas rurais, assentados do programa de crédito fundiário, professores universitários, profissionais da imprensa.

LOCALIZAÇÃO: Área rural

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Municipal

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: Município de Londrina

 

 

B - Descrição da prática

 

1 -ANTECEDENTES

O solo rural do município de Londrina é utilizado para diversas atividades agrícolas, sendo a maior parte para cultivo de lavouras anuais, o que resulta em uma produção agropecuária bastante diversificada. Os agricultores realizam em média quatro aplicações de agroquímicos nas lavouras, muitas vezes sem observar o nível de dano econômico causado pela praga ou doença para a cultura. Por outro lado, ainda existem pacotes promocionais de agrotóxicos oferecidos por empresas do ramo que estimulam o consumo desses agroquímicos com venda casada de produtos, não considerando os danos ambientais que possam causar.

Frequentemente era constatado o uso excessivo e desmedido de agroquímicos na produção agrícola municipal, decorrente de recomendações  que não consideravam a situação ou o estágio de desenvolvimento da cultura da soja, bem como os índices de infestação de pragas e doenças. Esse fato contribuiu para os  elevados índices de utilização de agroquímicos por área produtiva no município.

Segundo o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social - IPARDES, o Paraná utiliza em média 12 kg de agrotóxicos por hectare ao ano, enquanto a média brasileira de consumo é um terço menor, cerca de 4 kg por hectare ao ano. Destes agrotóxicos, 60% são herbicidas. No município de Londrina o consumo de agrotóxico alcança aproximadamente 21 kg por hectare ao ano

A complexidade do problema resultou na procura por alternativas, de modo que as informações técnicas sobre o desenvolvimento das culturas e a ocorrência ou não de condições climáticas favoráveis a incidência de pragas e doenças fossem de conhecimento dos agricultores de forma rápida e dinâmica, em tempo real, uma vez que estas informações eram fornecidas através de reuniões realizadas nas comunidades rurais, além de visitas técnicas com preenchimento de fichas de manejo de pragas e doenças junto com o agricultor nas amostragens das lavouras. Os dados coletados, por sua vez, eram repassados por telefone (fixo e celular). Este processo apresentava custo elevado, somado aos custos com combustível, manutenção de veículos e a hora trabalhada do extensionista e da equipe técnica administrativa, que dava suporte ao serviço de campo.

 

 2 - OBJETIVO GERAL

Otimizar a atuação dos extensionistas, contribuindo para o uso racional dos recursos e técnicas de manejo para a produção da cultura da soja.

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

O avanço tecnológico e utilização do aplicativo WhatsApp fez com que na safra 2015 fosse criado o grupo denominado “MIPD SOJA Emater Londrina”, visando obter maior alcance na aplicação do sistema de manejo de pragas e doenças na cultura da soja no município de Londrina.

O marco zero foi o contato com os agricultores que cultivam soja no município de Londrina, além dos atores regionais formadores de opinião, que iriam divulgar e repassar as informações recebidas semanalmente para seus vizinhos ou através dos meios de comunicação. Os interessados em participar do grupo deveriam possui celular com aplicativo WhatsApp e aderir ao grupo espontaneamente. Após a manifestação de interesse, os agricultores foram cadastrados para receber informações sobre o desenvolvimento da cultura de verão, principalmente a ocorrência de pragas e doenças. 

Em seguida, selecionou-se três propriedades produtoras que produziam soja como unidades de referência, sendo uma na Microbacia do Ribeirão Cafezal, outra em uma propriedade no distrito da Maravilha e uma terceira na comunidade do Guairacá, onde foram instalados coletores de esporos para acompanhamento semanal e monitoramento da incidência de possíveis doenças da cultura.

Semanalmente foi procedida a leitura das lâminas amostrais coletadas nestas unidades e identificados esporos e fungos viáveis. Este trabalho era executado pela empresa parceira  SIGA – Consultoria agrícola e registrado em fichas de acompanhamento, sendo elaborado um texto com as informações sobre as pragas e doenças ocorrentes nas lavouras. Aliado a esta atividade, era elaborado semanalmente um boletim regional do Programa Plante Seu Futuro (PSF), através de relatos realizados pelos técnicos que atuam nas unidades de referências da EMATER-PR. Estas informações serviam para nortear o agricultor quanto a tomada de decisão de aplicar ou não o agroquímico.

De posse de todas essas informações, era elaborado um texto e postado ao grupo para que as informações fossem conhecidas e replicadas.

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

Os principais resultados alcançados foram:

1. Integração dos atores sociais de vários segmentos, incluindo agricultores, pesquisadores, jornalistas, extensionistas municipais, profissionais da área agronômica, jovens rurais e estudantes de agronomia;

2. Redução do número de aplicações de agroquímicos na cultura da soja, passando em média de três para uma aplicação de fungicida e de cinco para duas aplicações de inseticida na safra 2014/2015 (Fonte: EMATER-PR -  Unidade Local de Londrina);

3. Disseminação de informações sobre o Manejo de Pragas e Doenças aos agricultores familiares e informação dinâmica e em tempo real para tomada de decisão dos produtores;

4. Redução no custo com combustível, telefone e no desgaste da frota de veículos da empresa responsável pela Assistência Técnica e Extensão Rural - ATER;

5. Modernização na ATER;

6. Participação de 70 agricultores locais no grupo de Whatsapp durante a safra 2014/2015, e que implementaram o sistema de MIPD na cultura da soja;

7. Otimização das atividades dos extensionistas;

8. Otimização na utilização de insumos e uso de equipamentos no manejo da cultura da soja;

9. Adesão às recomendações e ao serviço de assistência técnica propostos pelos extensionistas. 

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

Para implantação do grupo de MIPD é necessário:

  • Disponibilidade de celular com aplicativo WhatsApp;
  • Rede de internet móvel disponível; 
  • Conhecimento mínimo de informática para uso do aparelho celular;
  • Agenda pessoal com o número de telefone dos agricultores que cultivam soja ou trigo ou milho e potenciais interessados em participar deste grupo - o limite máximo de integrantes é de 100 pessoas por grupo;
  • Rede de técnicos do Instituto Emater, na região de Londrina, responsáveis pelo monitoramento de pragas e doenças no campo;
  • Equipe administrativa com habilidade em trabalhar com o aplicativo.

OBS: A aquisição de celular é de responsabilidade do integrante interessado em fazer parte do grupo criado através do aparelho celular de uso pessoal do técnico, sem custo para a EMATER-PR ou para os demais participantes.

 

6 - TRANSFERÊNCIA

Por tratar-se de uma prática relativamente nova, ainda não foram constatadas iniciativas semelhantes em outras regiões. Contudo, a EMATER-PR demonstrou interesse em criar do novos grupos através do aplicativo WhatsApp contemplando informações de outras culturas agrícolas nas demais regiões do estado do Paraná para a safra 2015/2016. Pesquisadores do Instituto Agronômico do Paraná - IAPAR e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA também manifestaram interesse em receber as informações veiculadas através dos grupos criados. 

Jornalistas também utilizaram as informações para pautar reportagens sobre o tema. Gerentes das agências financeiras, que atuam no município de Londrina, também se basearam nas informações veiculadas nos grupos para debater com seus clientes a situação das culturas  no município.

 

7 - LIÇÕES APRENDIDAS

O sucesso obtido pelo processo de comunicação dinâmica através do aplicativo WhatsApp foi rapidamente reconhecido pelos usuários, tornando-se tema de reportagens veiculadas na mídia local que enalteciam a adoção das novas tecnologias no meio rural (reportagem um, dois e três). A utilização desta rede social tem se mostrado, ainda que no curto prazo, de grande utilidade e aceitação dos produtores rurais, tanto que o índice de desistência na primeira safra foi zero, mesmo sendo facultativa a permanência dos interessados no grupo. 

Destaca-se como entrave a veiculação de informações, postagens, imagens e vídeos não condizentes com o teor original a ser tratado. Ainda não existem através do aplicativo filtros que possam selecionar apenas os conteúdos relacionados ao tema. Outro entrave é o fato de que nem todos os agricultores familiares que cultivam soja possuem acesso ao aplicativo WhatsApp. O custo do aparelho celular elevado e o acesso a Internet não atinge todas as comunidades.

 

 

Há possibilidade de visita a algumas unidades mediante agendamento.

Nº de visitantes: Até 10 pessoas.

 

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