O Programa Leite MAIS visa o aumento da produtividade, qualidade e rentabilidade da atividade leiteira, através da prestação de orientação técnica personalizada aos produtores assistidos, mediante a utilização de um modelo de assistência que foi formatado a partir de indicadores técnicos e econômicos obtidos em 10 anos de acompanhamento a propriedades de estudo do Projeto Redes de Referências Para a Agricultura Familiar.

A partir da implementação desta prática foi identificado um aumento na receita bruta dos produtores de leite assistidos, associada à elevação da margem bruta mensal média, trazendo a constatação de que a orientação técnica qualificada e intensiva, associada à correta adoção das recomendações pelos produtores assistidos, é fator fundamental para a melhoria da produtividade e da renda na atividade leiteira, de forma sustentável. 

 

 

A - Informações gerais

 

INÍCIO: Maio de 2009 (em andamento)

ENTIDADES EXECUTORAS:  Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural - EMATER, Instituto Agronômico do Paraná - IAPAR e Cooperativa de Trabalho de Assistência Técnica e Extensão Rural - COOPERMAIS.

ENTIDADES CO-EXECUTORAS: Cooperativa dos Produtores de Leite do Território Entre Rios – COOPELER, São Leopoldo Alimentos, Laticínios Simionato - Vidativa, Laticínios Guaíra - Real Lacto, Indústria e Comércio de Laticínios Tapira, Laticínios Palotina - La Salle, Laticínios Latco e Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - SETI.

PARCEIROS: Prefeituras Municipais de São Jorge do Patrocínio, Tapira, Terra Roxa e Palotina.

APRESENTADO POR: Joaquim Rocha Martins, Simony Marta, Bernardo Lugão, Vanderlei Bett, Hitalo A.Kilan Kamitani Alves, Allison Marcel Sversuti Branco, Andreia Aparecida Conceição, Fábio Massal Fujisawa, Henrique Rossafa Palozi, Magno Rodrigo da Silva, Thais Margareth Del Moura Soares e Rafael Meier de Matos

RECURSOS: Próprios

CATEGORIA: Projeto

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Agricultura

PALAVRAS-CHAVE:  Bovinocultura de Leite; EMATER; Eficiência Produtiva; Agricultura Familiar; Assistência Técnica, Noroeste do Paraná

PÚBLICO-ALVO: Agricultores familiares que desenvolvem a bovinocultura de leite

LOCALIZAÇÃO: Área rural

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Regional

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: Municípios da Região Noroeste do Estado do Paraná

 

B - Descrição da prática

 

1 -ANTECEDENTES

Embora na Região Noroeste do Paraná a bovinocultura de leite seja a principal atividade econômica nas propriedades de agricultura familiar, historicamente na maioria desses estabelecimentos a atividade leiteira apresentou baixos índices de produtividade e de rentabilidade, devido ao fato de ser conduzida mediante adoção de um baixo nível tecnológico. Além disso, os produtores tradicionalmente não efetuavam o registro de índices zootécnicos e econômicos, como reflexo da não utilização de mecanismos de gestão da atividade. A falta de um planejamento forrageiro que contemplasse a produção de alimentos volumosos para o rebanho durante os 365 dias do ano era o maior limitante para a produtividade das propriedades leiteiras no Noroeste do Paraná. Essa realidade levou a um ciclo de pobreza no meio rural, que em muitos casos fez com que o produtor abandonasse a atividade, tornando-se mais um trabalhador sem qualificação nos centros urbanos regionais.

Em 1998 foi desenvolvido no Paraná um trabalho pioneiro denominado “Projeto Redes de Referências Para a Agricultura Familiar”, cuja característica era o acompanhamento sistêmico de propriedades representativas da agricultura familiar, em que o técnico de extensão, o pesquisador e o agricultor colaborador trabalham juntos no planejamento de ações e intervenção para a melhoria do sistema produtivo. Ao longo de 10 anos, os resultados alcançados nas propriedades de estudo do Projeto Redes demonstraram aumentos significativos nos índices zootécnicos desses estabelecimentos familiares de produção.

Neste contexto, em 2008 o IAPAR apresentou à Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - SETI o projeto intitulado Rede de Transferência Tecnológica em Sistemas de Produção de Leite em Pasto na Cooperativa dos Produtores de Leite do Território Entre Rios - COOPELER, com o objetivo de validar o modelo de transferência de tecnologia preconizado pelo Projeto Redes de Referências Para a Agricultura Familiar.

O Projeto de validação foi aprovado e sua execução ocorreu em 2009 e 2010, sob a coordenação do IAPAR e EMATER, com a participação de Prefeituras Municipais do território Entre Rios e a própria SETI.

Tendo em vista os bons resultados obtidos junto aos produtores assistidos da COOPELER, em 2011 passou-se a discutir mecanismos de multiplicação do modelo de assistência região em parceria com as indústrias existentes nas regiões de Umuarama e Cianorte. Deste modo, foi ampliado o número de indústrias parceiras, bem como de produtores assistidos pelo projeto, o qual, a partir de junho de 2014, passou a ser denominado de Programa Leite MAIS.

 

 2 - OBJETIVO GERAL

O Programa Leite MAIS tem como objetivo aumentar, de forma sustentável, a produtividade, a qualidade do produto e a rentabilidade na atividade leiteira, através da prestação de orientação técnica personalizada aos produtores assistidos pelo mesmo, trazendo assim a possibilidade de melhoria na qualidade de vida das famílias produtoras, ampliação da perspectiva de sucessão na agricultura familiar e implantação de sistemas produtivos ambientalmente sustentáveis. 

Objetivos Específicos: 

  • Incentivar o correto manejo da fertilidade do solo e manejo racional do pastejo;
  • Elevar a renda do pequeno produtor rural através do adequado manejo e consequente aumento da produtividade leiteira;
  • Estimular a implantação de sistemas silvipastoris;
  • Implementar nas propriedades assistidas o planejamento forrageiro de verão e inverno;
  • Contribuir para a redução do êxodo rural na Região Noroeste do Paraná.  

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

O Programa Leite MAIS adota de forma sistêmica o modelo descrito pelo Projeto Redes de Referências para Agricultura Familiar. A estratégia técnica do Programa está voltada para a produção de leite em pasto, como forma de possibilitar ao produtor um menor custo de produção durante a primavera-verão, em função da redução da despesa com alimentação, fator que mais impacta o custo da atividade. Como resultado do diálogo com as indústrias, além da continuidade do trabalho na COOPELER, estabeleceram-se parcerias com os laticínios São Leopoldo, Vidativa, PicNic, Guaíra e Tapira.

As ações são executadas mediante a prestação de assistência técnica realizada de um modo personalizado por profissionais da área de produção animal e de produção vegetal, que após treinamento ministrado pelos pesquisadores do IAPAR, realizam visitas mensais às propriedades, com duração de meio período e de forma alternada entre ambos. Durante a visita são executadas as seguintes atividades: 

 

  • avaliação das condições produtivas e mensuração da disponibilidade de pastagens;
  • avaliação das condições produtivas das áreas de produção de volumosos de inverno;
  • atribuição de escore de condição corporal (ECC) ao rebanho;
  • avaliação das condições sanitárias do rebanho;
  • avaliação da higiene das instalações e equipamentos;
  • realização do balanceamento individual das vacas;
  • monitoramento da pesagem das bezerras/novilhas;
  • ajuste da quantidade de ração;
  • transferência para a ficha do animal das anotações feitas pelo produtor;
  • diagnóstico de prenhêz;
  • anotação das recomendações no caderno apropriado;
  • acompanhamento da rotina de ordenha sempre que necessário;
  • entrega ao produtor do calendário de visitas para o próximo mês.

 

Os produtores assistidos responsabilizaram-se por ações como pesagem da produção de leite de cada vaca um dia antes da visita, passar a fita de pesagem nas vacas lactantes, efetuar o registro de eventos reprodutivos e sanitários em quadros a serem afixados na sala de ordenha, separar os animais que necessitam de avaliação/diagnóstico reprodutivo e/ou sanitário, e registrar as receitas e despesas no caderno apropriado.

Para garantir o adequado suprimento de alimentos volumosos para os animais existentes nas propriedades assistidas, anualmente é feito o inventário do rebanho leiteiro, por categoria e com projeção da sua evolução nos próximos 12 meses, para que possam ser dimensionadas as áreas de produção de pastagens, para utilização no período de primavera-verão, assim como de produção de volumosos a serem utilizados durante o outono-inverno. 

O modelo de assistência técnica adotada também dá ênfase ao correto manejo da fertilidade do solo e ao manejo racional do pastejo. Para isso, o produtor assistido recebe orientações quanto à divisão racional das áreas em piquetes e a distribuição racional de água para o rebanho, bem como quanto à adequação da carga animal ao potencial produtivo das forrageiras, evitando o superpastejo e, consequentemente, a degradação das pastagens. Da mesma forma, o programa incentiva a implantação do sistema silvipastoril, através do qual o componente florestal é inserido nas áreas de pastagem.

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

Com a execução do Programa Leite MAIS, alcançou-se na região índices produtivos semelhantes aos obtidos junto ao grupo de produtores assistidos pelo Programa na COOPELER. Destaque para os seguintes resultados:

 

  • 140 produtores assistidos pelo Programa até o mês de fevereiro de 2015;
  • No período entre os anos de 2009 e 2013 houve incremento da produção média diária dos assistidos, que passou de 119,7 litros/dia em setembro/2009 para 167,7 litros/dia em setembro/2013 (gráfico em anexo);
  • Elevação da relação vacas lactantes: vacas secas, de 50:50 para 80:20, bem como um intervalo entre partos (IEP) entre 12 a 14 meses;
  • Maior receita bruta mensal média  e elevação da margem bruta (MB) mensal média auferida pelos produtores assistidos em decorrência do incremento no volume produzido. Convertida em número de salários mínimos (SM) recebidos por mês, a referida MB média pode ser traduzida num aumento na remuneração de 2,33 SM em setembro/2009, para 3,41 SM em setembro/2013. Este grau de aumento na renda não foi obtido pelos demais cooperados não assistidos pelo programa, os quais, em termos de SM/mês, passaram de 1,15 em setembro/2009, para 2,00 em setembro/2013 (gráfico em anexo);
  • As fêmeas primíparas dos produtores assistidos pelo Programa têm obtido a primeira parição em média com idade entre 23 e 25 meses, enquanto a média dos demais produtores não assistidos é de 36 a 38 meses de idade, o que possibilita otimizar o processo de produção de fêmeas para a reposição e/ou ampliação do rebanho, bem como para a obtenção de renda com a venda do excedente de matrizes de boa qualidade;
  • Melhora na qualidade do leite produzido nas propriedades assistidas, como pode ser observado, por exemplo, nos resultados obtidos junto ao grupo de produtores do laticínio Vidativa, cujos níveis de CCS (contagem de células somáticas) e de CBT (contagem bacteriana total) apresentaram redução no período avaliado (gráfico em anexo);
  • Os recursos provenientes da produção leiteira possibilitaram melhoria na casa de moradia da família, melhorias nas demais instalações, nas cercas e pastagens em sistema silvipastoril, ocasionando valorização da propriedade como um todo.

 

Além dos benefícios técnicos e produtivos, as visitas periódicas possuem um viés sociocultural agregado. O fato de o produtor receber mensalmente o técnico na propriedade faz com que ele seja estimulado a aplicar as recomendações técnicas repassadas no mês anterior, ao mesmo tempo em que passa a cobrar mais empenho e comprometimento dos técnicos durante as visitas.

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

Através da parceria estabelecida entre a COOPELER, 07 prefeituras municipais do Território Entre Rios e a própria SETI, inicialmente foram disponibilizados recursos financeiros para o pagamento dos bolsistas colaboradores: 02 profissionais de ciências agrárias e 02 estudantes universitários na área de administração para atuarem como auxiliares dos técnicos nas questões de registro/controle das informações. A cooperativa arcou com as despesas de manutenção de 02 veículos (01 cedido pelo EMATER e 01 cedido pelo IAPAR), além de disponibilizar a base física e os materiais de escritório utilizados pelos técnicos, enquanto as prefeituras municipais cobriram as despesas de combustível e de alimentação dos mesmos.

A assistência técnica prestada pelo Programa Leite MAIS é executada pela Cooperativa de Trabalho de Assistência Técnica e Extensão Rural - COOPERMAIS, cujos integrantes são engenheiros agrônomos e médicos veterinários. 

A quantidade de propriedades assistidas por indústria parceira do Programa deve ser de, no mínimo, duas. 

 

6 - TRANSFERÊNCIA

Embora, até o momento, o Programa Leite MAIS venha sendo executado apenas na região noroeste paranaense, a metodologia de trabalho preconizada pelo Programa Leite MAIS pode ser replicada em qualquer região do estado, necessitando apenas dos devidos ajustes às realidades locais, em termos de clima e de solo, uma vez que tais aspectos estão relacionados à possibilidade de produção de diferentes espécies forrageiras. Prova disso são os bons resultados obtidos com a aplicação do modelo de assistência técnica utilizado pelo Programa no Território Cantuquiriguaçu, localizado no Terceiro Planalto Paranaense, nas mesorregiões geográficas Centro-Sul e parte do Oeste Paranaense. 

 

7 - LIÇÕES APRENDIDAS

Os resultados obtidos ao longo do período de execução do modelo de assistência técnica adotado pelo Programa Leite MAIS têm demonstrado a eficiência do mesmo para aumentar a produtividade nas propriedades e a renda dos produtores assistidos. Esta eficiência tem persistido durante o tempo de aplicação do modelo, aumentando a possibilidade de sucessão na agricultura familiar, devido à perspectiva de melhoria na qualidade de vida das famílias, em consequência do incremento da renda auferida na atividade leiteira.

Como entrave observado na execução do Programa, pode ser citado o formato inicial de atuação dos assistentes técnicos na parceria com as indústrias de laticínios, o qual previa que a assistência técnica deveria ser executada por duplas compostas por engenheiros agrônomos e médicos veterinários, cada uma delas proprietária de uma microempresa de prestação de serviços e atuando de forma individualizada, tanto em termos de indústria contratante da assistência técnica, como também em relação às demais duplas. Nessa formatação, a quantidade de produtores assistidos necessária por indústria era de aproximadamente 60, para que pudesse ser obtida uma arrecadação financeira capaz de proporcionar a adequada remuneração dos referidos profissionais. Porém, devido à dificuldade de atingir tal número de assistidos, teve início um processo de discussão com o corpo técnico que até então vinha executando o Programa, objetivando encontrar uma nova forma de atuação, de modo a permitir que, mesmo em condições de uma menor quantidade de produtores por indústria, fosse possível alcançar a viabilidade financeira tanto para os assistentes técnicos como para a empresa contratante do serviço. 

Assim, após a análise de vantagens e desvantagens das diferentes formas de organização possíveis, definiu-se pela constituição de uma cooperativa de trabalho -  COOPERMAIS, a qual passou a congregar todo o quadro técnico do Programa, em substituição às microempresas acima mencionadas. Desta forma, a assistência técnica passou a ser realizada de forma globalizada entre os técnicos no conjunto de indústrias parceiras, rompendo com o individualismo e possibilitando obter vantagens, tais como: otimização dos roteiros de deslocamento dos técnicos até as propriedades assistidas (com redução dos custos com quilometragem), multidisciplinaridade de conhecimento acerca dos diferentes aspectos relacionados à atividade leiteira, aquisição conjunta de materiais/equipamentos de trabalho, entre outras. 

 

Há possibilidade de visita a algumas unidades mediante agendamento, não havendo limitação quanto ao número de visitantes.

 

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