O Projeto Vitória baseia-se no desenvolvimento de uma estratégia metodológica que parte da realidade da propriedade rural, propõe desafios para aumentar a produção de leite, produtividade e renda, através de tecnologias já validadas, avaliadas in loco e difundidas para agricultores da comunidade, com o objetivo de proporcionar melhor qualidade de produção ao produtor rural. 

A metodologia permite demonstrar a viabilidade do negócio leite, com conhecimento técnico suficiente, graças às eficientes parcerias com os produtores colaboradores, instituições de ensino e pesquisa e ao empenho, dedicação e persistência dos profissionais e empresas ligadas ao setor. 

 

A - Informações gerais

 

INÍCIO: Agosto de 1998 (em andamento)

ENTIDADE EXECUTORA:  Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural - EMATER

PARCEIROS: Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual de Maringá (UEM), Universidade Norte do Paraná (UNOPAR), Centro de Estudos Superiores de Maringá (CESUMAR), Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR)

APRESENTADO POR: Paulo Hiroki

RECURSOS: Próprios

CATEGORIA: Projeto

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL: Agricultura

PALAVRAS-CHAVE:  Bovinocultura de Leite; EMATER; Eficiência Produtiva; Agricultura Familiar; Assistência Técnica, Assentamentos Rurais

PÚBLICO-ALVO: Empreendedores rurais, agricultores familiares, assentados da reforma agrária

LOCALIZAÇÃO: Área rural

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA: Regional

ÁREA ESPECÍFICA DE IMPLANTAÇÃO: Municípios da Região Norte e Noroeste do Estado do Paraná

 

B - Descrição da prática

 

1 -ANTECEDENTES

A produção de leite é uma atividade agropecuária complexa, com grande importância econômica e social em diversas regiões do país e de grande impacto no desenvolvimento regional. Os principais indicadores técnicos e econômicos mostram dificuldades de sobrevivência da atividade nos estabelecimentos da agricultura familiar. Há carência de assistência técnica em algumas regiões do Paraná. No ano de 1998, através do diagnóstico em 300 propriedades leiteiras do norte e noroeste do Estado, constatou-se produção de 800 kg leite/matriz/ano, o que representa 1200 kg leite/hectare/ano. Esses números indicavam falta de suporte tecnológico e viabilidade econômica. No mesmo ano, a sazonalidade da produção, mostrada pela ociosidade da indústria de laticínios de julho a outubro, chegou a 90%. A complexidade do problema resultou da somatória da escassez de alimentos (em quantidade e qualidade),  baixa persistência de lactação (origem zebuína dos rebanhos) e intervalo entre partos superior a 18 meses (ocorrência de doenças que impactam a reprodução).

 

 2 - OBJETIVO GERAL

Prestação de assistência técnica qualificada visando o aumento da renda familiar e o desenvolvimento de eficientes sistemas de produção, através de intervenções técnicas nas propriedades de produção leiteira no Estado do Paraná.

Objetivos Específicos: 

  • Promover mudanças de atitude do gestor, de seus colaboradores e da equipe técnica envolvida, passando de meros expectadores para promotores de mudanças que viabilizem a atividade leiteira;
  • Implantar e validar rotinas de intervenções técnicas nas áreas de alimentação, nutrição, sanidade e reprodução, propondo o uso de tecnologias de produção já validadas pela pesquisa e as consagradas pelo uso. Auxiliar na consolidação das tecnologias inovadoras;
  • Implantar e validar rotinas de coleta de dados e monitoramento sistêmico nas Unidades de Aprendizado e Difusão (UAD's);
  • Consolidar a produção de leite à base de pasto, com assistência técnica efetiva, continuada com foco na gestão estratégica visando o aumento de renda dos produtores assistidos, via melhoria da produtividade, da qualidade e da forma de comercialização;
  • Ampliar o foco de visão dos agricultores para toda a cadeia produtiva;
  • Capacitar o agricultor, buscando sua profissionalização, com uma atuação mais dinâmica no mercado. Contribuir para a formação de estrutura técnica com visão da realidade produtiva do Paraná. 

 

3 - SOLUÇÃO ADOTADA

O Projeto Vitória trata-se de uma estratégia metodológica que muda o foco da ação. O processo produtivo, na propriedade leiteira, passa a ter assessoria na solução dos seus problemas. No marco zero, os entraves são identificados e colocados em ordem de importância. A solução vem através da somatória, experiência do produtor com a ajuda de especialistas de diferentes áreas. Ao mesmo tempo há o estabelecimento da pesquisa ação, que permite o desenvolvimento de soluções adequadas ao sistema de produção trabalhado e aos semelhantes.

O ponto de partida são os grupos de produtores de leite que têm sua realidade avaliada, quando então são discutidas ações estratégicas dentro de uma matriz de responsabilidades e escolhidas as UAD's que serão trabalhadas. Em cada UAD é realizado um marco zero, submetido a técnicos especialistas da EMATER e de instituições parceiras. Em seguida, é realizado um plano de intervenção composto de recomendações técnicas das diferentes áreas, sendo priorizadas propostas de soluções com tecnologias de maior impacto econômico. Todo este processo, juntamente com os resultados das UAD's, é posteriormente difundido aos produtores da vizinhança e de outras regiões.

O diferencial da metodologia é a sequência de diagnosticar, programar, agir, monitorar e avaliar as práticas envolvidas na produção de leite. As recomendações técnicas garantem soluções adequadas, com as ações ocorrendo no momento certo. O produtor colaborador da UAD é escolhido pelo grupo de produtores, e deve oferecer facilidade de acesso e possibilidade de acompanhamento das mudanças. A constituição de um grupo de especialistas do Projeto Vitória, que conta com a participação de equipes técnicas dos parceiros, tem como resultado adicional a aproximação de pesquisadores com a realidade e a formação acadêmica qualificada, além da formação de gestores técnicos que são os responsáveis por acompanhar e avaliar o plano de intervenção junto com os produtores. A realização de reuniões, visitas monitoradas e dias de campo nas UAD's proporcionam a difusão “sem limites” dos resultados.

A observação da mudança nas atitudes dos gestores e técnicos, partindo da realidade aplicada no campo, tem possibilitado a implantação de “modelos de negócio” consolidados para as regiões norte e noroeste do Paraná.

 

4 - RESULTADOS ALCANÇADOS

Destaque para os seguintes pontos:

  • Consolidação de uma estratégia metodológica de ATER, que permite demonstrar a viabilidade do negócio leite, com conhecimento técnico suficiente, graças às eficientes parcerias com os produtores colaboradores, instituições de ensino e pesquisa e ao empenho, dedicação e persistência dos profissionais e empresas ligadas ao setor. 
  • Validação de sistemas de produção de leite (modelos de negócios consolidados e rentáveis) que podem ser utilizados como referência para outros produtores da região, pois tem sistemas que apresentam diferenciais na adoção de tecnologias e na gestão. Até maio de 2013 foram beneficiadas pela metodologia do Projeto Vitória 260 propriedades (UAD's), com 450 agricultores capacitados e especialização de 15 profissionais de diferentes áreas.

Abaixo são apresentados dados comparativos através de indicadores avaliados em 27 propriedades durante 15 anos de acompanhamento do projeto (entre os anos de 1998 e 2013): 

  • Redução da área média destinada a produção de leite em aproximadamente 28% (de 17,8 ha em 1998 para 12,8 ha em 2013) em razão do aumento de produtividade por área, com consequente liberação de espaço para desenvolvimento de outras atividades;
  • Incremento de aproximadamente 46% na produção média diária de leite (de 225,2 litros em 1998 para 328,3 litros por propriedade);
  • Incremento médio de produção de leite por vaca/dia de aproximadamente 56% (de 6,31 litros/vaca/dia para 9,85 litros/vaca/dia);
  • Aumento do percentual médio de vacas em lactação no rebanho de 56% para 76%;
  • Incremento de 122% na produtividade média de leite (de 3.044 litros/ha/ano para 6.750 litros/ha/ano);
  • Aumento médio por propriedade de 108% na renda anual (de R$35.378,00 para R$73.669,00);
  • Redução de 16% no custo de produção médio (de R$0,51/litro para R$0,43/litro);

 

5 - RECURSOS NECESSÁRIOS

As ações estão fundamentadas em equipes multidisciplinares, composta por gestores das propriedades, especialistas em alimentação animal, sanidade animal, reprodução animal, qualidade de produto e gestão da atividade. Os servidores públicos das entidades parceiras têm a atribuição funcional de participar dos conselhos no horário de expediente. Os técnicos do setor privado em alguns casos também são orientados pelas empresas a atuar no Conselho, atuando de forma voluntária.

Os recursos necessários para atender região geográfica definida, considerando 120 produtores divididos em 8 grupos de 15 produtores podem assim ser definidos:

Recursos humanos: 8 gestores, 3 especialistas (reprodução/sanidade, alimentação e gestão).

Materiais: Microcomputadores, GPS, materiais de uso pessoal, veículos e combustível. Materiais de laboratório, análises de solos, analises de pastagens, ultrassom e softwares de acompanhamento. Profissionais da área de ciências agrárias que atuam na sanidade animal e vegetal e área ambiental.

 

6 - TRANSFERÊNCIA

Os resultados diretos obtidos nos grupos e unidades referenciais são difundidos aos produtores dos grupos através de visitas monitoradas, reuniões práticas, dias especiais, dias de campo e seminários de troca de experiência. Há constante replicação das soluções adotadas por parte de outros produtores, como no caso do Assentamento Florestan Fernandes, onde 12 produtores de leite “replicaram” o plano alimentar da propriedade referência.

Resultante dos avanços conseguidos com o Projeto, foi desenvolvido um processo de capacitação em 4 módulos que alia o conteúdo tecnológico à implantação do processo. Este modelo está sendo levado a diferentes regiões do Estado do Paraná.

 

7 - LIÇÕES APRENDIDAS

Acreditamos que houve mudanças considerando:

a) Em algumas propriedades que detêm níveis mais elevados de tecnologia, a produtividade alcançou valores acima de 25.000 litros/ha/ano, mostrando que existe muito a avançar e a tecnologia de produção desenvolvida permite avanços ainda maiores.

b) Depoimentos de produtores das unidades, que hoje recebem os visitantes e descrevem a estratégia de trabalho descrita por produtores em reportagens veiculadas através de meios de comunicação (em anexo);

c) A mudança mais significativa é a ocorrida na postura dos produtores, que inicialmente questionavam ou sempre colocavam em discussão a questão valor recebido pelo litro de leite, e hoje, conversam sobre comercialização e uso de tecnologias de impacto econômico.

 

 

Há possibilidade de visita a algumas unidades mediante agendamento, não havendo limitação quanto ao número de visitantes.

 

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